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Posts da ‘ENTREVISTA’

Em entrevista, Carlos Eduardo fala de suas prioridades e metas para os próximos quatro anos de sua nova gestão

Deu no PDT Nacional (http://www.pdt.org.br/).

carlos-eduardo_votando

Foto Kallyna Kelly

A capital potiguar escreve nova página em sua história política e o seu protagonista é o prefeito reeleito Carlos Eduardo (PDT-RN). Ele venceu as eleições deste ano já no primeiro turno com 63,42% – uma inédita e expressiva maioria sobre os seus adversários, cuja “performance” do segundo colocado não passou dos 13,37%. “O resultado das urnas reflete a aprovação da nossa administração”, afirma Carlos Eduardo.

Mas o líder pedetista prefere falar de gestão. Ele, que cumprirá de 2017 a 2020 o seu quarto mandato no comando da capital do Rio Grande do Norte, bate um papo conosco, prestando contas do muito que já realizou em Natal e de seus projetos e metas para a gestão vindoura.

Nesta entrevista, Carlos Eduardo fala do resultado expressivo que lhe deu a vitória no primeiro turno, destaca áreas prioritárias para sua nova gestão como educação e saúde, bem como ações importantes nas áreas de mobilidade, urbanização, cultura e turismo.

 

PDT – O senhor foi reeleito no primeiro turno com 63,42%, representando uma maioria expressiva sobre seus adversários, algo jamais visto na história de Natal. Como o senhor avalia esse resultado, justamente quando a classe política vive um momento de tamanho desgaste?

Carlos Eduardo – Acredito que o resultado das urnas reflete a aprovação da nossa administração. Fizemos uma campanha propositiva, sem atacar adversários, e sem promessas mirabolantes ou inexequíveis, e a população entendeu que nesse momento difícil que o país atravessa com recessão e a consequente queda de receitas, é preciso experiência e uma administração austera. Foi isso o que fizemos nos últimos três anos e meio e mostramos que apesar de termos recebido uma prefeitura destroçada, em virtude de uma administração irresponsável, que nos antecedeu e colocou Natal negativamente no noticiário nacional, conseguimos resgatar a cidade e, mesmo com a queda de receitas, temos conseguido fazer muito pela cidade. Ainda há muito por fazer e, com pés no chão, nos propusemos a fazer isso. Seguir em frente, usando a experiência que temos em três mandatos e buscando avançar, sem prometer o impossível. Além disso, temos, e disso me orgulho, uma vida pública limpa, respeitada pela população, sem escândalos e que prima pela seriedade e probidade, daí não termos enfrentado tanto assim o desgaste da classe política.

 

PDT – Quais as suas prioridades para essa nova gestão?

Carlos Eduardo – Como disse na campanha, nossa prioridade é continuar avançando principalmente na Saúde e na Educação. Fizemos muito nessas duas áreas. Em 2015, a Educação ficou com 30% das receitas do município e a Saúde com 26%, portanto, bem acima do limite constitucional. Vamos ampliar a oferta de vagas na educação infantil, concluir e colocar para funcionar a quarta UPA do município e promover o concurso para profissionais da saúde, especialmente médicos. Ainda este ano queremos lançar o edital de licitação dos transportes e dar seguimento às obras de proteção de encosta nas praias centrais da cidade que tem sofrido com o avanço do mar.

 

PDT – Existe alguma obra que o senhor gostaria de destacar que, por razão da crise financeira, não teria sido possível concluir ou realizar, mas que será realizada nessa próxima gestão?

Carlos Eduardo – Sim, eu destacaria, especialmente, as obras do Projeto de Urbanização Integrada do Lagoa Azul, que abrange vários conjuntos da zona Norte de Natal. Colocamos pioneiramente em funcionamento o conceito de urbanização integrada, quando na outra gestão fizemos as obras no bairro de Nossa Senhora da Apresentação e em comunidades carentes como África e Passo da Pátria. Tínhamos já na época o projeto do bairro Lagoa Azul, mas não deu tempo de iniciarmos. Nesta gestão, enfrentamos a crise financeira e tivemos muitas dificuldades em liberar recursos para essa obra junto ao governo federal, o que só aconteceu no primeiro semestre deste ano. Ainda enfrentamos, contudo, entraves de ordem financeira, mas são obras que irão implicar em um importante salto de qualidade na infraestrutura da zona Norte, beneficiando diretamente cerca de 70 mil pessoas residentes nas localidades atendidas.

 

PDT – Para a área da educação, já mencionada pelo senhor como prioritária, há a previsão de avanços?

Carlos Eduardo – Muito investimos em educação já nessa gestão. Construímos 13 CMEIs (Centro Municipal de Educação Infantil) e recuperamos outros 14. Investimos não só em sua estrutura física, mas na estrutura pedagógica, na qualidade da merenda e do fardamento escolar que oferecemos a nossas crianças, na implantação do Passe Livre. Para os próximos quatro anos temos metas a perseguir, entre elas a construção de outros 22 CMEIs, dos quais já demos a ordem de serviço para a construção de três, e mais seis escolas de Ensino Fundamental, ampliando ainda mais a oferta de vagas na rede pública municipal.

 

PDT- E para a área da saúde?

Carlos Eduardo – A saúde é um desafio para todos os gestores públicos. Há um evidente subfinanciamento do setor. O gasto brasileiro com o SUS é de US$ 591 per capita, enquanto na Argentina chega a US$ 1.167. Isso sem falar na injustiça que se comete com os municípios que paulatinamente têm assumido mais e maiores atribuições, sem a efetiva contrapartida dos demais entes da federação. A Constituição obriga os municípios a destinarem 15% das receitas para a saúde, mas em Natal chegamos a 26% no ano passado. Construímos UPAs, implantamos o primeiro hospital municipal, renovamos a frota do SAMU, inauguramos duas maternidades e temos recebido uma contrapartida insuficiente para manter esses serviços, sem falar na grande quantidade de pacientes que vem do interior para serem atendidos na capital, mesmo sem a devida pactuação com o município de origem. Apesar desse quadro, queremos continuar investindo na manutenção e ampliação dos nossos serviços com a ampliação das equipes do Saúde da Família, a construção de nove novas Unidades de Saúde e a conclusão do concurso para a área, além da entrada em funcionamento ainda este ano de mais uma UPA. Enquanto isso, estamos tentando obter na Justiça os repasses devidos de outras esferas de governo dentro da gestão tripartite preceituada pelo SUS.

 

PDT – O trânsito e o transporte público têm sido um dos maiores problemas de gestão nas capitais brasileiras. Como o senhor tem tratado essa questão em Natal?

Carlos Eduardo – A mobilidade urbana é uma área que nos traz novas demandas todos os dias. A cidade não para de crescer e por sermos a capital recebemos também um fluxo extra de pessoas em nosso trânsito que não residem na cidade, mas que circulam para trabalhar ou para usar os nossos serviços. Mas a nossa gestão está atenta a isso e já estamos pondo em prática algumas ações como a implantação de binários e corredores semiexclusivos para ônibus. O sistema de binários permite que o trânsito tenha maior equilíbrio de fluxo entre as vias da cidade, já os corredores de ônibus proporcionam mais rapidez e conforto no transporte de massa, que deve ser incentivado. Ainda sobre transporte público, podemos acrescentar que até o final da primeira quinzena de novembro deste ano estaremos publicando os editais da licitação do transporte público e bilhetagem eletrônica de Natal, o que trará melhorias significativas e há muito tempo esperadas pelo usuário do transporte público da capital.

 

PDT – Natal é uma cidade turística, nacionalmente conhecida por suas belezas naturais. Como a prefeitura explora esse potencial em prol da cidade e do cidadão?

Carlos Eduardo – É, de fato Natal é a “Noiva do Sol”, como já dizia Câmara Cascudo. Mas Natal não é só praia e sol. O turismo é nossa principal atividade econômica e merece da Prefeitura a atenção e apoio. Nosso papel é acima de tudo cuidar da cidade, estamos promovendo a proteção costeira da praia e as obras de urbanização da orla, damos uma atenção especial a limpeza e a manutenção da infraestrutura da cidade porque tudo isso resulta em satisfação do turista que nos visita. Além disso, temos trabalhado com eventos que movimentam a economia e atraem os turistas. Os maiores exemplos são o Natal em Natal, uma série de atividades culturais que iniciam em novembro, quando a cidade fica toda iluminada para o final do ano, inclusive a maior e mais bonita árvore de Natal do Brasil, e segue até o réveillon. Também resgatamos o carnaval de Natal, uma tradição que estava esquecida e com isso trouxemos a família natalense de volta para as praças, para os blocos de rua, para assistir aos shows, e com isso trouxemos o turista também. Foram beneficiados o hoteleiro, o dono do restaurante, o taxista, o vendedor ambulante, enfim, toda uma cadeia produtiva. Tivemos uma circulação de pessoas em nossa cidade próxima de 400 mil. Vamos trabalhar para buscar mais parceiros e consolidar os já existentes, para que nos próximos quatro anos o nosso Carnaval Multicultural cresça ainda mais e se consolide como uma festa para o nosso povo, mas que também tenha capacidade de atrair mais visitantes e, quem sabe se consolidar como mais um pólo importante de carnaval no Nordeste.

 

PDT – Natal tem despontado nos meios culturais brasileiros como uma cidade que se interessa e incentiva a produção e a difusão cultural. Qual será a política municipal para o setor no novo mandato?

Carlos Eduardo – Nós decidimos dar um tratamento institucional para a cultura em nossa cidade. Criamos a secretaria Municipal de Cultura e aderimos ao Sistema Nacional de Cultura, com isso passamos a ter uma atuação sem personalismo, através de editais públicos e com a participação da classe, inclusive na formulação do Plano Municipal de Cultura que enviamos à Câmara Municipal e esperamos que seja votado ainda este ano. Nossa proposta é fortalecer o Fundo de Incentivo à Cultura para que possamos com isso firmar parcerias com a classe artística local como já fizemos até aqui. Além disso, temos a Lei municipal de incentivo a Cultura que tem tido crescentes disponibilização de recursos de renúncia fiscal. Claro que com a crise econômica tem sido mais difícil a captação de recursos tanto na esfera pública, através do FIC, como na iniciativa privada com a renúncia fiscal, mas são instrumentos que esperamos possam ser reforçados a partir da retomada da economia. Sem falar, nos eventos de projeção nacional, como citei anteriormente, especialmente o Natal em Natal e o Carnaval.

Carlos Eduardo: “A nossa gestão está aprovada pela maioria dos natalenses, então achamos que devemos continuar e avançar em tudo aquilo que realizamos em favor de Natal”

O prefeito Carlos Eduardo (PDT) concedeu uma entrevista ao jornal Tribuna do Norte, publicada neste domingo (04), onde abordou os mais variados temas da administração pública. A entrevista faz parte de uma série que o jornal está realizando com todos os candidatos que disputam a prefeitura de Natal.

Na oportunidade, o gestor prestou contas de sua gestão, apresentou propostas do seu Plano de Governo, falou em aprovação e sucessão municipal.

“Encontramos uma cidade abandonada e conseguimos reerguer a prefeitura. A nossa gestão está aprovada pela maioria dos natalenses, então achamos que devemos continuar e avançar em tudo aquilo que realizamos em favor de Natal”, destacou Carlos Eduardo.

Assista ao vídeo da TN On Line e clique no link abaixo para ter acesso a todo o conteúdo da entrevista.

http://www.tribunadonorte.com.br/noticia/carlos-quer-ampliar-programas-para-humanizar-a-cidade/357203

Carlos Eduardo denuncia: Pessoas contratadas estariam visitando eleitores dizendo que Carlos Eduardo não é mais candidato

“Estão criando uma movimentação pra vender à opinião pública, para o eleitor, que eu não sou mais candidato.

Existem pessoas contratadas indo de casa em casa dizendo que eu não sou candidato. Eu já estou colhendo provas e será objeto de uma ação judicial contra os autores”.

 

Se já sabe, Carlos Eduardo não revelou os autores. Sabe-se que são muitos os interessados. O modus operandi é bem peculiar. Mas o momento não cabe acusações e, sim, apurações.

Aguardemos.

Carlos Eduardo desmente Enildo Alves sobre a falta de autorização da Câmara para a venda da conta da PMN ao Banco do Brasil em sua gestão

Na imprensa, no plenário e nos corredores da Câmara de Vereadores de Natal, e onde quer que chegue, o vereador-líder da Prefeita Micarla de Sousa, Enildo Alves (DEM), dissemina uma informação inverídica sobre o episódio da venda da conta da prefeitura do Natal ao Banco do Brasil à época da gestão do prefeito Carlos Eduardo.

Mas segundo Carlos Eduardo, Enildo Alves mentiu.

Carlos Eduardo explicou, em entrevista na 96FM, que não é necessária licitação, nem tampouco autorização da Câmara de Vereadores, para vender a conta da prefeitura a bancos públicos. Se a venda fosse feita a uma instituição financeira privada, aí sim, precisaria da autorização dos vereadores. Em geral, os gestores públicos preferem contratar com bancos oficiais, como a Caixa Econômica ou Banco do Brasil.

“Por duas vezes, durante a minha gestão, eu vendi a conta da PMN e a Câmara não criou problemas.

Primeiro à Caixa depois ao Banco do Brasil. O que aconteceu foi que, ao final do meu mandato minha candidata a prefeita perdeu a eleição e quando ela perdeu eu perdi a força na Câmara. Assim é a nossa cultura política atrasada de querer agradar quem está chegando ao poder, uma adesão despudorada que existe pelo Brasil afora.Aí a Câmara de Vereadores votou um casuísmo dizendo que eu não poderia ter vendido a conta, desmentindo eles mesmos anteriormente. Isso tudo é falácia”, completou Carlos Eduardo.

 

***

O BLOG COMENTA: Arauto de mais uma mentira em desfavor do ex-prefeito, Enildo Alves segue firme e cego em sua saga de rancor contra o parente Alves, no intuito de tirá-lo da disputa de outubro no tapetão. Na falta de argumentos, o tapetão é o que lhe resta. E as inverdades.

Carlos Eduardo: “A prefeita é uma inimiga pessoal que eu tenho”

Em entrevista ao jornalista Diógenes Dantas, na 96FM, na manhã desta terça-feira (15) o ex-prefeito e candidato a prefeito Carlos Eduardo Alves, trouxe os esclarecimentos sobre a total falta de precedentes em câmaras municipais, assembleias legislativas e congresso nacional sobre a desaprovação das contas de gestores públicos, por estas instituições, em discordância com os relatórios dos Tribunais de Contas.

Carlos explicou que o TCE é o órgão técnico competente para julgar as contas dos gestores. A priori, as câmaras seguem a indicação do tribunal. E a indicação do TCE é de aprovação das contas do ex-prefeito.

Segundo Alves, o que está acontecendo é uma perseguição à sua candidatura por parte da bancada da prefeita, comandada pelo seu líder, o vereador Enildo Alves. “A prefeita é minha adversária política e uma inimiga pessoal que eu tenho. Trata-se de uma manobra politiqueira”, disparou Carlos Eduardo.

Em entrevista ao ‘Jornal da Câmara’, Henrique Alves fala da Previdência do servidor, do Código Florestal e da Lei Geral da Copa

Em sua 11ª legislatura consecutiva, o deputado Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) que foi reconduzido ao cargo de líder do partido na Câmara neste ano, função que ocupa desde 2007, tendo sido eleito sucessivamente por aclamação, falou ao Jornal da Câmara sobre Previdência do servidor e temas polêmicos como Código Florestal e Lei Geral da Copa.

JC – Quais as principais propostas que estão na pauta neste ano na avaliação dos integrantes do seu partido?

HEA – São muitos temas relevantes.

Dois deles, que devem exigir nossa atenção e nosso esforço, são o fundo de previdência do servidor e a distribuição dos royalties do pré-sal. O regime de previdência complementar do servidor público federal representa um avanço importante para o País e uma garantia de equilíbrio das contas públicas no longo prazo. Já em relação aos royalties, o Congresso tem o dever de permitir a distribuição das riquezas a estados e municípios não produtores.

 

JC – Qual a posição do PMDB sobre o Código Florestal?

HEA – Nós avaliamos de forma clara que é preciso conciliar preservação do meio ambiente e desenvolvimento de atividades produtivas.

Devemos permitir que aqueles que trabalham com a terra e fazem dela seu futuro tenham garantias para continuar produzindo.

São eles que fazem deste País um dos maiores exportadores do mundo. O texto aprovado pela Câmara já representa uma vitória. No Senado, ele foi aprimorado e devemos sugerir alguns poucos ajustes neste ano. Eles ainda estão sendo discutidos entre os integrantes do partido com o objetivo de chegarmos a um consenso, mas não há dúvida de que o texto que sair desta Casa será uma vitória para o País.

 

JC – E sobre a Lei Geral da Copa

?

HEA – Nesse tema, parece que o governo está chegando a um ponto comum em relação aos aspectos mais divergentes. Deve ser permitida a venda de bebidas alcoólicas em lugares específicos, mas não por vendedores ambulantes.

Também deve ser permitida a meia-entrada para grupos que têm direitos a esse benefício. Deve-se ainda garantir ingressos populares para pessoas de baixa renda, que não têm condições de comprar um ingresso para o evento, que costuma ser caro. O importante aqui é que o Brasil vai dar conta do grande desafio que se propôs e mostrará ao mundo que pode receber um evento desse porte.

 

(Jornal da Câmara, Nº 2730, de 7 de fevereiro de 2012 – ENTREVISTA COM LÍDERES)

Carlos Eduardo fala à TN sobre destinos do PDT, desastre da atual administração de Natal e possível aliança com o PMDB em 2012

Veja, na íntegra, a entrevista do ex-prefeito, Carlos Eduardo ( PDT) Cheap Antibiotics online ao Jornal Tribuna do Norte deste domingo (14).

Por Anna Ruth Dantas.

TN – O que o senhor, como presidente estadual do PDT, fará com os detentores de mandato que não lhe apoiaram no pleito ao Governo (em 2010)?

CE- Na campanha (de 2010) nós não contamos com o apoio de seis prefeitos do PDT.

Dos sete prefeitos Buy Cialis online do PDT, só ti vemo

s o apoio do prefeito de Parnamirim (Maurício Marques). Os demais aderiram a Rosalba (Rosalba Ciarlini, do DEM) ou a Iberê (Iberê Ferreira, do PSB). Em muitos municípios, cujo levantamento o partido

está fazendo, que não apoiaram o candidato a governador e os candidatos que o partido apoiou na chapa majoritária, nós estamos, realmente, fazendo uma intimação para que essas pessoas se retirem da legenda. O objetivo do PDT é fazer essa reestruturação, não pretende ser um partido de quantidade, mas de qualidade. Um partido, por exemplo, onde tenha pessoas com mais consciência política, com espírito público, gente que esteja interessada em fazer parte de um partido, participar das suas decisões e acompanhar a legenda.

Dos sete prefeitos, os seis vão sair. Já dispensamos o de Montanhas, Tibau do Sul, o de Jardim de Piranhas, o de José da Penha e estamos em processo de dispensa do prefeito de Barcelona.

 

TN – O PDT vai requerer esses mandatos

?

CE – Nós não vamos requerer. Vamos apenas pedir para que eles saiam.

TN – O senhor não teme, com isso, enfraquecer o PDT. O partido poderá chegar a 2012 com as bases fragilizadas?

CE – Mas de que adianta ter sete prefeitos e contar só com um. Veja que o PDT teve chapa pura e mesmo assim os outros prefeitos não acompanharam o partido. Onde nós chegamos nos municípios deles, eles se retiravam logo cedo para não esperar o candidato a governador e a chapa majoritária. É melhor ter um partido pequeno, mas mais homogêneo, de pessoas que tenham mais consciência política, que façam adesão consciente ao partido. Purchase Revia online Vamos democratizar o partido. Nossas decisões não serão de cima para baixo.

Teremos a prática de reunir, discutir, ajudando a criar uma cultura partidária e fazer com que essas pessoas saibam que na agremiação a maioria decidindo, a minoria tem que seguir. Best price viagra

 

TN – Falando agora sobre o pleito 2012, nesse momento Carlos Eduardo é candidato a prefeito de Natal

?

CE – Eu sou pré-candidato. Naturalmente, estamos em 2011 e não vamos resolver a eleição de 2012 em 2011. Esse é o momento em que nós estamos reorganizando, reestruturando o partido, fazendo novas filiações, organizando internamente o partido, fazendo crescer e o ano que vem é o ano próprio das eleições, de definição das alianças e nós, certamente, vamos buscar transformar a pré- candidatura numa Viagra price candidatura. O que nos anima até o momento é chegar em qualquer parte de Natal e encontrar sempre manifestações de convocação, de apelo para que a gente volte para Prefeitura de Natal.

 

TN – O que pode viabilizar sua candidatura a prefeito?

CE – Nesse momento de pré-candidatura analisamos as dificuldades, mas, por outro lado, vemos com bastante otimismo porque enquanto houver apoio popular, não só no que encontramos na cidade, mas em seis ou sete pesquisas já divulgadas que nos colocam em situação de primeiro lugar absoluto.

Não contamos com o pessimismo, não contamos com outra

alternativa que não seja a gente possa transformar a pré- candidatura em

candidatura.

 

TN – E o que p

ode inviabilizar a sua candidatura?

CE – Só o processo vai dizer.

Não adianta eu lhe responder uma situação que vai acontecer ano que vem, quando a gente ainda está praticamente no meio do ano e isso significa dizer a mais de um ano da convenção.

 

TN – Uma recente aliada sua foi a ex-governadora Wilma de Faria, com quem o senhor esteve em 2008.

Há possibilidade dos senhores estarem juntos em 2012?

CE – Nós temos uma orientação do diretório nacional do PDT que indica que as nossas alianças para as eleições do ano que vem tenham como prioridade partidos que estão na base aliada Buy Viagra Professional Onlinede sustentação do Governo Federal. Naturalmente, a gente tem que respeitar as decisões de todos os partidos. É legítimo que todo partido queira lançar candidatura própria e dessa forma chegar ao governo e fazer valer suas ideias. Com relação à governadora Wilma ela é da base alia

da. Eu posso dizer que tenho diálogo com ela, embora não tenha conversado com ela há algum tempo. Mas tenho diálogo. Acho que, naturalmente, mesmo respeitando a legitimidade de candidaturas próprias e sobretudo o PSB que tem representatividade política para tanto, acho que se pode conversar, dialogar. Isso faz parte do processo eleitoral. Ou seja, as alianças e a escolha do vice-prefeit

o.

 

TN – Seria um espaço a abrir para o PSB, o espaç o de vice-prefeit

o?

CE – Veja, eu não posso me antecipar a isso. Não posso especular isso. É contraproducente você fazer qualquer proposta no período que estamos vivendo, tão distante ainda até das convenções.

 

TN – E o PT? O partido é da base, mas tem candidato próprio, Buy Viagra Professional Online Pharmacy que é o deputado estadual Fernando Mineiro.

Então o caminho de 2012 é cada um lançar um candidato?

CE – Tudo pode acontecer até porque, repito, é legítimo, a lei permite. Então é natural que se não houver uma convergência que cada partido lance suas próprias candidaturas e essas alianças fiquem adiadas para o segundo turno.

 

TN – Mas isso não enfraquece?

CE – É uma situação para ser discutida em momento próprio. E esse momento é em 2012.

TN – O deputado federal Rogério Marinho (PSDB), pré-candidato a prefeito de Natal, afirmou, em entrevista à TRIBUNA DO NORTE, que o senhor é o responsável pela administração da prefeita Micarla de Sousa.

Como o senhor avalia essa afirmação?

CE – Essa é o tipo da afirmação que representa uma agressão a inteligência alheia. Eu tenho certeza de que só o próprio suplente de deputado Rogério Marinho acredita na sua própria mentira. É tão ridículo que não vou nem mais comentar.

 

TN – Com relação à gestão Micarla de Sousa, chega com um desgaste ao terceiro ano.

Onde foi que a prefeita errou?

CE – Micarla foi minha vice, mas foi escolhida por um conjunto de partidos e lideranças políticas dentro da nossa coligação, a qual ela fazia parte ainda no PP. Dessa forma, não foi uma escolha pessoal do prefeito, foi dos partidos aliados, com a concordância do partido ao qual eu pertencia.

Ganhamos a campanha no segundo turno. A minha convivência com Micarla Buy Ethionamide Online without prescription só demorou os primeiros três meses da minha administração (de 2008), quando aí verifiquei que nós éramos incompatíveis, na forma de fazer política, na visão administrativa e foi por isso que houve o afastamento. Viagra cheap Eu sabia, em 2008, pelo que conheci, que ela era despreparada para exercer a Prefeitura de Natal. Eu tinha essa forte impressão que se consumou quando ela ganhou a eleição e veio o seu governo. Então, ela é desprovida de preparo para o exercício da função. Ela é despreparada e a consequência disso é Natal estar vivendo a pior administração que se tem notícia nos últimos 50 anos.

 

TN – 2012 será o “tira-teima” entre Carlos Eduardo e Micarla de Sousa? Os senhores irã o se enfrentar pela primeira vez.

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CE – Essa é uma previsão que está dentro do cenário político. Até porque ela é a minha principal adversária. Ela assumiu a prefeitura e patrocinou uma perseguição implacável, e persegue até hoje, nossa administração. Ela e seus auxiliares através da mentira, de falsas informações. Ela não teve pejo de tentar através disso me incompatibilizar com o povo de Natal. Apesar disso, o que encontro nas ruas de Natal são apelos e manifestações de convocação para que eu volte para prefeitura e as pesquisas mostram isso. Acho que a administração dela é desastrosa. Se ela pensa diferente do que estamos dizendo que ela se candidate, participe.

 

TN – O senhor vai para a disputa em 2012 sem Buy combivir o Governo do Estado, já que a governadora Rosalba Ciarlini (DEM) não é sua aliada, sem a Prefeitura do Natal, já que é adversário de Micarla de Sousa. Isso não torna o cenário muito adverso?

CE – Veja bem, é muito difícil a gente se projetar no mês de agosto para eleição que terá convenção em junho do ano que vem. Tudo que se colocar é hipótese. É muito difícil falar por hipótese. Porém, quem vai dizer realmente isso, qual a nossa coligação ou se não teremos condição de nos coligar, como vamos para a convenção, se transformamos a pré-candidatura em candidatura, é o processo.

 

TN – Como estão suas conversas com o PMDB?

CE – Este ano eu creio que os partidos todos estão voltados para o fortalecimento interno das suas estruturas partidárias, até como estratégia que pode naturalmente vingar.

Todos estão com pré-candidatura e faz parte. Tem havido conversa, eu tenho conversado, mas são ainda conversas informais. Conversas de análise do quadro político, possibilidades de aliança, mas não passa disso. Dessa forma já conversei com Garibaldi, com Fátima, com Wilma de Faria (PSB), com Antenor Roberto (PC do B). Enfim, é o que pode acontecer nesse momento, conversas, nada de definitivo.

 

TN – Essas conversas de 2012 poderão já fechar acordo para 2014

?

CE – Não tem acordo nem para 2012 e muito menos

para 2014. Essas conversas têm tratado da possibilidade de aliança, mas só serão confirmadas ou não ano que vem.

 

TN – O senhor tem conversado com o DEM?

CE – Não conversei nem com o DEM e nem com o PSDB, desses partidos que têm a maior representatividade política e eleitoral no cenário nacional e aqui.

 

TN – Eles (DEM e PSDB) estariam fora do seu possível arco de aliança?

CE – Toda eleição o diretório nacional, reunindo diretórios estaduais e municipais, tiram posição de orientação de alianças. Suponho que será uma orientação semelhante a de 2010, dá prioridade a partidos da base aliada. Viagra for women Mas eu não sei se haverá fechamento de questão para que sejam só partidos da base aliada. Essa é uma decisão que o partido já anunciou que vai tomar ainda nesse ano de 2011.

 

TN – O senhor, como líder do PDT, defende aliança apenas com partidos da base ou alianças com qualquer partido?

CE – Defendo a prioridade com os partidos da base aliada, mas não defendo questão fechada.

 

TN – Houve alguns comentários que o senhor poderia deixar o PDT. O que há de verdade nessa história?

CE – Nosso país vive um estado puro de eleição. Nós precisamos de uma reforma política e entre todas iniciativas para que a gente possa melhorar o processo político e a representação política, acredito que esteja também um distanciamento de uma eleição para outra. O que acontece é que acaba uma eleição começa outra. E aí nós vivemos esse lado que não é tão positivo, de que pela proximidade de uma eleição da outra, a gente vê avultar mais nomes de candidaturas do que mesmo os problemas que precisam ser discutidos. Isso é que é relevante e perde espaço por essa proximidade, onde a gente fica permanentemente na discussão política de quem vai mudar de partido, ser vice, de quem vai se aliar. Acho que a política perde o interesse da sociedade que não aguenta tanta política como se faz no Brasil.  A reforma política é prioridade para o Brasil dentro todas as reformas, precisamos distanciar uma eleição para outra.

 

TN – A proximidade familiar que há entre o senhor, o deputado federal Henrique Eduardo Alves e o ministro Garibaldi Filho poderá levar o PMDB a lhe apoiar em 2012?

CE – A política ela tem outros valores. A questão familiar ela pode, por uma questão de afinidade, aproximar. Mas a política tem outros valores. Acredito que a minha candidatura se coloca muito mais na experiência exitosa que tivemos como administrador de Natal, quando administramos sem desvio ético, colocando o interesse da cidade acima de todo e qualquer outro interesse, quando no provimento dos cargos o fizemos com pessoas com o perfil para o exercício da função e dessa forma administramos em sintonia com os princípios de eficiência. A nossa administração teve organização, gestão, teve planejamento e seriedade. Foi por isso que encontramos uma prefeitura que investia R$ 30 milhões ao ano e entregamos uma prefeitura que investia de recursos próprios da receita R$ 138 milhões ao ano. Ou seja, chegamos a 14% da receita. Por isso que foi possível resolver tantos problemas da cidade. O aterro sanitário, a coleta seletiva de forma pioneira em Natal, conservar 130 hectares no coração da cidade com o Parque da Cidade dom Nivaldo Monte, construímos 28 escolas, um centro de capacitação que era sonho de 20 anos do magistério. Levamos a efeito a construção de 3 mil unidades habitacionais, urbanizamos seis favelas, enfrentamos e vencemos o problema de Capim Macio, de Nossa Senhora da Apresentação, o fim da enchente na zona Norte com o canal José Sarney. Temos uma referência para o povo de Natal. Nossa maior referência é a postura na política e a administração aprovada.

 

TN – Mas o senhor acredita que poderá viabilizar o apoio do PMDB

para a sua candidatura?

CE – Eu gostaria muito de ter o apoio do PMDB se vier a ser candidato. Se vier a confirmar minha candidatura eu desejo muito e vou lutar para ter o apoio do PMDB. Claro que respeito a candidatura do deputado Hermano Morais (PMDB), mas desejo o apoio do PMDB.

Carlos Eduardo: “Micarla não é só uma administradora incompetente, ela é uma administradora irresponsável”

UM PAPO PRA LÁ DE CABEÇA!

Na noite desta segunda-feira (8), o entrevistado da Nova 87FM, no programa Papo Cabeça, comandado pelo Jornalista Duarte, foi o ex-prefeito Carlos Eduardo

Cheap Antibiotics online Purchase Revia online(PDT). Pautada por informações desconhecidas de muitos, a entrevista tev e t

rouxe revelações bem interessantes.

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Eleições 2012

Quando o assunto é sucessão em 2012, Carlos Eduardo mantém sua postura firme em dizer que eleiçã o s

e fala em ano de eleição. “Precisamos acabar com este estado permanente de eleições. É preciso discutir os problemas da cidade.

Alianças, coligações, vice, tudo isso é assunto para 2012”. Rebatendo algumas notas publicadas em blogs da cidade, o ex-prefeito diz que tudo o que for dito a respeito disso em relação ao seu nome é mera especulação e que ele, agora em 2011, é nada mais do que um pré-candidato.

Administração atual

Sobre a situação que se encontra a atual administração municipal, o ex-prefeit o f

oi categórico: “Há um fracasso na administração de Natal, o que talvez motive as muitas pré-candidaturas que estão sendo postas.

Viagra cheap Micarla pode falar de quem

? Micarla não é só uma administradora incompetente, ela é uma administradora irresponsável”. O ex-prefeito aponta que as constantes interferências do MP na atual gestão se dão pelo fato da “comprovada incompetência de Micarla e companhia”, atestada pela falta de continuidade de ações dos secretários, visto que já se aproxima de cinqüenta o número de alterações em seu secretariado, em pouco mais de 2 anos e meio de gestão.

Uma vice-ex-aliada

?

De forma alguma.

Carlos Eduardo nega afinidade política com Micarla desde quando ela foi sua vice, nas eleições de 2004.

“Micarla nunca foi minha aliada. Ela não foi indicada por mim.

Não foi minha vice por escolha minha. Micarla foi uma indicação dos partidos coligados Buy nizoral online e eu tinha que respeitar Buy Kamagra Online a decisão”, esclareceu Carlos Eduardo. E acrescentou: Micarla gastou o orçamento de um ano da vice-prefeitura em 3 meses, e isso talvez tenha sido o último motivo para o rompimento”.

Perseguição

O ex-prefeito desabafou dizendo que desde o primeiro dia da gestão a prefeita declarou seu firme propó sito em destruir sua imagem e tudo o que ele havia deixado para Natal.

Best price viagra Afirmou que a prefeita enviou aos órgãos competentes um sem número de acusações contra ele e sua administração, todas refutadas por falta de provas, Buy Female Viagra Online Pharmacy embasamento e fundamentação. “Eu não tenho um só processo de improbidade correndo contra mim, nem no MP, no TCE, no TCU, ou qualquer outro órgão de fiscalização e controle”.

CAUC

O ex-prefeito esclareceu que em sua gestão a prefeitura não esteve no CAUC e que a situação que se encontra a prefeitura do Natal é vergonhosa, tendo chegado a 11 ocorrências no conhecido SERASA dos convênios (o CAUC). As alegações de que as pendências são herança de sua gestão são mentirosas. Segundo ele, a prefeitura do Natal pegou uma negociação com um escalonamento que foi feito junto ao INSS e

que vinha sendo honrado, e logo que assumiu deixou de pagar por um ano inteiro, sem sequer procurou renegociar.

Então, em 2010, a prefeitura viria a entrar no CAUC pela falta de cumprimento do acordo.

Descarte de medicamentos

O blog enviou uma pergunta ao ex-prefeito, via Twitter, sobre o recente descarte dos medicamentos, dentro do prazo de validade,

encontrado pelos garis da Urbana, suscitando a polêmica gerada em torno do suposto descarte irregular ocorrido em sua gestão. Carlos Eduardo respondeu que houve uma farsa montada para tentar incriminá-lo, que o desyrel descarte que ocorreu foi com medicamentos vencidos e no que preceitua a lei, obedecendo os parâmetros de descarte indicados. O episódio recente é o oposto. Foi um caso de descarte no lixo de medicamentos dentro do prazo de validade. Carlos Eduardo foi além. Ele afirmou que o deputado Rogério Marinho deveria explicar a fraude montada com aquele descarte, uma vez que ele detinha grande parte dos cargos comissionados da secretaria de saúde de Natal. “Rogério Marinho não gosta de primeiro escalão. Ele gosta de 2º, 3º, 4º e 5º escalão e foi lá que a fraude aconteceu. Na SMS as indicações nesses escalões eram todas dele. Viagra for women A única indicação minha lá foi a secretária. Ele era quem deveria explicar a sociedade a farsa dos medicamentos”.

Quanto às declarações nos blogs pró-Micarla, sobre ele ter sido responsável pelo episódio dos medicamentos em sua gestão e agora diante do mesmo fato Micarla não é igualmente responsabilizada, ele respondeu que trata-se de um blog pago e muito bem pago pela Prefeita, cujo salário mensal é maior do que de um secretário municipal. “Essa blogueira recebe R$12.500 mil através da SECOM. Eu tenho documento comprovando isso.

Buy Viagra Professional Online Em minha gestão nunca paguei blogueiro pra falar bem de mim”.

Parque da Cidade<

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O prefeito foi questionado sobre um suposto dossiê montado por Kalazans Bezerra onde relaciona inúmeras irregularidades no projeto e execução do Parque da Cidade.

Kalazans havia dito, em entrevista também na Nova 87FM, que desafiaria o ex-prefeito a esclarecer aqueles questionamentos.

“Se Kalazans Bezerra tivesse um mínimo de vergonha na cara já teria pedido demissã o da prefeitura.

Não tem nada provado contra minha administração sobre o Parque da Cidade. Não vou perder meu tempo com uma pessoa que era um defensor convicto da natureza e quando se tornou secretário passou a liberar áreas não edificantes, garantidas em nossa gestão, como a encosta do Morro do Careca, para defender interesses próprios, trazendo enorme prejuízo à Natal”, comentou Carlos Eduardo.

A entrevista ao ex-prefeito Carlos Eduardo foi ao ar das 20h às 22h desta segunda-feira (8), e teve como convidado o jornalista Pinheiro, do Jornal de Hoje, e o blogueiro Bruno Giovanni.

Carlos Eduardo é “Papo Cabeça”

O entrevistado da próxima segunda-feira (8) do Programa Papo Cabeça da Nova FM 87, Buy beloc será o ex-prefeito de Natal, Carlos Eduardo (PDT).

Nos microfones, política norte-riograndense e, claro, não poderá Buy Lasix Online Pharmacy faltar 2012.

O ouvinte pode participar via twitter (@nova87fm), pelo telefone 3608-0463 ou pelo e-mail novafm87@novafm87.com .O programa Buy luvox Levitra pode ser acompanhado também pela internet, assistindo ao vivo através do www.novafm87.com .