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Posts da ‘Coluna MAGNUS KELLY’

Descaso do Governador Robinson Faria com a saúde leva o caos ao Hospital Deoclécio Marques e ausência de repasse de contrapartida para a UPA Nova Esperança

magnus-kellyO programa Profissão Repórter exibiu na noite da última quarta-feira (23), reportagem sobre a grave situação em que se encontra o Hospital Regional Deoclécio Marques, localizado no bairro de Santos Reis e administrado pelo Governo do Estado. Uma unidade que enfrenta problemas de abastecimento de material, salários de servidores atrasados e superlotação.

Apesar de o Hospital Regional não ser de responsabilidade da Prefeitura de Parnamirim, o prefeito Maurício Marques disse “é lamentável, mas essa é a realidade enfrentada não só pelo Rio Grande do Norte, como também por todos os Estados brasileiros”. Em relação à Prefeitura de Parnamirim, Maurício Marques declarou “temos feito de tudo para não chegar a esse ponto, mas está cada vez mais difícil. É complicado ser um bom gestor competente sem dinheiro”, justificou.

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Para garantir a merenda escolar, por exemplo, a administração municipal necessita de R$ 600 mil por mês, mas o Governo Federal só encaminha R$ 260 mil. Na área da saúde, para manter a farmácia básica, o repasse federal é de R$ 88 mil, enquanto a Prefeitura precisa assumir R$ 900 mil na compra de medicamentos.

Desde a inauguração em dezembro de 2015, a administração municipal já investiu R$ 15 milhões de recursos próprios para o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Maria Nazaré Silva dos Santos, localizada em Nova Esperança. Apesar de ser tripartite, o município vem custeando 100% a unidade nos últimos 12 meses, sem a contrapartida do Governo do Estado. “Sabemos da importância de uma unidade como essa para atender aos parnamirinenses e por isso nos esforçamos ao máximo para garantir o serviço, apesar do alto custo de manutenção”, concluiu o gestor.

Hoje uma das maiores preocupações da UPA tem sido em relação à falta de segurança e por esta razão, Maurício Marques autorizou a contratação de profissionais da área da segurança.

Encerrada a temporada das convenções municipais, graças e desgraças no panorama político da Grande Natal

Deu no SÃO GONÇALO NOTÍCIAS.

Pronto, a temporada das convenções municipais que homologaram os nomes em disputa para os pleitos às Prefeituras e à Câmaras Municipais acabaram no sábado, dia 30 de junho.

Agora a corrida é oficial e o tiro de largada para o início das campanhas eleitorais será dado no próximo dia 7 de julho, a exatos 3 meses do dia da eleição.

E nessa maratona de convenções pude observar, em Natal e Grande Natal, alguns casos interessantes de graça e desgraça entre os postulantes.

 

GRAÇA

Nas graças do povo ficou muito evidente a aceitação e aprovação em torno de dois prefeitos candidatos à reeleição na Grande Natal. Falo aqui de Jaime Calado (PR) e Maurício Marques (PDT).

As convenções que homologaram seus nomes tiveram uma participação maciça dos munícipes, transformando o que seria um ato legal-eleitoral em um momento de aclamação e afirmação. Afirmação de “SIM, queremos a continuidade”.

Constituindo fortes alianças partidárias, tanto o PDT de Maurício Marques quanto o PR de Jaime Calado entraram nesta disputa com força de gigante. O apoio maiúsculo do PMDB a ambos traduz-se em portas abertas em Brasília para os pleitos dos dois gestores enquanto reeleitos.

 

DESGRAÇA

Caindo em desgraça posso citar Natal e Grande Natal, porém com um partido em comum. O PV. Sim, o PV da prefeita Micarla de Sousa, hoje desmoralizado e desintegrado por ela, ao que tudo indica, sairá deste pleito não só enfraquecido mas, praticamente exterminado. Graças à Micarla. Deitando e rolando em 93% de índice de desaprovação, a prefeita da capital que não irá disputar as eleições, sequer homologou nome algum para a sua sucessão ao Palácio Felipe Camarão. O PV não tem nome. Pior. Dentro do PV de Natal não tem quem queira sucedê-la. Não tem nem mesmo quem queira acompanhar-se dela na campanha proporcional.

Aí vamos ao PV de Panamirim. O deputado Gilson Moura, conhecido por aquelas bandas por ser paraquedista político e chamado por muitos de forasteiro, carrega consigo a má fama de seu partido (herança de Micarla) e o seu envolvimento na Operação Pecado Capital (IPEM/RN). Soma-se a isso o fato do seu vice, homologado em convenção, Epifânio Bezerra, ser vice do atual prefeito Maurício Marques. Fico imaginando como Epifânio irá subir ao palanque do dito forasteiro para criticar a gestão de Marques que ele [Epifânio] participou até ontem, colaborou, aplaudiu e foi co-autor em tantos atos. Há quem diga que Epifânio ao lado de Gilson era o que faltava para a derrota em bis na carreira do pevista.

Entre graças e desgraças, ao final da temporada das convenções, um novo ciclo se abre. É o início de um desfile de propostas, discursos e promessas. Mas aguardemos o 7 de outubro. Aguardemos o veredicto do povo. Esse, sim, um juiz implacável.

Em entrevista, Ministro Garibaldi Filho fala de Previdência e diz que aliança PMDB/PR em São Gonçalo será anunciada por Henrique Eduardo ou Poti Júnior

Deu no SÃO GONÇALO NOTÍCIAS


A nossa coluna desta edição traz uma entrevista especial com o Ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho (PMDB). Num bate papo informal pudemos conversar sobre a histórica conquista da aposentadoria para mulheres donas de casa, as novas agências da Previdência no RN dentro do Plano de Expansão do Ministério, a aprovação da FUNPRESP tão desejada pela Presidenta Dilma Rousseff, entre outros assuntos do Planalto, e o que não poderia faltar, claro, a praxe desta coluna fazendo um registro na política.

 

 

PREVIDÊNCIA

MAGNUS KELLY – A Lei de Acesso à Informação está prestes a entrar em vigor. Como o MPS se situa neste contexto?

GARIBALDI – Foi criada uma comissão para fazer face ao que é exigido em cada Ministério. Alguns ministérios estão mais adiantados do que outros. Eu tenho até que cobrar esse resultado da minha equipe, mas tenho a impressão que nós estamos bem posicionados nesse processo. A lei do acesso à informação é uma lei que torna o Brasil mais transparente. É uma lei importante para que tenhamos uma visibilidade maior do governo, inclusive no plano interno, onde os órgãos de fiscalização e controle estão cada vez mais atuantes.

 

MAGNUS KELLY – Em recente reportagem do Correio Braziliense o senhor foi citado como um dos onze integrantes do “time de confiança” da presidenta Dilma Rousseff, fazendo alusão a um time de futebol. A que o senhor atribui essa deferência?

GARIBALDINa verdade essa denominação foi uma criação do Jornal. Mas esse entendimento do Correio eu acredito que tenha sido pela dedicação e empenho que tive para levar a efeito a aprovação do FUNPRESP. A Presidenta Dilma contava muito com isso e nós conseguimos essa vitória. O FUNPRESP deverá ser a maior marca de minha passagem pelo Ministério. Uma conquista esperada e merecida para o servidor.

 

MAGNUS KELLY – O presidente do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), Manuel Dantas, afirma que os gastos da previdência com pagamentos de precatórios tem se tornado uma via de desaguamento de recursos desproporcional e inviável ao contribuinte. Somente em 2010 o INSS pagou R$ 7 bilhões em precatórios contra R$ 1,6 bilhão de todos os outros ministérios juntos. Dantas fala em modernizar a estrutura administrativa do Conselho e diz contar com o seu apoio. Como se daria essa modernização?

GARIBALDI – É, Manuel Dantas tem me falado bastante sobre isso. O ideal é que essa modernização aconteça o quanto antes porque só assim será evitado que muitos casos sejam judicializados. A modernização da estrutura administrativa do Conselho geraria enorme economia e tiraria o Ministério dessa estatística tão perversa. Para tanto, será preciso a instituição de novas câmaras de julgamento, novas juntas de Recursos na Previdência. E tudo isso, acredito, sairia bem mais em conta do que a criação de, por exemplo, um número absurdo de novas varas federais, em sua maioria destinadas a julgar os processos do INSS, futuros precatórios. Dantas tem meu apoio. Esse é um assunto que precisa evoluir.

 

MAGNUS KELLY – Em outubro do ano passado o INSS criou um programa previdenciário específico para as donas de casa de baixa renda, mas muitas delas desconhecem a novidade. Como o Ministério está divulgando? O programa é voltado somente para donas de casa de baixa renda? Qual o percentual a ser pago e por quanto tempo elas têm que contribuir para se aposentar?

GARIBALDI – Na verdade essa é uma conquista histórica no país e precisa, realmente, de uma maior divulgação para que os números de adesões sejam mais expressivos. O programa visa alcançar, principalmente, donas de casa que comprovem renda de até dois salários mínimos. Essas mulheres irão contribuir mensalmente com uma alíquota de 5% do salário mínimo. Aí elas passam a contar com benefícios como salário-maternidade, auxílio-doença, pensão por morte. Também poderão contar com aposentadorias por idade e invalidez. O benefício por idade é concedido após 15 anos de contribuição antes de chegar aos 60 anos idade. Mas mulheres de classe média também podem aderir ao programa, elas só terão que pagar uma alíquota um pouco maior, de 11%.

 

MAGNUS KELLY – Quais os números do Plano de Expansão (PEX) das APS que o Ministério está executando em todo o país e qual o investimento que a previdência está fazendo? Com quantas o RN será contemplado?

GARIBALDI – O PEX (Plano de Expansão) tem uma previsão de construir 720 novas APS (Agência da Previdência Social) em todo o país, levando o atendimento da Previdência a 1.670 cidades brasileiras. Serão construídas novas APS e recuperadas unidades já existentes, cujo investimento total será algo em torno de R$ 1,1 bilhão. Após a implantação do PEX, o Rio Grande do Norte irá contar com 35 APS. Os municípios contemplados com novas agências são Baraúna, Touros (já entregues), Canguaretama, Extremoz, Goianinha, Macaíba, Monte Alegre, Nísia Floresta, Nova Cruz, São Gonçalo Do Amarante, São José de Mipibu e São Miguel.

 

MAGNUS KELLY – A presidenta Dilma tem elogiado bastante os resultados da Sala de Monitoramento. Esse instrumento é uma realização de sua gestão ou já existia no Ministério?

GARIBALDIA sala já existia e foi recentemente elogiada pela Presidenta Dilma Rousseff em um encontro de chefes de Estado. É realmente muito importante para a sociedade os resultados que essa Sala traz, onde tudo o que acontece, nas APS de todo o país, é monitorado em tempo real. Desta forma podemos detectar com mais rapidez onde e o que estaria precisando ser melhorado, bem como saber o que está dando os plenos resultados à população.

 

MAGNUS KELLY – Em fevereiro deste ano o senhor assinou uma resolução que reduz a jornada de trabalho dos servidores do INSS e aumenta o tempo de funcionamento das agências. Essa medida já foi posta em prática em todo o país?

GARIBALDI – Em todo país sim, mas em todas as agências não. E esse é mais um ponto que a Sala de Monitoramento pode avaliar. É uma medida importante que visa a melhoria e a excelência no atendimento ao cidadão. Mas estimamos que cerca de 650 agências, em todo o país, estarão dentro dessa nova forma de atendimento. Quanto aos servidores, o número atual que é de cerca de 12.800, deverá passar dos 13.500 para suprir a demanda quando atingirmos todas essas unidades previstas [650 APS].

 

POLÍTICA

MAGNUS KELLY – As tão faladas ligações telefônicas do senhor a vereadores de Natal intercedendo em favor de Carlos Eduardo no episódio da aprovação das contas de 2008 existiram de fat

o?

GARIBALDI – Sim. Eu fiz algumas ligações para quem eu entendi que tinha abertura política para isso. Fiz porque acredito que o posicionamento do TCE, que é um órgão fiscalizador, foi de aprovação, mesmo que com ressalvas. Meu entendimento, também, é que as eleições devem ser ganhas nas urnas e não no tapetão. Eu e você Magnus, por exemplo, sempre vencemos de forma limpa, nas urnas. Eu não concordo com essa conduta do tapetão. Por isso eu acho que agi certo.

 

MAGNUS KELLY – A sucessão em Natal estaria causando alguma divergência de preferência entre o senhor e o deputado Henrique? Henrique querendo Hermano e o senhor preferindo Carlos Eduardo?

GARIBALDI – De jeito nenhum. A escolha de Hermano é ponto pacífico dentro do PMDB. Não há qualquer divergência entre mim e Henrique. Nosso candidato é Hermano porque entendemos ser a melhor opção para Natal. Agora a escolha é o povo de Natal quem irá fazer. O povo é soberano e devemos respeitar a sua vontade.

 

MAGNUS KELLY – Em um eventual segundo turno com Carlos Eduardo e sem Hermano, o PMDB estaria no palanque de Carlos?

GARIBALDIEssa é uma pergunta que eu deixo pra responder no tempo certo e se esse tempo houver. Segundo turno só se fala em segundo turno.

 

MAGNUS KELLY – A sucessão em São Gonçalo tem causado grandes especulações se o deputado Poti Júnior irá disputar com o atual prefeito Jaime Calado. O que circula hoje no município é que teria sido fechada uma aliança PMDB-PR. O senhor confirma?

GARIBALDI – Já foi anunciada oficialmente essa aliança? Eu não sou a pessoa certa para confirmar ou desmentir tal informação. O presidente do partido, Henrique Eduardo, é quem de direito conduz esse assunto. Não que eu esteja alijado do processo, eu acompanho de perto junto a Henrique, mas o anúncio de uma aliança, caso haja, deve ser feito pelo presidente do partido ou pelo próprio Poti, que é parte interessada, como candidato ou apoiador.

 

(Entrevista realizada no dia 20 de abril de 2012)

SAÚDE PÚBLICA: mais que uma questão social, uma questão de ética

Deu no SÃO GONÇALO NOTÍCIAS.

 

A saúde pública não vai bem. É assim que hoje começo esse artigo. Hoje, sem nominar atores e gestores habituais, saio do perímetro potiguar para abranger a problemática sob uma visão macro. Quero trazer o tema da saúde pública brasileira para a reflexão do leitor.

 

A maioria da população brasileira depende do sistema público de saúde e o SUS, apesar de ser um primoroso modelo em gestão de saúde, ainda está longe de ter sido implantado em sua totalidade. Por falta de recursos, por falta de vontade política, por falta de competência dos que comandam a saúde pública no Brasil.

 

Contudo, admito e reconheço alguns resultados importantes no Sistema de Saúde Pública, como o aumento da expectativa de vida, a melhoria da saúde materna, a redução da mortalidade infantil e o combate a epidemias. Mas ainda é muito pouco e parece um resultado inócuo ao cidadão que precisa utilizar as unidades de saúde básicas nos municípios brasileiros.

 

É claro que existem situações pontuais positivas. Existem, sim, gestores que realizam, que buscam alternativas e que, de fato, priorizam a saúde. E o povo os reconhece. Mas como falei no início, a intenção não é nominar, é mostrar de forma ampla e geral o desenho da saúde pública no Brasil.

 

E não é que 2012 começou com um plus a mais nessa luta por uma saúde pública mais digna, mais abrangente, mais humana e eficiente? Refiro-me a CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) que trouxe esse ano o tema “Fraternidade e Saúde Pública” para a Campanha da Fraternidade, cujo lema é “Que a saúde se difunda sobre a terra”, lançada no dia 22 de fevereiro.

Forte aliado para pressionar o poder público.

 

Mas que, no geral, a saúde pública não vai bem, disso todos já sabemos. O que precisamos saber agora é o que os gestores estão fazendo para resolver isso? Estamos cobrando? Estamos escolhendo bem os que nos representam e têm nas mãos o poder da decisão? De nós o poder emana, e por nós deve ser exercido. Mas está sendo assim?

 

Há de se pensar que a maior chaga na saúde pública brasileira ainda é a corrupção. Ela tem sido a principal causa, por exemplo, da deficiência e ineficiência do atendimento nos hospitais brasileiros. Desvios de recursos públicos impedem a estruturação adequada do Sistema e seu pleno funcionamento. As denúncias estão aí em rede nacional.

 

Já dizia o senador Pedro Simon (PMDB/RS): Lá fora, a dor e a tristeza estão estampadas nos rostos de quem, muitas vezes, está por um fiapo de vida. Lá dentro, entre quatro paredes, o deboche de quem parece não ter mais nem mesmo um fiapo de ética e de humanidade”.

 

É isso que quero trazer à luz do debate. Não pretendo me aprofundar neste momento, nem poderia pela falta de espaço, no entanto, podemos discuti-lo em medidas bem dosadas, dada a vastidão do assunto.

Assim, proponho suscitá-lo pela relevância que tem e pelo ano que vivemos: um ano eleitoral. É sempre o momento ideal para rever nomes, posturas, e tentar acertar nas escolhas.

 

Saúde pública é uma questão social, política e humana, mas, sobretudo, é uma questão de ética. Precisamos reclamar, exigir e tirar do poder os que não estão nos representando com dignidade, nem nos dando o devido retorno por estarem “deitados em berço esplêndido”.

 

A mensagem que queria deixar hoje é a que não podemos, jamais, perder a capacidade de nos indignar, nem de sonhar com uma sociedade mais igualitária. Sempre lembrando que ao delegarmos mandato a esse ou aquele político, a nós é concedido, em contrapartida, o direito de exigir o cumprimento da Constituição, aqui destacando o direito a saúde.

 

E “que a saúde se difunda sobre a terra”. Desejo que compartilho com o cidadão usuário do SUS, com os gestores das três esferas do poder e com os Bispos do Brasil.

*

*

*Magnus Kelly é advogado,
ex-deputado estadual e analista político.

Enfim o ano começou e com ele a contagem regressiva: relógios e calendários marcando 7 de outubro

 

Deu no SÃO GONÇALO NOTÍCIAS.

 

Brasileiro é assim mesmo. Só engrena quando o Momo descansa. Com o fim do carnaval a sensação que se tem é que a ordem natural de tudo e de todos é restabelecida. Escola dos meninos, marcar aquele médico, trabalho, futebol, idéias, ideais, política. Sim, política, e em ano eleitoral, a partir de agora já é dada a contagem regressiva rumo ao decisivo 7 de outubro.

 

Gostaria, então, de fazer um vôo panorâmico sobre parte da Grande Natal, pontuando algumas ações, somente algumas, dos circunvizinhos municípios de Parnamirim, Macaíba, São Gonçalo do Amarante, Extremoz e Natal. Afinal, agora todas as fichas serão postas visando selar a continuidade em outubro próximo.

 

O quinteto escolhido não foi à toa. Tem um propósito. O propósito de parabenizar gestões e gestores que souberam driblar a crise em contraponto a tudo que não se deve fazer, ser, ter, dizer e/ou negligenciar quando se está à frente de uma gestão. Para tanto, darei uns rasantes em sobrevôo. A idéia é aplaudir. E se precisar, vaiar.

 

-Por exemplo, gostaria de destacar a gestão pra frente, positiva, aguerrida e criativa do prefeito Maurício Marques (PDT) em Parnamirim, terra do “for all”, da terceira economia do Estado e Trampolim da Vitória. Vitória essa que deverá chegar em outubro, levando-se em conta que o povo reconhecerá o trabalho de Marques e dirá SIM, queremos a continuidade. A continuidade das obras de drenagem, pavimentação e saneamento; do incentivo à cultura, através de um dos maiores teatros do Estado que está sendo construído no município; continuidade do respeito à educação, onde o município figura com a menor taxa de analfabetismo do RN, melhor ensino fundamental da região metropolitana e melhor piso salarial do magistério do Estado; e porque não destacar que o município vem investindo na saúde uma média anual de 40%, quando a constituição obriga somente 15%, e as cifras desse investimento correspondem a cerca de R$ 193 milhões desde 2009.

Por isso e muito mais, Maurício Marques tem o meu aplauso.

 

-Agora venho parabenizar a prefeita de Macaíba, Marília Dias (PMDB), pela atenção especial que vem dando à população da zona rural, destacando a comunidade de Riacho do Sangue que recebeu investimentos em pavimentação, quadra de esportes e posto de saúde, quando é sabido que investir na zona rural nunca é prioridade dos gestores. Ao que parece, Marília tá fazendo a diferença. Marília também é a prefeita da moradia popular, sendo a sua gestão responsável pelo maior Programa de Habitação Popular já executado no município, considerado o maior do Estado e que já se tornou referência nacional. Até aqui, foram 1.400 moradias doadas pela prefeitura á  famílias carentes, com meta a ser cumprida de mais 1000 moradias até o final do ano. Marília Dias tem o meu aplauso.

 

-Saindo de Macaíba, chego em São Gonçalo do Amarante, terra dos mártires, berço da cultura do RN, celeiro de atletas e artistas. Terra do prefeito Jaime Calado (PR), que tem executado um programa de gestão voltado, entre outros pontos importantes, para a valorização do professor, através da implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários e distribuição de notebooks, bem como investimento no aluno, com a implantação de laboratórios de informática. Destaco que o município deverá estar recebendo este ano recursos da ordem de R$ 158 milhões para a construção de um hospital geral. Os serviços levados a população através do programa “Prefeitura Itinerante” não pode ficar fora de minha lembrança. Jaime Calado tem o meu aplauso.

 

Chegamos agora na Extremoz de Klaus Rêgo (PMDB), onde posso destacar seu trabalho na recuperação de estradas, postos de saúde devolvidos à população e valorização do funcionalismo. Implantação de academias populares deverão acontecer, bem como a tão esperada urbanização das barracas das praias de Genipabu e Pitangui. A realização de um concurso público para preenchimento de vagas nas áreas da saúde e educação também merece destaque. Klaus Rêgo tem o meu aplauso.

 

Enfim, fechando o círculo, cheguei a Natal. Mas falar de Natal pra quê? A gestão Micarla de Sousa (PV) inexiste. Com 90% de desaprovação em um modelo de gestão comprovadamente inoperante e ineficiente, mais de 60% de rejeição dos natalenses e ser lembrada em pesquisa eleitoral por apenas 2% da população quando o assunto é reeleição, será que ainda precisa eu me alongar aqui pra elencar o infortúnio que Natal vive, onde nada funciona e onde a prefeita monta palanque eleitoral fora de época para inaugurar piche como obra de mobilidade urbana de um mundial de futebol, e o clamor do povo que se ressente da péssima escolha que fez em 2008 e conta os dias e as horas para rechaçar o mal que fez a si mesmo? Não. Vou ficando por aqui fazendo coro com a maioria da população votante de Natal: Vaias. Uníssonas vaias. Micarla de Sousa tem a minha vaia.

 

Foi dada a partida para o sete de outubro, quando o povo dirá SIM aos bons e será implacável com os maus [gestores]. Tic, Tac, Tic, Tac… As urnas exaltarão os que realizaram… Tic, Tac, buuuum… e explodirá os que enganaram. Aguardem a rasteira!

 

*Magnus Kelly é advogado,
ex-deputado estadual e analista político.

 

No chão dos Mártires e no Trampolim da Vitória, uma Grande Natal representada pelo desafio, ousadia e compromisso

Coluna “O TEMA E A CENA POLÍTICA”

Jornal SÃO GONÇALO NOTÍCIAS

 

NO CHÃO DOS MÁRTIRES E NO TRAMPOLIM DA VITÓRIA, UMA GRANDE NATAL REPRESENTADA PELO DESAFIO, OUSADIA E COMPROMISSO

Neste momento sinto-me muito à vontade para falar e reconhecer o esforço de duas administrações municipais que insistem e persistem no propó sito de cumprir suas falas de palanque.

Buy Viagra Professional Online Assumir compromissos em campanha é lugar comum, mas honrá-los depois de eleito não ficou para todos.

Olhar no olho do eleitor, muito menos.

Não preciso ir muito longe para citar um exemplo mal sucedido de administração municipal, aqui bem próximo no chão Papa-Jerimum, onde to dos Cheap Antibiotics onlineos dias nos é dada uma aula do que não fazer à frente de uma gestão pública. Simples. É só não copiar a desaprovada, desgastada e desastrada gestão pevista de Micarla de Sousa.

 

Mas voltando ao exemplo bom e do que pode ser seguido, quero me ater à gestão do prefeito Jaime Calado (São Gonçalo do Amarante) e Maurício Marques (Parnamirim). Passando por dificuldades como todas as outras prefeituras

do Estado, esses gestores têm se destacado pela sua ousadia e criativi dade em vencer o desafio

da crise financeira.

 

Não vou aqui elencar todas as ações, até mesmo porque nã o caberia neste artig

o. Vou apenas pontuar algumas que merecem um destaque maior e que, por si só, exemplifica o calibre do gestor diante do caótico cená rio nacional pelo qual passam as prefeituras.

 

CHÃO DOS MÁRTIRES – Por exemplo, dá para imaginar, com toda crise que se vê cotidianamente na gestão da saúde em todo o Brasil, que um município tenha todas as suas unidades de saúde abastecidas de medicamentos? Em São Gonçalo isso acontece.

Vale a nota de que São Gonçalo é a única cidade brasileira que possui três alojamentos para a polícia militar, mesmo sabendo que segurança é dever do Estado. Recentemente, Dr. Jaime Calado anunciou que o município tem 300 ruas para calçar e afirmou que “calçamento” é a palavra de ordem daqui pra frente na gestão. O município possui 19 comunidades carecendo de calçamento e Jaime garantiu que irá calçá-las, parte com recursos próprios e parte com recursos via convênio federal. O município ainda deverá contar com uma emenda do deputado federal João Maia para esta área. O aeroporto de São Gonçalo é outra grande conquista fruto da atuação conjunta de Jaime com parlamentares do RN, além do que será o primeiro aeroporto-cidade do Brasil. Ações em educação, limpeza pública, moradia, esporte, cultura, entre outras, também são uma realidade transformadora no município, mas como falei anteriormente, não caberia elencar neste artigo.

Importante é destacar a realidade hoje do município em contraponto com o atraso sofrido por outras gestões meramente politiqueiras e assistencialistas.

São Gonçalo vive hoje a transformação de um conceito novo de gestão pública.

 

TRAMPOLIM DA VITÓRIA – Em Parnamirim a ousadia e o arrojo do prefeito Maurício Marques são invejáveis. Não dá para não falar nas obras de saneamento, urbanização e na implantação do MINHA CASA, MINHA VIDA no município. O saneamento de Parnamirim trata-se de um super projeto da ordem de R$ 120 milhões. Maurício empenhou-se em uma obra pouco atraente aos olhos de muitos gestores, posto que todo o esforço e recurso investido vai para debaixo da terra.

A atual gestão também investe pesado na obra de drenagem da Avenida Abel Cabral, equacionando um problema antigo e recorrente daquela localidade sempre que chega o período chuvoso. A urbanização da Avenida Petra Kelly é uma ação de destaque de Maurício, que ousou pavimentar 48 ruas adjacentes, iluminar e asfaltar toda a Petra Kelly, instalar uma academia ao ar livre, construir uma lagoa de captação de águas pluviais e um caminhódromo, tudo isso com recursos próprios da Prefeitura, oriundos do IPTU.

Ademais, Parnamirim já tem uma previsão de investimento, através do OGM, de R$ 85 milhões para a saúde e R$ 75 milhões para a educação. E o programa MINHA CASA, MINHA VIDA foi uma grande realizaçã o para

o parnamirinense. O Município, sozinho, concentrou mais de 40% dos recursos destinados ao programa para todo o Estado, totalizando 3.728 unidades habitacionais, distribuídas em oito empreendimentos.

Vale a ressalva da presença marcante da bancada federal do RN, representada pela deputada Fátima Bezerra e Henrique Alves, na captação e viabilizaçã o de recurs

os federais.

 

Pronto. Isto posto, não quero dizer que nã o h

ouve problemas ou falhas, nem tampouco colocar os dois gestores num pedestal.

Mas por uma questão de justiça vale o reconhecimento do esforço de ambos que decidiram parar de ‘chorar as pitangas’ pela queda do FPM e arrecadação, e arregaçar as mangas, provando que com idéias ousadas e uma equipe comprometida com a gestão, os desafios vão sendo vencidos com ética e criatividade.

 

No mais, 2012 s e avizinha

e com ele a expectativa de um novo julgamento popular. Faz-se mister o povo observar o que está sendo realizado hoje por estes gestores ora mencionados – JAIME CALADO e MAURÍCIO MARQUES – e ter o zelo e a preocupação da continuidade, de forma a não permitir que um trabalho planejado e executado com responsabilidade seja interrompido por forasteiros, oportunistas e, muito mais do que isso, verdadeiros carreiristas políticos, sub-produto ‘verde’ do que Natal rejeitou.

Purchase Revia online Ao povo cabe a atenção de saber que São Gonçalo e Parnamirim não são aterros sanitários da sucata e do lixo de um grupo político desacreditado, desaprovado e execrado pela opinião pú blica da capital.

 
 A PERGUNTA DA HORA: Será que o deputado Poty Júnior não será mesmo candidato a prefeito em 2012

? Acredite se qui

ser!

*****

(Magnus Kelly é advogado, ex-deputado estadual e analista político)

A frieza dos números e o calor das realizações

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Coluna “O TEMA E A CENA POLÍTICA”
Jornal SÃO GONÇALO NOTÍCIAS
Edição Setembro/2011

 

A FRIEZA DOS NÚMEROS E O CALOR DAS REALIZAÇÕES

 

Ler números parece uma atividade simples. Dois com dois sempre será quatr o e p

ronto.

Mas ler números de pesquisa vai muito além dessa explícita exatidão. Pesquisa é uma ciência humana e não uma ciência exata. Números de pesquisa representam gente, opiniões e nã o mer

os algarismos.

 

Em São Gonçalo do Amarante, recentemente duas foram postas para a análise do cidadão. Provável candidato pelo PMDB, o ex-prefeito Poty Júnior, saiu na frente com uma pesquisa realizada pelo Instituto SMART, entre os dias 3 e 5 de maio, onde ouviu 400 pessoas e apresentou um cenário favorável ao seu retorno. Segundo a SMART, Poty teria 42,5% contra 26,7% do atual prefeito Jaime Calado (estimulada).

 

Passados quatro meses, outra pesquisa agora realizada pelo Instituto Data Marca foi realizada entre os dias 6 e 9 de setembro, ouvindo 500 pessoas.

Esta inverte o cenário e coloca o atual prefeito Jaime Calado com 51% das intenções de votos contra 29% de Poty Júnior.

 

Números são frios, mas os de uma pesquisa são cheios de opinião e podem trazer muitos recados.

Purchase Revia online Qual dessas duas estaria melhor representando a realidade de São Gonçalo fica para o pró prio povo que as respondeu julgar.

Mas o que vejo nas ruas são ações de uma gestão que se preocupou em realizar mais e divulgar menos.

Viagra for women Sábia decisão, tomada frente a crise financeira enfrentada pela maioria dos municípios brasileiros. Foram dois primeiros anos de muito trabalho e pouca propaganda. Levitra achat P erc

ebe-se que Calado apostou na pesquisa do boca a boca, do olho no olho, quando decidiu fazer mais e divulgar menos.

Agora com serviços prestados e compromissos cumpridos, é chegada a hora de começar a levar aos quatro cantos do município o que vem sendo realizado e o que está por vir. É justo.

 

Já o populismo e a inegável simpatia do seu principal adversário talvez seja a única marca que tenha ficado de sua passagem pelo município, visto que o seu legado é procurado com lupa e olhos d

e lince, e que pouco se encontra para festejar.

Cheap Antibiotics online Aliás, sua pouca vocação para gestor foi atestada pelo próprio Poty

 

Júnior quando, no plenário da Assembléia, recentemente, admitiu que o que gosta mesmo é de ser

deputado.

Viagra price Somando-se a esse “entusiasmo” vem outra declaração, agora do deputado Henrique Eduardo Alves, feita em entrevista a jornalistas, quando do término da última reunião da executiva do partido, em que ele diz: “O PMDB lançará o maior número possível de candidatos a prefeito, em todo o Estado, para 2012.

Mas só lançaremos candidatura própria aonde for realmente viável. Em São Gonçalo sabemos que, hoje, Poty não é o favorito. Se este quadro permanecer, nã o serem Best price viagra os radicais. Estaremos abertos a alianças. Só lançaremos onde for realmente viável”. Essa é uma realidade ventilada dentro do próprio partido. É uma informação valiosa que não saiu de nenhuma amostragem de opinião pública.

 

Mas, voltando e analisando as pesquisas tão contraditórias, realizadas em um espaço de tempo relativamente pequeno, fica difícil crer qual representou a frieza dos números e qual representou o calor da opinião. Não pretendo aqui desmerecer nenhum Instituto, mas também não deixarei que nenhum Instituto desmereça minha capacidade de perceber o que foi São Gonçalo e o que é São Gonçalo. Na dúvida saio às ruas e faço a minha pesquisa, acionando o chamado “olhômetro” e conv

ersando aqui e ali.

A mim não resta dúvidas que o trabalho do prefeito Jaime Calado tem sido reconhecido pelo povo e que as realizações, que só agora estão sendo mais maciçamente divulgadas, chegam a todas as comunidades com um nível de satisfação confortável a atual gestão.

 

Sei não. Entre um simpático populista e um “calado” que trabalha, fico com a simpatia das realizações, levadas à efeito na medida em que atual ordem financeira permitiu, que ficarão como herança, vistas a olho nu, e que ainda poderã o ser c Viagra cheap ontinuadas. Basta que números, opiniões e realizações estejam do mesmo lado, ou melhor dizendo, no

mesmo palanque.

 

A COPA, o legado e a realidade das prefeituras brasileiras

Coluna “O TEMA E A CENA POLÍTICA”
Jornal SÃO GONÇALO NOTÍCIAS
Edição de Agosto/2011

Um país quando escolhido para sediar um mundial de futebol vive momentos e expectativas que podem ir do êxtase à frustração. Um “continente” chamado Brasil é a bola da vez.

Viagra for women Estamos com a bola da copa nos pés e o compromisso nas mãos de realizar um mega evento,

uma das melhores e maiores das Copas.

Viagra cheap O mundo não espera nada menos do que isso do país de Pelé.

 

Mas o país do futebol também é o país da burocracia, dos desvios dos recursos públicos, das licitações “esquisitas”, dos apadrinhamentos e favorecimentos às empreiteiras e construtoras com DNA e CPF de político. Fica difícil controlar. Serão milhões e mais milhões derramados nesse chão canarinho.

 

Mas nem tudo são flores. O entusiasmo de ter ganho de presente ser uma sub-sede da Copa traz atrelado a si as dificuldades financeiras vividas hoje por, praticamente, todos os municípios brasileiros. A queda do FPM tem sido o motivo de agruras, pesa

delos e desastres administrativos Brasil afora.

Levitra achat Mas também tem servido de prova Best price viagra de fogo para testar os realmente bons gestores.

Saber gerenciar a crise e vencê-la com criatividade não é tarefa fácil, e isso tem sido motivo para muitos gestores atingirem altos índices de desaprovação por parte da populaçã o, principalmente do eleitorado que os elegeu.

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A liberação dos recursos federais para as obras da Copa, principalmente o que tange a mobilidade urbana, tem encontrado um obstáculo legal poderoso: o CAUC (Cadastro Único de Convênios). Das doze sub-sedes da Copa do Mundo de 2014 apenas três tiram nota 10, com louvor, por não figurarem no famigerado Cadastro: Porto Alegre, Curitiba e Belo Horizonte (segundo informações no Portal do SIAFI, em 8 de agosto). As demais aparecem, comprometidamente, da seguinte forma:

 

Cuiabá – 2 ocorrências

São Paulo – 3 ocorrências

Fortaleza – 4 ocorrências

Manaus – 4 ocorrências

Recife – 5 ocorrências

Natal – 6 ocorrências

Brasília – 7 ocorrências

Rio de Janeiro – 7 ocorrências

Salvador – 10 ocorrências

 

A falta de recursos associada a alguns casos de ingerência administrativa levaram essas capitais ao obscuro cadastro dos “ficha suja”. O tempo para as obras da Copa vai se exaurindo, as pendências vão sendo sanadas a passos de tartaruga e o fantasma de exclusão do roteiro do mundial vai assombrando alguns prefeitos (ainda que não admitam).

 

Vale a lembrança que o legado de um evento desse porte se sobrepõe demasiadamente sobre o próprio evento. Obras de mobilidade urbana (viadutos, túneis, abertura de novas vias de escoamento de trânsito); implantação de novas modalidades de transporte coletivo de massas, como o VLT, e melhoria e expansão no sistema já existente; modernização e construção de aeroportos; são os principais legados que ficarão e que só chegariam às populações no volume e celeridade que deverão chegar atravé s de um evento como e Cheap Antibiotics onlineste.

 

Há de se ter cautela com esses milhõ es prom etidos e previstos.

A malversação desses recursos pode promover o favorecimento de um pequeno grupo de golpistas pú blicos e privados, em detrimento de todo um povo.

Buy Viagra Professional Online Purchase Revia online Superfaturamento poderá ser a “jabulani” desta Copa brasileira e o rombo pode ser desmedidamente maior que o benefício.

 

Mas que venha a Copa, que venham os recursos e que venham as obras, mas que isso não sirva de oportunidade para agentes políticos, empresas privadas e oportunistas travestidos de gestores usurpem o erário e a dignidade do cidadão. Afinal, a Copa é o maior evento esportivo do mundo, mas ela não pode ser maior que o brasileiro nem que toda uma nação.

 

Por Magnus Kelly

(Magnus Kelly é advogado, ex-deputado estadual e analista político).