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Posts da ‘SAÚDE’

Ministério da Saúde encerra avaliação das unidades de saúde de Natal

O Ministério da Saúde encerra nesta terça-feira (15) as visitas para avaliação externa das unidades de saúde do município que contam com o Programa Nacional de Melhoria do Acesso da Qualidade da Atenção Básica (PMAQ-AB). Natal possui 42 unidades de Estratégia em Saúde da Família (ESF), com 121 equipes contratualizadas.

A coordenadora de ESF da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), Marliete Duarte, explicou que foram sete dias de visitas a todas as equipes contratualizadas, visitadas pelos entrevistadores, que atuaram em tempo real com o Ministério da Saúde.

O objetivo da avaliação é melhorar a qualidade dos serviços prestados à população e ampliar o acesso à rede municipal de Atenção Básica de Natal. Entre os fatores analisados, estavam os números de usuários atendidos e retornos de consultas, encaminhamentos e tratamentos completados, entre outros.

Por meio de entrevistas com usuários e servidores, é possível levantar dados referentes às condições de trabalho, apoio da gestão, processo de trabalho das equipes e relação destas com a educação permanente em saúde e o nível de satisfação do usuário com a rede de assistência.

Grupo contra obesidade da unidade Potengi promove qualidade de vida para usuários

Proporcionar uma melhor qualidade de vida. Esse é o principal objetivo do grupo de obesidade ‘Medida Exata’, desenvolvido pelos profissionais da Unidade de Saúde da Família (USF) Potengi, da zona Norte de Natal.

Toda semana o grupo se reúne para ações de promoção à saúde, seja na própria unidade ou em locais que facilitem a prática de atividades. Nessa segunda-feira (14), por exemplo, os cerca de 40 usuários que participam do projeto tiveram a oportunidade de realizar as atividades físicas nas proximidades do Forte dos Reis Magos, uma das principais atrações turísticas da capital potiguar.

Para Francineide da Costa, enfermeira da USF e uma das responsáveis pelo ‘Medida Exata’, uma ação desse tipo faz com que a população se interesse cada vez mais em participar do grupo. “Quando conseguimos fazer esse tipo de ação, em um ponto como esse, sempre atraí, pois saímos da rotina de atividades dentro da unidade. Ainda conseguimos o transporte para trazer os usuários”.

O cronograma do grupo também conta com avaliações por nutricionistas e outros profissionais. “Os usuários começam com uma dieta detox. Depois passam para as outras atividades, sempre acompanhados da equipe de profissionais da unidade, que têm o objetivo de fazer com que o grupo, além de conseguir melhorar a qualidade de vida, seja algo prazeroso para os participantes”, destacou Francineide.

Unidade Básica de Saúde de Nova Descoberta é reinaugurada

Mais uma Unidade Básica de Saúde (UBS) do município de Natal é reinaugurada pela Prefeitura. Trata-se da Unidade Básica de Nova Descoberta, reinaugurada na manhã desta quarta-feira (26), pelo prefeito Carlos Eduardo. O prédio agora conta com consultórios e salas climatizadas e acessibilidade para pessoas idosas ou com limitações de locomoção. Portas e banheiros foram adaptados e uma rampa foi construída para melhor atender à população.

A reforma do imóvel, situado na avenida Xavier da Silveira nº 05, durou sete meses, ao custo total de R$ 217.794,80 e incluiu a repaginação do mobiliário e equipamentos usados para o acolhimento e atendimento aos usuários. Unidade de demanda aberta, Nova Descoberta recebe uma média mensal de cerca de seis mil pessoas, entre acolhimentos, consultas, exames e outros. Com a entrega da UBS de Nova Descoberta, a Prefeitura contabiliza 36 unidades reformadas, ampliadas ou construídas, dentro de um universo de 40 unidades a serem entregues à população de Natal.

“Este dia de hoje começou lá atrás, no ano de 2013, quando retornei à Prefeitura e encontrei uma cidade devastada e suja. Das 80 unidades de saúde do município, a metade estava devastada. Então, fui em busca de soluções e consegui junto ao Governo Federal recursos para reformar e ampliar 40 unidades”, afirmou o prefeito Carlos Eduardo.

Ele disse que a Prefeitura tem feito muito pela saúde da capital. Citou a inauguração do primeiro Hospital Municipal de Natal, a Maternidade Leide Morais, a maternidade Araken Pinto, que fica em Nova Descoberta, além das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs). “Vamos inaugurar a 4ª UPA”, confirmou o chefe do executivo municipal. E à comunidade presente, deixou um recado: “Cuidem desta unidade de saúde como se cuidassem da casa de vocês”.

A UBS de Nova Descoberta possui consultórios para as especialidades de clínica geral, enfermagem, ginecologia, nutrição, pediatria e psicologia e salas de vacinação, curativos, nebulização, regulação do cartão do SUS, arquivo, reuniões, esterilização e expurgo. Também conta com farmácia, bateria de banheiros, setor administrativo, copa para os servidores e área para serviços gerais, com acesso individualizado.

De acordo com o secretário municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, a Unidade Básica de Saúde de Nova Descoberta contará com cinco médicos, enfermeiras, odontólogos e pessoal de apoio. Frisou que a reinauguração de mais uma UBS vem ao encontro dos anseios da população, que reivindicava a obra fazia tempo. “Com a reinauguração da unidade de Nova Descoberta, a Prefeitura atingiu mais de 50 % das unidades básicas de saúde do município. Isto é resultado do compromisso da gestão com a população mais carente”, observou o gestor.

Para o diretor da UBS, Luciano Malheiros, a renovação da ambiência, climatização e acessibilidade trará melhorias consistentes na qualidade dos serviços oferecidos, com possíveis reflexos no número de procedimentos realizados: “Com a reforma, passaremos a contar com salas e consultórios climatizados e com acessibilidade para idosos e cadeirantes, recepção mais confortável e padronizada, cobertura mais segura das clarabóias e renovação de tomadas e pontos de eletricidade. A unidade está muito bonita e funcional, acessível e confortável”.

Participaram, ainda, da reinauguração da UBS Nova Descoberta, os secretários adjuntos da Saúde Marcelo Bessa, Terezinha Rêgo e Maria da Saudade Moreira; vereadores Preto Aquino, Felipe Alves e o ex-vereador Ary Gomes, além de secretários, servidores municipais e a população de Nova Descoberta.

(Fotos Alex Régis)

Saúde de Parnamirim intensifica vacinação preventiva às hepatites virais

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde está intensificando neste mês de julho, a vacinação preventiva às hepatites virais nas 28 Unidades Básicas de Saúde do município.

É a campanha Julho Amarelo, uma orientação do Ministério da Saúde. “A vacinação contra as hepatites acontece o ano inteiro, nas UBS´s, mas, são intensificadas neste mês“, comenta o Secretário Adjunto de Saúde, Henrique Eduardo.

A escolha do amarelo é porque esta é a cor que o paciente de hepatite costuma apresentar, quando sofre com o agravo.

Em algumas Unidades Básicas de Saúde, por questões de vulnerabilidade e maior notificação de ocorrências da hepatite na comunidade em seus entornos, haverá ações estratégicas.

É o caso da UBS em Jardim Planalto. Amanhã serão distribuídas cinquenta fichas, especificamente para a vacinação contra a Hepatite C, cujos sintomas são mais silenciosos.

No entanto, o cidadão que precisar, deve saber que pode contar com o atendimento em todas as UBS´s do município, durante todo o ano, para orientações e tratamentos desses e outros agravos”, conta o Secretário Adjunto de Saúde, Henrique Eduardo.

Parnamirim conta, ainda, com o SAE – Serviço de Atendimento Especializado, órgão da Secretaria de Saúde, instalado na rua Brigadeiro Pessoa Ramos, N.º 31, no bairro Cohabinal. É lá que os cidadãos podem encontrar tratamentos para agravos como as Hepatites, Sífilis e o vírus HIV.

As hepatites virais são as principais causas de câncer no fígado. No Brasil, de acordo com o Ministério de Saúde, estima-se que mais de 3 milhões de brasileiros tenham o vírus da Hepatite C, sem saber nada a respeito.

Veja abaixo, uma descrição das cinco hepatites virais:

 

– Hepatite A tem o maior número de casos e tem a ver com condições de saneamento básico e de higiene. Existe vacina, mas a doença é uma infecção leve.

– Hepatite B, o segundo tipo com maior incidência, é principalmente transmitida por via sexual e contato sanguíneo.

– Hepatite C, transmitida principalmente pelo contato com sangue. É considerada a maior epidemia da humanidade hoje, cinco vezes superior à AIDS/HIV. Não tem vacina e pode causar cancer de fígado, cirrose e morte.

– Hepatite D – ocorre apenas em pacientes infectados pelo vírus da hepatite B. A vacinação contra a hepatite B também protege de uma infecção com a hepatite D.

– Hepatite E – causada pelo vírus da hepatite E (VHE) e transmitida por via digestiva.

 

Além destes tipos são registrados ainda dois outros: o F que apesar de estudos recentes não terem configurado sua existência, sendo portanto descartado, mas não eliminado da literatura médica, e o tipo G, comum entre usuários de drogas e que também pode ser contraído durante a gravidez e por via sexual.

Vício em jogos pode gerar dano potencial psicológico

Os fins de semana são marcados pela reunião com os amigos e familiares. Nas horas de lazer, os jogos fazem parte do entretenimento. Mas, quando a tendência de apostas aumenta e causa vício, pode levar rapidamente a danos psicológicos.

‘‘Psicologicamente, estamos pré-dispostos a viver em um nível que nos leve sempre a um prazer. Essa busca pelo prazer excessivo e constante é que provoca os vícios. Algumas pessoas não conseguem se limitar e acabam se viciando com mais facilidade que outras’’, explica Sarah Lopes, psicóloga do Hapvida Saúde.

A substância do prazer, quando se encontra em desequilíbrio, é capaz de fazer com que o sujeito perca o controle. A profissional alerta para a realidade compulsiva.

O desenvolvimento pelo vício em jogos pode ser observado através de comportamentos extremos e constantes. ‘‘No geral, as mentiras, especialmente quando envolvem a frequência em jogar, e o investimento em apostas, são as principais características. Muitos apostadores podem perder o sono ou fantasiar em demasia’’, destaca a psicóloga.

‘‘Os processos compulsórios dentro do transtorno mental ocorrem de forma semelhante em todos os casos. O que vai diferenciar neste sentido será o objeto do desejo. No caso, pode ser doces, comida, compras, drogas ou jogos, O que caracteriza é a frequência com que o sujeito é exposto a este mesmo comportamento’’, ressalta.

O tratamento indicado para os casos, segundo a profissional são terapias e avaliação psiquiátrica. “Dependendo do caso, uma terapia medicamentosa também pode ser usada para a finalidade de equilibrar as substâncias cerebrais responsáveis’’, enfatiza.

Pesquisa sobre microcefalia será realizada no RN

Após publicação de artigo de professor do curso de Medicina da UnP, hipótese será investigada em estudo internacional

 

A prevalência da microcefalia em pequenos municípios brasileiros, significativamente mais alta que nos mais populosos, tem levantado entre pesquisadores a suspeita de que fatores ambientais existentes no campo podem estar relacionados às malformações observadas em bebês após a infecção das mães pelo Zika vírus. Essa é a hipótese levantada em um artigo publicado este mês de julho no SciFed Virology Research Journal da Scientific Federation e assinado pelos professores Ion de Andrade, da Universidade Potiguar (UnP), integrante da rede Laureate, e Massimo Giangaspero, da Universidade de Teramo, na Itália. Ainda neste semestre, a publicação resultará em uma pesquisa maior que tem o propósito de aprofundar as investigações.

Médico com Doutorado em Ciências da Saúde/Medicina II, o prof. Ion de Andrade afirma que os números da epidemia de microcefalia registrados no final de 2015 no Brasil se mostram assimétricos quando avaliados por localidade: as cidades com menos de 50 mil habitantes possuem proporcionalmente 4,6 vezes mais casos do que aquelas com 100 mil habitantes. “Isso nos fez levantar a hipótese de que um cofator presente no meio rural pode atuar conjuntamente com o Zika vírus”, explica.

De acordo com o artigo, em análises de tecidos de fetos infectados pelo Zika vírus, foi identificado por pesquisadores da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) a presença de um segundo micro-organismo: o vírus da diarreia bovina (BVDV). “Apesar de comumente não causar malformações em humanos, esse segundo patógeno é responsável por anomalias em bezerros que se assemelham às encontradas em bebês com microcefalia. Essa associação é uma das hipóteses a serem testadas na pesquisa”, esclarece o professor.

Para investigar mais profundamente a suspeita, uma pesquisa apoiada por diversas instituições internacionais – incluindo a UnP – será realizada. Ainda não há uma data precisa para o início dos estudos, mas Andrade acredita que ainda neste segundo semestre de 2017 o trabalho deverá ser iniciado com a participação ativa da Universidade Potiguar.

Os resultados poderão trazer diversos benefícios para a população. “Qualquer conhecimento sobre os mecanismos de transmissão ou instalação das doenças nas pessoas pode ensejar novos tratamentos ou novos métodos preventivos. O conhecimento abre também pistas para novas leituras da realidade conhecida até então fazendo a ciência ir além”, acrescenta.

Partage Norte Shopping recebe unidade móvel do Hemonorte

Doar sangue é um ato de solidariedade que ajuda a salvar vidas. A partir do mês de julho, o Partage Norte Shopping receberá, mensalmente, a unidade móvel do Hemonorte, que estará coletando doações para ajudar a abastecer o banco de sangue.

As visitas acontecerão toda 3ª quarta-feira do mês. Dando início às ações, no dia 19 de julho, das 09h às 17h, o veículo estará estacionado na entrada do empreendimento, na Avenida João Medeiros Filho.

Na hora de doar, é necessário passar por uma breve entrevista, que tem como objetivo, dar mais segurança aos doadores e pacientes que receberão a doação. É importante a sinceridade nas respostas. Tudo que foi respondido é mantido em sigilo.

Lembrando que, a quantidade de sangue retirada não afeta a saúde do doador, pois a recuperação é imediata, mas é muito para quem precisa. Não há nada que substitua o sangue. Essa corrente precisa de você”, conta Elisangela Costa, coordenadora de marketing do empreendimento.

 

REQUISITOS PARA DOAR:

-Sentir-se bem, com saúde;

-Apresentar documento com foto, emitido por órgão oficial e válido em todo território nacional;

-Pesar acima de 50 kg;

-Ter entre 16 e 67 anos;

-Não estar em jejum;

-Ter dormido, no mínimo, 6 hora na noite anterior;

-Não ter ingerido bebida alcoólica nas 12 horas anteriores;

-Evitar fumar por 2 dias;

-Evitar alimentos gordurosos.

 

SERVIÇO

Doação de Sangue

Data: 19 de julho;

Local: Estacionamento do Partage Norte Shopping – Entrada C&A;

Horário: 09h às 17h;

Endereço: Avenida Doutor João Medeiros Filho, 2395 – Potengi;

Telefone: (84) 3674-8200

Facebook: partagenatal | Twitter e Instagram: @partagenatal

Site: www.partagenatal.com.br

Liga Contra o Câncer completa 68 mantendo o alto padrão mesmo em meio às dificuldades

Conhecida por encarar desafios, instituição consegue seguir aprimorando sua missão de levar assistência oncológica de qualidade a todos.

 

Alex Fernandes, contato@alexfernandes.com.br, fotografia.alexfernandes@gmail.com, 84 9991-8762, 8885-0997, 9410-4474, 8149-0974

Alex Fernandes, contato@alexfernandes.com.br, fotografia.alexfernandes@gmail.com, 84 9991-8762, 8885-0997, 9410-4474, 8149-0974

A Liga Norte Riograndense Contra o Câncer completa 68 anos de fundação na próxima segunda-feira. Fundada em 17 de julho de 1949, passou de uma simples casa de recolhimento de cancerosos para se tornar o único Centro de Alta Complexidade em Oncologia (CACON) do Estado, e grande referência em tratamento contra o câncer, tanto no aspecto quantitativo (volume de atendimento), quanto qualitativo (recursos técnicos) na região.

Reconhecida pela democratização do acesso à oncologia de ponta, a Liga é formada por cinco unidades, sendo uma de apoio humanitário: o Centro Avançado de Oncologia (CECAN), Hospital Dr. Luiz Antônio, Policlínica, Hospital de Oncologia do Seridó (em Caicó) e a Casa de Apoio Irmã Gabriela.

Sociedade civil sem fins lucrativos, a Instituição realiza por ano um total geral 987.845 procedimentos realizados e destina cerca de 75% de seu atendimento a pacientes do SUS, como parte de sua missão de levar a melhor assistência oncológica a todos os cidadãos, independente da forma de acesso.

Ao longo de sua história, a Liga conseguiu alcançar um nível de excelência raro para uma filantrópica, além de estar se reinventando e, com isso, conseguindo dar conta do vertiginoso crescimento da demanda, mesmo em meio às dificuldades enfrentadas no País. “Estamos diante de uma grave crise de financiamento na saúde, porém o paciente da Liga ainda não percebe esse cenário. Embora a situação seja muito preocupante, fazemos o possível para aumentar a produtividade e conseguir absorver o aumento de custos”, afirma o superintendente da Liga Norte Riograndense Contra o Câncer, Dr. Roberto Sales.

Estimulando setores que trazem retorno em curto prazo, a Liga consegue atender mais pacientes com o mesmo custo fixo de anos atrás. “Exemplo disso é nosso serviço de diagnóstico por imagem, que cresceu mais de 11% na quantidade de procedimentos realizados em relação ao último ano, e o Hospital Luiz Antônio, que está hoje entre os dez que mais realizam cirurgias no País”, garante o Superintendente.

Embora a Liga vivencie uma situação crítica de custeio, a Instituição ainda consegue sobreviver essencialmente do serviço que presta. “Mesmo com todo trabalho, temos um grande desafio, que é o financiamento de nossa estrutura. O enfrentamento do câncer exige recursos caros em equipamentos, medicamentos e equipe técnica. O custeio é complicado e os investimentos são ainda mais difíceis”, atesta Dr. Roberto Sales.

 

Assistência

Apesar das dificuldades inerentes ao seu projeto, que conjuga sofisticação técnica com Filantropia, a Liga segue investindo e reforça o compromisso de oferecer ao seu paciente a melhor assistência possível, esteja ele em fase inicial ou terminal de tratamento.

Diante disso, a Instituição vem investindo fortemente em seu Programa de Cuidados Paliativos – PCPE. Com o objetivo de melhorar a qualidade de vida do paciente em fase terminal, a Liga oferece esta forma de assistência na internação, formada por uma equipe com médicos paliativistas e oncologistas clínicos, médicos residentes das áreas de clínica, radioterapia e cirurgia geral, somada aos demais profissionais que compõe a equipe multidisciplinar.

No decorrer da internação, o paciente recebe cuidados da equipe, tendo sua evolução clínica discutida pelos profissionais, com o intuito de promover melhor qualidade do processo de vida e morte, assistindo ainda sua família, que também vivencia suas dores e inquietações frente a condição de perda real de um ente querido.

“Nosso Programa de Cuidados Paliativos é voltado para pacientes do SUS, com serviços de internação, clínica de dor, nutrição, e cuidados em geral, destinado a pacientes em fase avançada da doença. É mais um projeto inovador, que preza pelo bem estar do paciente, totalmente custeado peça Instituição”, garante Dr. Roberto Sales.

 

Números

No último ano foram detectados na Liga 3.757 novos casos de câncer. Em termos de atendimentos especializados o volume também foi bastante significativo: mais de 257 mil aplicações de radioterapia, 44 mil ciclos de quimioterapia e mais de 13 mil cirurgias, além de um total geral de procedimentos realizados de 987.845. Isso tudo sem falar no aumento dos medicamentos e materiais hospitalares.

Mesmo sendo uma instituição de direito privado, o trabalho da Liga Norte Riograndense Contra o Câncer é um bem público e segue com a missão de oferecer atenção oncológica de alto nível a todas as camadas da população.

Unidade de Saúde do Passo da Pátria discute estratégias para identificar pessoas vítimas de violência

Profissionais da Unidade de Saúde da Família (USF) Passo da Pátria, zona Leste de Natal, tiveram uma reunião nesta quinta-feira (13) com uma representante da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) para discutir o papel que a unidade tem para identificar casos de violência que aconteçam na região.

A ideia, segundo o diretor da USF Passo da Pátria, Jusnaldo Robeiro, é que a equipe de saúde saiba escutar os problemas dos usuários e consiga identificar os sinais de que essas pessoas possam estar passando por algum tipo de problema em casa. “Visitas dos agentes comunitários, consultas dentro da unidade, são todos momentos em que os profissionais podem conversar com os usuários para saber se algo está ocorrendo”, afirmou.

Jusnaldo ainda explicou que a intenção não é que os profissionais da saúde tentem resolver o problema, mas que possam repassar as informações para os órgãos responsáveis. “Trabalhamos para identificar os tipos de violência, como contra idosos, mulheres e crianças. É um trabalho que tem que ser feito com muito cuidado”.

Enxaqueca atinge 30 milhões de brasileiros e é mais comum em mulheres

A dor de cabeça frequente, intensificada com o barulho e a luminosidade, faz parte da rotina de mais de 30 milhões de brasileiros. Além disso, as crises constantes, enjoo e tonturas caracterizam também o quadro clínico da enxaqueca, doença neurológica que ocorre por um desequilíbrio químico no cérebro.

‘‘A enxaqueca, que também é conhecida como migrânea, costuma ser altamente intensa’’, explica Alexandre Seixas, médico neurocirurgião do Hapvida Saúde.

De acordo com o levantamento feito pela Academia Brasileira de Neurologia (ABN), além de atingir mais de 70% das mulheres e 50% dos homens, as dores são causadas por diversos fatores que desencadeiam uma crise.

‘‘Acontece geralmente devido a exposição de odores fortes, estímulos luminosos e jejum. A predominância sobre o sexo feminino é devido ao papel dos hormônios como desencadeantes’’, diz o neurocirurgião.

Para boa parte das pessoas que sofrem com enxaqueca, a caixinha de remédio é a solução mais rápida de tratamento diariamente. Mas o especialista alerta: “Automedicação é sempre um problema sério. Um medicamento com uso equivocado pode agravar muito um determinado quadro”, alerta.

O tratamento e prevenção são pontuados em duas vertentes pelo médico: “Existem os analgésicos comuns específicos para enxaqueca que devem ser prescritos pelos especialistas. Também existem remédios com efeito preventivo que reduzem ou evitam o aparecimento das crises”.

Além de evitar bebidas alcoólicas, café, temperos prontos, alimentos industrializados e embutidos, o paciente deve sempre procurar um acompanhamento médico.

“Todos devem manter a alimentação saudável. Existem as terapias alternativas, como acupuntura e o uso de toxina botulínica que também são alternativas, além dos medicamentos tradicionais. Mas, todo e qualquer tratamento sempre deve ser indicado e acompanhado por um especialista”, enfatiza Seixas.

Cresce satisfação dos brasileiros com planos de saúde

80% dos beneficiários se sentem satisfeitos e afirmam que qualidade e agilidade são os principais motivos

 

A garantia de atendimento rápido e eficiente, diante de qualquer emergência que seja, é fundamental para preservar o que há de mais valioso no ser humano: a saúde. Segundo dados IBOPE Inteligência, a pedido do Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS), divulgados em junho deste ano, 80% dos beneficiários se dizem satisfeitos ou muito satisfeitos com seus planos, sendo qualidade e agilidade no atendimento, bons médicos e hospitais, como principais motivos de adesão.

A pesquisa foi realizada nas regiões Nordeste, Norte, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. Este resultado representa um aumento de 5 pontos percentuais (p.p.) em relação à pesquisa anterior, realizada em 2015.

Os planos odontológicos também obtiveram satisfação. A pesquisa indica que 79% dos que contam com o benefício estão satisfeitos ou muito satisfeitos com os planos que têm. O número de beneficiários que desejam permanecer nos planos é de 87%, e 81% recomendariam o serviço.

 

Satisfação no trabalho

Ainda de acordo com a pesquisa do IESS, o benefício é a terceira conquista mais desejada pelos brasileiros, atrás somente de educação e casa própria, além de ser fator decisivo na hora de aceitar ou não uma vaga de emprego.

No trabalho, estar com a saúde em dia é fundamental para produzir bem as tarefas, e isso colabora também na relação no ambiente doméstico, com a família. Por isso, manter serviços médicos de qualidade é prioridade para as empresas que oferecem plano de saúde como grande vantagem ao seu colaborador.

Em Natal, o grupo Sacolão, está inserido no perfil que alavanca o crescimento na adesão dos planos empresariais. Há mais de 20 anos no mercado, a marca encontra vantagens na contratação do plano empresarial. “Possuímos a parceria de uma década com o Hapvida e a adesão e continuidade do plano de saúde representam a tranquilidade de saber que os nossos colaboradores estarão protegidos em um momento delicado que é a enfermidade”, justifica Dario Vieira Diniz, diretor do Sacolão.

Sendo a grande empresa varejista de comércio no Estado do Rio Grande do Norte, o desenvolvimento contínuo do grupo se atribui ao colaborador. “Enxergamos o colaborador como principal bem da empresa. O acesso às melhores condições de trabalho são fatores responsáveis diretamente pela produtividade’’, pontua o empresário.

O contrato firmado entre o Grupo Sacolão e Hapvida Saúde significa a garantia da eficiência e qualidade dos serviços de atendimento médico aos 500 colaboradores da empresa potiguar. “Dispomos de plano de saúde para todo o grupo, inclusive disponibilizamos ainda a opção de o colaborador incluir dependentes. Defendemos que a família deve usufruir de benefícios que tragam maior qualidade de vida e segurança’’, finaliza Diniz.

A disposição dos empregadores em oferecer planos de saúde consiste em manter funcionários mais produtivos, diminuir o número de faltas e oferecer vagas mais atrativas. Além de o benefício garantir melhor qualidade de vida para si e para a família do colaborador, a cobertura de um plano de saúde reflete assim, de maneira significativa, no âmbito da relação empresarial durante a jornada de trabalho.

ARMADILHA – Óleo de coco não é saudável, afirma entidade norte-americana

American Heart Association diz que a gordura é tão maléfica quanto a das carnes e da manteiga

 

Deu em ZERO HORA (ZH Vida)

De aliado da alimentação a vilão da saúde: o óleo de coco viu seu reinado desmoronar nos últimos meses. Depois de ter suas infinitas propriedades terapêuticas questionadas por entidades médicas brasileiras, chegou a vez da American Heart Association se pronunciar sobre a gordura vegetal.

Em um artigo publicado nesta semana, a presidência da associação alerta sobre os riscos que o produto traz à saúde. No texto, há referências a experimentos controlados que mostraram que tanto a manteiga como o óleo de coco aumentaram o colesterol ruim (LDL) na comparação com o óleo de cártamo — a manteiga mais, é preciso esclarecer.

Outro estudo também comparou o óleo de coco com azeite de oliva. Mais uma vez, a gordura da fruta aumentou o mau colesterol. A explicação está no perfil dos ácidos graxos do óleo de coco, composto em 82% de gordura saturada, relacionada diretamente às doenças cardiovasculares. Gordura bovina, por exemplo, tem 50% desse tipo de gordura, enquanto o azeite de oliva tem 14%.

Segundo a publicação, o marketing em torno do produto e até mesmo a imprensa têm uma parcela de culpa na disseminação de sua boa fama. Reflexo disso é uma pesquisa recente que mostrou que 72% dos americanos apontaram o óleo de coco como uma opção saudável.

No Brasil, tanto a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) quanto a Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) já se manifestaram sobre o produto. Ambas tratam com ressalvas o uso dessa gordura.

— Não há nenhuma evidência científica que comprove que ele faça bem para a saúde de forma geral — disse a ZH, em abril, a vice-presidente do Departamento de Obesidade da SBEM, Rosana Radominski.

Para substituir o óleo de coco, especialistas indicam o óleo de girassol para frituras e o azeite de oliva para outras preparações.

Diretora médica do Hospital Antônio Prudente integra lista dos 100 CEOs/executivos de saúde

A diretora médica do Hospital Antônio Prudente, Lyz Helena, foi convidada a participar da 15ª edição do Saúde Business Fórum que acontece de 15 a 18 de junho em Foz do Iguaçu. O encontro reúne os 100 CEOs/executivos do setor de saúde. Este ano, o tema a ser discutido é Value-Based Healthcare: Engajamento, Comportamento e Recompensa.

O Fórum, por meio de uma análise categórica, convida 100 líderes do país, incluindo hospitais, operadoras, laboratórios clínicas, medicina diagnóstica e indústria farmacêutica.

Os riscos e benefícios das comidas típicas do São João

Quadrilhas, fogueiras e bandeirinhas. A festa junina, comemorada em todo o Brasil e que ganha grande expressão no Nordeste, tem como uma das principais tradições, as comidas típicas.

Pamonha, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca e bolo de milho são alguns dos alimentos consumidos nesse período. O ingrediente comum de todos eles é o milho. A nutricionista Roseanny Cristina, do Hapvida Saúde, explica que o cereal é um ótimo aliado da saúde por ser rico em vitaminas.

“O milho é uma fonte de fibras para saúde, rico em vitamina A e E, é um alimento que proporciona fonte de energia e melhora no funcionamento do organismo”.

Mas, apesar do milho trazer benefícios à saúde, a preparação dos pratos com outros ingredientes pode não ser tão saudável. “Os ingredientes que levam nas comidas de típicas, como manteiga e açúcar, podem acarretar problemas futuros. Sendo também prejudicial a um paciente diabético ou hipertenso”, ressalta a nutricionista.

Outros alimentos que fazem parte do cardápio da festividade são os doces: vatapá, mugunzá, paçoca, baião de dois e pé de moleque. Com tantas opções dessa culinária típica, a palavra chave é moderação.

Segundo a profissional, é possível fazer a substituição de ingredientes. “Na hora de preparar os alimentos, pode trocar determinados itens por leite desnatado, açúcar demerara ou orgânico e manteiga orgânica”, ressalta.

Saiba quando a dor abdominal pode ser sinal de apendicite

Dor, febre e desconforto gastrointestinal são sintomas comuns de qualquer patologia. Mas, quando associada à dor abdominal na região do estômago, náuseas, vômitos e sensação de estômago cheio, podem ser um alerta para apendicite aguda.

A inflamação no apêndice cecal, órgão que está localizado no início do intestino grosso, no baixo ventre à direita, deve ser diagnosticada o quanto antes segundo o cirurgião do Hapvida Saúde, Leonardo Ferrari: “O diagnóstico deve ser o mais precoce possível, pois quanto mais tempo demora, aumenta a chance de surgir um quadro grave de infecção que pode levar até a morte’’, diz.

Os cuidados devem se estender a todas as idades, apesar da incidência ser maior entre a população de 10 aos 50 anos, sem grande diferença entre os sexos, como destaca o cirurgião.

“O tratamento deve ser de urgência, afinal, quanto mais idoso for o indivíduo, e se for portador de comorbidades como hipertensão e diabetes, há uma probabilidade maior de complicações’’.

 

Tratamento

A cirurgia é sempre o tratamento necessário para a apendicite. Segundo Ferrari, o procedimento é simples: “Atualmente, se faz por laparoscopia, com três pequenas incisões. Se em estágio avançado, ou em situações específicas, pode ser feita na forma convencional, através de um corte maior no abdômen”, explica.

 

Diagnóstico

Os sintomas são típicos, mas para o diagnóstico preciso, devem ser considerados exames como hemograma, que vai apresentar o aumento dos leucócitos, e exames de imagem, como ultrassonografia ou tomografia, que vão mostrar o apêndice inflamado. Nas mulheres, é preciso atenção no diagnóstico para não confundir as doenças ligadas aos ovários ou trompas.

 

Prevenção

Como forma de prevenção, a alimentação saudável é uma das maneiras mais corretas. “Inserir alimentos ricos em fibras na alimentação é uma maneira de reduzir os riscos da doença, por facilitar o trânsito intestinal e diminuir a incidência de obstrução do órgão. Mas não elimina totalmente a chance de ter apendicite. É um problema que pode acontecer com qualquer um’’, enfatiza.

Fisioterapia auxilia saúde da mulher

A Clínica de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra oferece tratamento gratuito para o público feminino que necessita de atendimento

 

O corpo feminino passa por muitas transformações que podem repercutir de forma negativa na saúde, se não tratados. Mulheres grávidas, puérperas, ou no climatério podem recorrer à Fisioterapia para o alívio e, por vezes, à solução total dos inconvenientes da fase por que passam. A Clínica de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra está com vagas abertas para este atendimento especializado na Saúde da Mulher. O tratamento é gratuito e aberto para toda a comunidade.

De acordo com a professora de Fisioterapia Larissa Varela, o foco das sessões são para pessoas com disfunções no assoalho pélvico, com problemas de constipação, incontinência urinária/fecal/gases, prolapsos genitais (“bexiga baixa”) ou até com disfunções sexuais. Em relação a estes casos, a Fisioterapia atua como “uma forma não invasiva de tratamento, e apresenta resultados positivos e de duração prolongada, além de diminuir a necessidade de cirurgias e do uso de medicamentos, sem complicações e efeitos colaterais”, explica.

A Clínica de Fisioterapia da Estácio também tem vagas para atendimentos especializados na promoção à saúde com gestantes e puérperas – prevenindo e tratando de dores nas costas devido à gestação, com a realização de exercícios de relaxamento e exercícios respiratórios para aliviar a dor do parto. Além destas, pacientes mulheres ou homens, com queixas urológicas, ginecológicas e proctológicas também podem recorrer às sessões de Fisioterapia na Clinica Escola.

As pessoas interessadas nos tratamentos podem entrar em contato pelo número 3132-0521, para mais informações e/ou agendamento. Os atendimentos são realizados por estudantes supervisionados por professores na Clínica de Fisioterapia da Estácio, localizada na Rua Professora Dirce Coutinho, 1713, Capim Macio – Natal/RN.

Chega a Natal aparelho de ponta no diagnóstico de doenças na retina

Acaba de chegar a Natal, um novo equipamento para ampliar a qualidade nos exames de oftalmologia, em especial no diagnóstico de doenças da retina: o Wide Field – Retinógrafo de Grande Angular.

O novo aparelho é o primeiro do Estado e um dos pioneiros na região Nordeste. O equipamento se diferencia da concorrência por conseguir alcançar uma altíssima precisão, pois além de mapear uma área maior da retina em relação aos exames realizados nos retinógrafos tradicionais, também disponibiliza para o médico imagens digitais de alta definição, permitindo um melhor acompanhamento das doenças oculares.

“Com o Retinógrafo de Grande Angular, conseguimos ver toda a retina do paciente como uma grande fotografia, com uma amplitude de 100%, em um anglo de 220°. Para se ter uma idéia, nos exames tradicionais, o anglo alcançado fica em torno de 40°. É uma evolução considerável e que facilita bastante o diagnóstico, inclusive de doenças que não teríamos condições de detectar no exame convencional”, afirma o oftalmologista e diretor da Prontoclínica de Olhos, Carlos Alexandre de Amorim Garcia.

Com o Wide-field, o paciente terá mais praticidade, agilidade e comodidade no exame, pois, além de ser realizado em poucos segundos e não utilizar flash, o paciente não necessita mais dilatar a pupila, eliminando todos os desconfortos gerados pelo exame tradicional. O novo aparelho possibilita ainda a realização de exames sequenciais para futuras comparações.

Segundo Carlos Alexandre, o exame de retinografia é indicado para qualquer pessoa, desde que exista alguma suspeita de doença na retina, ou para quem tem risco de desenvolver, como é o caso de diabéticos e portadores de pressão alta.

“O diabetes pode causar lesões precoces na periferia da retina, que, num exame de rotina qualquer, poderia passar despercebido pelo médico. Do mesmo modo, lesões predispostas ao descolamento de retina, podem ser detectadas precocemente”, diz o oftalmologista.

Mulheres engravidam cada vez mais tarde e especialistas alertam para os riscos

Busca por crescimento profissional e estabilidade financeira são principais motivos para adiar gravidez; saiba quais são cuidados necessários e melhor idade indicada pelos médicos

 

Trabalho, jornada doméstica, cursos superiores e de pós-graduação, desejo de viajar pelo mundo. Casada ou solteira, a mulher da atualidade está cada vez mais atribulada com diversas tarefas ao mesmo tempo. Por isso, é comum que planejem muitas outras coisas antes de escolher ter um bebê, adiando a gravidez. O que muitas não sabem é que a gestação tardia pode oferecer alguns riscos e exige uma série de cuidados.

Segundo a pesquisa de Estatísticas do Registro Civil 2015, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres brasileiras estão sendo mães mais tarde. Em 2005, 30,9% dos nascimentos se referiam às mães de 20 a 24 anos. Já em 2015, o percentual nessa faixa etária caiu para 25,1%. Segundo o estudo, os dados evidenciam o aumento da representatividade de mães entre 30 e 39 anos (de 22,5%, em 2005, chegando a 30,8%, em 2015) e a redução dos registros de filhos de mães mais jovens – no grupo de mães de 15 a 19 anos, o percentual de nascimentos caiu de 20,3%, em 2005, para 17%, em 2015.

De acordo com Lícia Kércia, ginecologista do Hapvida Saúde, não há problemas em engravidar mais tarde. Porém, diante desta escolha, a atenção com a saúde deve ser redobrada, alerta ela: “muitas mulheres têm deixado para engravidar quando já estão estabilizadas na carreira, aí passam dos 30, outras até dos 40 quando decidem ter o primeiro filho. Se por um lado profissionalmente isso é bom, por outro é importante ter um acompanhamento médico antes e depois de engravidar”.

De acordo com a especialista, os avanços na medicina ajudam as mulheres que optam para engravidar mais tarde. No entanto, o sistema reprodutor feminino também envelhece com o avançar da idade, o que pode dificultar a concretização de uma gravidez tardia e também aumenta os riscos de o bebê desenvolver alguma síndrome – quanto mais jovem é a mulher, menor é esse risco.

“Entre os 20 e 30 anos de idade é a fase da vida em que a mulher é mais fértil e também está mais propícia para ter uma gravidez tranquila e saudável. Não existe um prazo limite para a mulher ter uma gestação, mas os óvulos envelhecem como qualquer outra célula do corpo. Então, quanto maior a idade, menor a qualidade e quantidade de óvulos”, explica Lícia. Por isso, o ideal é que a mulher com mais de 35 anos tenha um acompanhamento próximo antes mesmo de engravidar, para que essa análise seja feita e qualquer risco seja imediatamente identificado.

O risco de aborto, parto prematuro e desenvolvimento de síndromes, como a de Down, e doenças, como hipertensão e diabete, são algumas das principais complicações que podem acontecer na gravidez tardia, caracterizada após os 35 anos. A obstetra indica que as mulheres que desejam engravidar nessa faixa etária passem por um exame para avaliação da reserva ovariana. “Esses exames nos ajudam avaliar a qualidade da reserva de óvulos da mulher e a prever se tem um risco maior de complicações ou não”, pontua.

Entre os principais exames a serem realizados, estão o hormônio folículo-estimulante (FSH), a ultrassonografia e o hormônio antimulleriano, que mostra ao médico o estoque de células germinativas e a qualidade dos óvulos estocados – a recomendação é que a futura mamãe sempre busque um especialista para melhor acompanhamento durante a gestação.

Período chuvoso aumenta casos de gripes e resfriados em crianças

Com a intensificação do período chuvoso no Rio Grande do Norte, tornam-se mais comuns os casos de crianças com gripes e resfriados. As duas doenças são distintas, causadas por vírus, mas que partilham vários sintomas em comum, por este motivo, muitos acreditam que ambas são sinônimos.

A médica Kallydya Pasqually, pediatra do Hapvida Saúde, explica que a principal diferença entre elas é a intensidade dos sintomas, que são mais severos na gripe. Além disso, o tempo de doença na gripe dura cerca de 7 a 10 dias e no resfriado 2 a 4 dias.

”Apesar dos sintomas serem bem semelhantes, gripe não é a mesma coisa que resfriado. As duas doenças são causadas por vírus, porém a gripe é causada pelo vírus influenza e seus subtipos, enquanto os resfriados são causados por outros tipos de vírus respiratórios”.

Segundo a médica, tanto a gripe como resfriado podem causar febre e tosse, mas na gripe a intensidade desses sintomas é bem maior. “Sendo gripe, os sintomas são mais fortes, como dores de cabeça, nos músculos e articulações”, detalha a médica. A pediatra alerta que quando os sintomas surgirem como uma doença bacteriana mais grave, com febre alta, maior que 39,5ºC, permanente, por mais de três dias, é extremamente importante procurar um pediatra.

“O resfriado costuma não causar tantas dores, provocando muito mais coriza, tosse seca, dor de garganta e espirros. A gripe traz mais fraqueza, cansaço, tosse mais cheia. E ela tende a se complicar mais, principalmente em idosos, bebês e pessoas com baixa imunidade, podendo evoluir para pneumonia quando não cuidada”, finaliza.

 

Campanha

A campanha nacional contra a Influenza, lançada pelo Ministério da Saúde, acontece em todo o Brasil até o dia 26 de maio, tendo o dia 13 de maio como dia “D”. Podem ser imunizados durante a campanha grupos específicos e crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias).

 

H1N1

Segundo a pediatra do Hapvida, a gripe A, causada pelo vírus H1N1, causa sintomas mais intensos, sendo mais preocupante em idosos e bebês, por isso é um público ao qual a vacina é direcionada de forma mais insistente e gratuita.

 

Cuidados

Os cuidados que podem ser adotados para reduzir as chances de contaminação pelo vírus, ou mesmo transmissão para outras pessoas, são: lavar as mãos com água e sabão (principalmente depois de usar o banheiro); evitar tocar olhos, nariz ou boca após contato com superfícies onde há aglomeração; usar lenço ao tossir e espirrar.

V Congresso da Liga Contra o Câncer começa quinta-feira (11) em Natal

Em comemoração aos seus 68 anos e seguindo sua filosofia de fomentar o ensino e desenvolvimento de pesquisas em áreas ligadas à atenção oncológica, a Liga Norte-Riograndense Contra o Câncer realizará, no período de 11 a 13 de Maio, na Escola de Governo do RN, no Centro Administrativo, o V Congresso da Liga Contra o Câncer.

Com o objetivo de compartilhar a experiência em tratamento oncológico e os resultados do desenvolvimento da pesquisa clínica da instituição, o evento abordará nesta edição o tema “Imunologia e Câncer: da Prevenção ao Tratamento”.

Mais uma vez o Congresso contará com a presença de renomados profissionais e palestrantes de todo o país, entre eles o oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein Antônio Carlos Buzaid, o radio-oncologista titular do Hospital Sírio Libanês, Samir Abdalah Hanna, Anelisa Kruschewsky Coutinho Araújo, da AMO – Assistência Multidisciplinar em Oncologia (BA), Eduardo Costa Soares, da Universidade Federal do Ceará, Leonardo Nogueira de Almeida Vieira, do Real Hospital Português de Beneficência (PE), Marcelo Souza, cirurgião oncológico, entre vários outros.

Destinado a profissionais da saúde e áreas correlacionadas ao tratamento oncológico, o Congresso terá ainda, dentro de sua programação, a IV Jornada de Oncologia Oral, a II Jornada Multidisciplinar, Jornada de Imagem e Mini Cursos de Imunologia, Cuidados Paliativos, Odontologia e Enfermagem, além de abordar outros temas, tais como: Câncer de Pulmão, Trato Urinário, Sarcoma, Câncer de Mama, Tumores Gastro Intestinais, Tumores Ginecológicos, Onco Pediatria, Câncer de Cabeça e Pescoço, Hematologia e Luto e Terminalidade.

O evento conta este ano com uma expectativa de público de cerca de 600 congressistas. Mais informações e inscrições no site: www.congressodaliga.com.br , ou através do tel. – 84-3219.6611.

 

SERVIÇO:

V Congresso da Liga Contra o Câncer – Imunologia e Câncer: da Prevenção ao Tratamento

Local: Escola de Governo – Av. Senador Salgado Filho, S/Nº – Lagoa Nova, Natal – RN, Cep. 59015-350

Data: 11 a 13 de Maio

Mais da metade da população de Natal está cima do peso

Além de preocupante, a realidade da capital potiguar aponta que o número de obesos na população é de 19,6%, número maior do que a média nacional que é de 18,9%, segundo o Ministério da Saúde

 

Difícil associar a imagem do Brasil que passa fome e, ao mesmo tempo, apresenta dados tão alarmantes quando se fala em sobrepeso e obesidade. De acordo com o Ministério da Saúde, com base em dados divulgados esta semana pela VIGITEL – Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, o brasileiro está mais obeso. Em 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo quase uma em cada cinco pessoas. Em Natal, 56,6% da população está acima do peso e a obesidade atinge 19,6% dos 877 mil habitantes.

 

Doenças crônicas

Ao contrário do que muitos podem imaginar, o que está em questão não é a aparência física. A cardiologista Sílvia Souza, da rede Hapvida, alerta que o crescimento da obesidade é um dos fatores que podem ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não transmissíveis, que pioram a condição de vida do brasileiro e podem até matar.

Segundo a pesquisa, o diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016. Em Natal, 10,1% da população sofre com a doença. A menor prevalência é na cidade de Boa Vista (RR), com 5,3% da população com diabetes; enquanto o pior cenário é o da cidade do Rio de Janeiro, em que 10,4% é diagnosticada com diabetes.

O levantamento do Ministério da Saúde mostra que o número de casos de hipertensão arterial saiu de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. A capital do Rio Grande do Norte apresentou alto índice na pesquisa, com 26,9% de prevalência da hipertensão. Os três melhores resultados são os de Palmas-TO (16,9%), Macapá-AP (17,6%) e Boa Vista-RR (17,9%). O pior cenário é, novamente, visto na capital fluminense: o Rio de Janeiro tem 31,7% de hipertensos na população.

A pesquisa nacional identificou algo que já se vê nas ruas também: a obesidade aumenta com o avanço da idade. Mas mesmo entre os mais jovens, de 25 a 44 anos, atinge indicador alto: 17%. Excesso de peso também cresceu entre a população. O percentual de quem possui Índice de Massa Corporal (IMC) entre 25 kg/m² e 30 kg/m², passou de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. Já é presente em mais da metade dos adultos que residem em capitais do país.

 

Alimentação

As doenças crônicas associadas ao sobrepeso têm relação direta com o tipo de alimento que os habitantes das capitais têm consumido. “Alimentos considerados ultraprocessados, industrializados, têm sido muito mais consumidos do que antes, e isso aumenta a incidência de sobrepeso e hipertensão, uma vez que um dos principais ingredientes nessas composições é o sódio”, lembra a cardiologista do Hapvida.

A pesquisa revela exatamente uma diminuição na ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais na mesa do brasileiro. O consumo regular de feijão diminuiu 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas 1 entre 3 adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana. Esse quadro mostra a transição alimentar no Brasil, que antes era a desnutrição e agora está entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade.

 

Saúde

Apesar de tantos cenários preocupantes, entre as mudanças positivas nos hábitos identificados na pesquisa, está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9% e, em 2016 foi 16,5%.

Além disso, a população com mais de 18 anos tem praticado mais atividade física no tempo livre. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam atividades físicas no tempo livre. Esse já é um passo importante, defende a cardiologista: “É essencial que se faça atividade física regularmente, pelo menos 30 minutos por dia de caminhada, pois o sedentarismo aumenta as chances de doenças cardiovasculares”, recomenda.

Clínica gratuita de Nutrição será inaugurada em Natal nesta quarta (19)

A faculdade Estácio Ponta Negra inaugura nesta quarta-feira (19) a Clínica Escola de Nutrição. Estudantes, supervisionados por professores, realizarão os atendimentos de forma gratuita e aberta para a comunidade. O consultório fica localizado em Capim Macio e funciona nos turnos da manhã e tarde – com dias e horários estabelecidos de acordo com o agendamento. No local também são realizados atendimentos em Fisioterapia.

De acordo com a coordenadora do curso de Nutrição da Estácio, Sandra Prudente, o espaço é uma oportunidade para os alunos praticarem seus conhecimentos acadêmicos, além de promover a interação da faculdade com a comunidade. “O estágio supervisionado é uma obrigação curricular de nossos alunos de Nutrição. Agora, eles podem dispor desta prática no próprio ambiente da faculdade”, reforça a coordenadora.

A Clínica está localizada na Rua Professora Dirce Coutinho, 1713, Capim Macio – Natal/RN. Os pacientes podem entrar em contato pelo número 3132-0521 para mais informações. Após o contato, os interessados em receber as consultas de Nutrição passam por uma triagem e serão encaminhados para uma lista de agendamento.

 

Serviço

Clínica Escola Estácio Ponta Negra

Atendimentos gratuitos em Nutrição

Contato: (84) 3132-0521

Depressão e ansiedade estão entre as principais causas de adoecimento e afastamento do trabalho

Por esse motivo, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho do Abril Verde deste ano decidiu dar ênfase ao problema, um dos principais motivos de afastamento do emprego

 

Depressão e ansiedade são a segunda maior causa de adoecimento relacionado ao trabalho no Brasil – perdem apenas para os casos de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo/Distúrbio Osteo Muscular Relacionado ao Trabalho). Somadas, as duas doenças, representam 49% de todos os casos classificados como transtornos mentais que surgiram ou se agravaram nos ambientes de trabalho. Por esse motivo, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho do Abril Verde deste ano decidiu dar ênfase ao problema, que é também um dos principais motivos de afastamento do emprego.

Para se ter uma ideia da gravidade do quadro, em um ranking da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda reunindo todos os motivos que provocam o afastamento do trabalhador da empresa, a depressão aparece na vigésima posição. Ou seja, ela está entre os motivos que mais geram concessão de auxílio-doença acidentário – quando a pessoa é afastada da atividade por mais de 15 dias. Em 2016, 3.393 benefícios foram concedidos por causa de depressão.

O número ainda é menor do que o das fraturas nos punhos, mãos, pernas e tornozelos, que aparecem nas duas primeiras colocações, e também é inferior ao das dores nas costas, a terceira principal causa de afastamento no Brasil. Mas, nem por isso, menos grave, como alerta a diretora do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho, Eva Gonçalves Pires. “O tempo de afastamento por depressão e ansiedade costumam ser muito maior do nos casos de acidentes, porque o tratamento é mais prolongado e a recuperação mais demorada”, lembra.

Além disso, o assistente técnico do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, Jeferson Seidler, lembra que ainda existe uma dificuldade em diagnosticar corretamente a depressão e em fazer o nexo da doença com o trabalho, o que faz com que haja uma subnotificação dos casos. “No acidente típico, por exemplo, com máquinas, a lesão é evidente e compatível com o relato da vítima, e dificilmente há dúvida quanto à caracterização da ocorrência como acidente de trabalho. Nos transtornos mentais, inclusive as depressões, não. Primeiro, porque o diagnóstico é mais subjetivo, e, segundo, porque, além de fazer essa análise clínica, é preciso observar se o trabalho teve ou não influência no desencadeamento ou agravamento dos sintomas”, explica.

Somado a isso, existe o fato de que as organizações o Brasil, no geral, não se preocupam em promover ambientes de trabalho que levem em conta a saúde mental dos seus trabalhadores, já que a legislação do país não trata desse aspecto. A auditora fiscal do Trabalho, Luciana Veloso, que tem doutorado em direito com foco na saúde mental do trabalhador, diz que o problema tem se agravado, sobretudo, nos últimos 30 anos.

“As empresas, preocupadas em lucrar cada vez mais, foram adotando modelos de gestão que colocam metas muitas vezes abusivas aos trabalhadores, utilizam sistemas de avaliações individuais que estimulam a competitividade entre eles e cobram resultados o tempo todo. As pessoas trabalham muito, sob pressão e na cultura do “cada um por si”. Isso acabou com a solidariedade entre os colegas nas empresas, e o trabalhador foi ficando fragilizado e mais vulnerável a abusos psicológicos, como assédio moral, por exemplo”, explica.

Luciana lembra que, ao contrário dos acidentes de trabalho, que dependem apenas do conteúdo das tarefas do trabalhador, no adoecimento mental o contexto do trabalho também conta. É mais comum ocorrerem problemas em empresas onde a comunicação é ineficaz ou inexistente; a remuneração é baixa; as tarefas são incompatíveis com a qualificação do trabalhador (normalmente trabalhadores qualificados executando tarefas menos importantes); as ameaças de demissão são constantes; e os casos de discriminação e assédio moral e sexual são mais comuns.

Em países mais desenvolvidos, já existe uma preocupação com a saúde mental dos trabalhadores. No Brasil, infelizmente, o que vemos é um atraso. E as pessoas estão ficando doentes e indo trabalhar doentes, a base de remédios. Enquanto não nos preocuparmos como o problema, ele continuará ocorrendo”, constata.

Gustavo Fernandes solicita construção de circuito de calistenia no Parque das Dunas

O deputado estadual Gustavo Fernandes protocolou um requerimento nesta semana solicitando do Governo do Estado a instalação do primeiro circuito de calistenia do Parque das Dunas.

A calistenia tem sido uma atividade física bastante procurada pelos potiguares na busca por uma vida mais saudável. Ela consiste no conjunto de atividades físicas sem uso de aparelhos de academia que utiliza o próprio corpo resistência.

“Natal carece de opções para a prática de atividades físicas e a calistenia permite levar a todas as pessoas a opção de praticar exercícios diariamente. Vale destacar também que a calistenia vem tendo cada vez mais adeptos em Natal, que não possuem muitos espaços para praticar. Essa instalação representará um espaço importante para a população“, justificou.

O requerimento será encaminhado para a Governadoria e para a Secretaria de Estado do Esporte e do Lazer (Seel) para que o Governo do Estado adote as medidas necessárias a aquisição dos materiais e instalação do circuito.

Tênis de rodinhas: é preciso ter cuidado

Especialista orienta pais sobre tempo de uso do calçado que está na moda entre a garotada

 

DivulgaçãoNão é de hoje que a indústria têxtil e de calçados investem em tecnologia e inovação para atrair a atenção das crianças. Se antes a moda era usar sapatinhos com luzes ou querer aqueles que vinham com bonecos de brindes, agora o que quase toda criança e adolescente quer são os populares tênis com rodinhas.

Isso mesmo, nem patins nem somente calçados, esse verdadeiro objeto de desejo está na cabeça, ou melhor, nos pés da meninada. Mas é preciso ter alguns cuidados com o uso do tênis.

 

Riscos

Como essas rodinhas ficam na parte de trás dos tênis, se as crianças usarem o calçado e forem a um lugar de superfície inapropriada, onde não seja possível deslizar, logo, ela vai ser obrigada a andar na ponta dos pés. O ortopedista Danilo Pinheiro, do Hapvida Saúde, alerta para o risco de problemas posturais decorrentes dessa pisada que força os ossos dos pés.

Outro risco apontado pelo especialista é o de quedas. “Como o calçado é pra ser usado no lazer e até incentiva a prática esportiva, quando usar o tênis com rodinhas, o ideal é que a criança também utilize equipamentos de proteção, como capacetes e cotoveleiras”, recomenda o médico.

 

Tempo de uso

Como toda prática esportiva, deslizar por aí pode ser muito legal e fazer a turminha gastar muita energia, mas não se deve passar mais do que duas horas por dia com o tênis. “Abusar no tempo de uso pode comprometer tanto o organismo da criança, com o esforço físico em exagero, quanto desgastar mais rapidamente o tênis, o que pode causar quedas mais facilmente”, explica.

O ortopedista orienta, ainda, que os pais sempre vistoriem as condições do calçado antes das crianças começarem a deslizar por todo lado. “É preciso saber se as rodinhas estão bem presas ao tênis pra evitar qualquer transtorno”, conclui.

NEGOCIAÇÃO E PARCERIA – Saúde de Natal garante atendimento e consegue economia de R$ 7,8 milhões em contrato com Coopmed

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS) firmou acordo com a Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte (Coopmed-RN) e garantiu a continuidade dos serviços de urgência e emergência na rede municipal de saúde. Além disso, a SMS conseguiu a redução de 10% de forma linear no valor pago pelos plantões médicos, o que gerará uma economia, ao longo do ano, de aproximadamente R$ 7,8 milhões. Os detalhes do acordo foram apresentados na tarde desta quarta-feira (1º), durante uma coletiva de imprensa realizada no Auditório da SMS Natal.

Foto SMSO secretário Municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, explica que apresentou uma proposta à Cooperativa, que foi célere em recebê-la, para que não houvesse uma descontinuidade do serviço e agradeceu a sensibilidade dos médicos em entenderem a situação financeira que o município passa. Natal tinha um passivo financeiro na ordem de R$ 9 milhões e a SMS garantiu que será feito o repasse no próximo dia 15 de fevereiro de aproximadamente R$ 5 milhões, o que significa cerca de 60% do valor, e o montante restante será pago em oito parcelas, ao longo do ano, a partir do mês de março.

“O final desse processo foi extremamente positivo, pois não teremos paralisação e demos uma garantia de pagamento regular da prestação dos serviços. Tudo isso foi possível porque o prefeito Carlos Eduardo deu a garantia do repasse dos recursos. Os serviços continuam sendo prestados sem nenhum grau de interrupção à população”.

Luiz Roberto explica que foi apresentado também a proposta de redução de 15% no valor pago à Cooperativa pelos plantões médicos e pelos serviços de média e alta complexidade, e hoje, a plenária da Cooperativa aprovou a redução de 10% no valor pago pelo plantão médico, de forma linear. “Isso foi uma demonstração inequívoca de extrema boa vontade e de sensibilidade por parte dos profissionais”. Em relação aos serviços de média e alta complexidade também será feito o decréscimo de 10% no valor pago.

O presidente da Coopmed-RN, Marcelo Cascudo, explica que a Cooperativa decidiu, em assembleia, suspender a paralisação, após a Secretaria Municipal de Saúde ter apresentado uma contraproposta que atendeu o pleito dos cooperados. “Tivemos uma reunião muito proveitosa na Secretaria Municipal de Saúde e houve um entendimento de ambas as partes e a garantia da discussão de um novo contrato mais amplo, para os próximos cinco anos. Os médicos tomaram essa atitude por entender a situação financeira do nosso município e do Brasil. É o exemplo de uma classe que trabalha pelo povo e que está trabalhando, agora, financeiramente para ajudar nosso município”.

Luiz Roberto Fonseca explicou ainda que nos próximos meses deverá ser feito uma nova licitação para prestação dos serviços médicos, nos moldes do contrato atual, mas já com a redução de 10% nos valores pagos. A vigência do atual contrato acaba este ano. “Iremos fazer um contrato com mais clareza e que dará mais segurança para ambas as partes”.

Atualmente, a Cooperativa Médica atua nas modalidades de clínicas médicas, cirúrgicas e intervencionistas, bem como prestações de assistência em regime de plantões e cirurgias de Alta/Média complexidade nas diversas especialidades médicas: Cardiologia, Hemodinâmica e Arritmia Cardíaca; Cirurgia Cardiovascular; Cirurgia de Cabeça de Pescoço; Cirurgia Oncológica; Cirurgia Pediátrica; Cirurgia Plástica Reparadora; Cirurgia Torácica; Cirurgia Vascular; Cirurgia Geral; Neurocirurgia e Ortopedia.

Em Natal, os médicos cooperados atuam no Hospital Municipal de Natal Dr. Newton Azevedo, nas UPAs Esperança, Pajuçara e Potengi, nas Maternidades Leide Morais e Araken Pinto, nas Unidades Mistas de Mãe Luiza, Cidade Satélite e Felipe Camarão, além do Samu Natal.

Ortorexia Nervosa: quando a obsessão por comida saudável pode prejudicar a saúde

Você sabe o que é ortorexia nervosa? A dieta exagerada sem acompanhamento profissional tem levado cada vez mais pessoas à obsessão por comida saudável. Para especialistas, este problema tem ganhado cada vez mais visibilidade devido a influência constante da mídia sobre o culto ao corpo. Natasha Vilanova, nutróloga do Hapvida Saúde, chama atenção para os riscos no consumo de dietas restritivas.

Ortorexia NervosaOrtorexia nervosa é um quadro caracterizado por uma obsessão por comer de forma saudável (ortho: correto; orexis: apetite). Cada vez mais encontramos pessoas que seguem dietas sem a orientação de um profissional da área, tendo como consequência, a restrição de grupos alimentares importantes para o equilíbrio do nosso organismo, levando a deficiências nutricionais”, alerta a nutróloga.

Natasha Vilanova lembra que os indivíduos que sofrem desse transtorno alimentar não percebem o quão estão prejudicando sua saúde. O transtorno é muitas vezes identificado por familiares ou amigos próximos. Porém, mesmo com o alerta sobre esta obsessão, eles acabam restringindo ainda mais os alimentos. “Inicialmente, evitam produtos que contenham corantes, conservantes, gordura trans, açúcares e, ao longo do prazo a preocupação abrange até a forma de preparo e até os utensílios utilizados”, afirma.

Entre os problemas ocasionados pela restrição nutricional da ortorexia nervosa estão anemia, desnutrição, déficit de vitaminas e minerais, entre outras. Sem o acompanhamento adequado, tais condutas podem levar a alterações mais graves, sendo indicada internação para reajuste nutricional.

Quando o quadro evolui para um distúrbio, Natasha Vilanova destaca que o tratamento ideal para a ortorexia é o acompanhamento com uma equipe multiprofissional, incluindo nutrólogo, psiquiatra, nutricionista e psicólogo. Abrangendo tanto a correção das deficiências nutricionais como a terapia comportamental.

Especialista dá dicas de como evitar problemas com o uso inadequado da mochila

A partir de 01 de fevereiro começam as aulas na maioria das escolas. São muitos livros e cadernos, entre outros materiais, que crianças e adolescentes precisam transportar todos os dias até o final do ano. Por isso, que pais e responsáveis devem ficar atentos ao peso que será colocado nas mochilas dos filhos. A professora do curso de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra, Kalyne Cavalcanti dá algumas dicas para evitar os problemas provocados pelo leva e traz da mochila de casa para a escola.

26.Estácio_Letra ADe acordo com a fisioterapeuta, o peso, o tipo e o tempo que crianças e adolescentes ficam com a mochila nas costas podem provocar sérios problemas de postura, por atingir diretamente a coluna vertebral. Nestes casos, podem ocorrer dores, cansaço, câimbra, ou até mesmo uma lesão por sobrecarga devido ao uso contínuo da bolsa. “Um dos acometimentos mais comuns é a hipercifose, conhecido popularmente como corcunda. A criança tende a curvar os ombros para frente para equilibrar o peso da mochila e o seu peso corpóreo, acentuando a hipercifose”, destaca Kalyne.

Para evitar o problema, a professora alerta que na mochila não deve ser carregado mais do que 10% do peso corporal. Então, por exemplo, uma criança que possui 40 quilos não deve carregar mais que 4 kg nas costas.

Além do peso, Kalyne Cavalcanti ressalta que os pais devem ser cuidadosos na escolha da mochila e na forma de uso. “Quando escolher as mochilas, observe se possuem alças largas e se são acolchoadas nas alças e nas costas, pois estas distribuem melhor o peso por atenderem uma área maior dos ombros e minimizam a sobrecarga”, explica.

Sobre o posicionamento da mochila, a professora explica que ela deve ficar centralizada na coluna vertebral com as alças ajustadas simetricamente nos ombros. Desta forma, há uma distribuição adequada do peso, minimizando a necessidade de inclinações para compensações, pois estas geram sobrecarga nos músculos, ossos e articulações, o que potencializa o desenvolvimento de dores e lesões. “O ajuste das alças deve feito de acordo com o tamanho da criança, reguladas de forma que a parte inferior da mochila fique na linha da cintura ou um pouco abaixo, mas nunca abaixo da altura dos glúteos”, afirma.

Kalyne diz ainda que as mochilas com rodinhas também são aceitáveis, desde que respeitem a carga de no máximo 10% do peso corporal, “com atenção para frequentemente mudar o lado do corpo que puxa a mochila”, explica. A fisioterapeuta também recomenda alguns cuidados ao puxá-las para que não gere lesões. “As crianças não devem estar inclinadas para trás, nem devem ter que girar o tronco em grande amplitude para carregar a mochila, que deve ficar próxima ao corpo, quase ao lado e na altura da cintura para que a criança ande ereta e não posicione a mão muito para trás”, explica a professora.

Todas essas dicas são fundamentais para a saúde corporal das crianças, alerta a fisioterapeuta. “Também podemos destacar que o excesso de peso corporal, a ausência de atividade física, o mobiliário inadequado às atividades escolares, são fatores que também podem levar a desvios posturais”, pontua. Para uma melhor avaliação e orientação o indicado é procurar um fisioterapeuta.

Hapvida comemora 38 anos do Hospital Antonio Prudente

O Hapvida comemora, neste mês de janeiro, 38 anos de atividades do Hospital Antonio Prudente, marco inicial para criação do Sistema, que teve início no Ceará, e hoje atua com rede própria em 11 Estados.

De lá para cá, os números apresentam crescimento: são 3,3 milhões de beneficiários no Norte/Nordeste; mais de 15 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 21 hospitais; 69 clínicas médicas; 18 unidades de pronto atendimento; 66 unidades de diagnóstico por imagem e 58 postos de coleta laboratorial.

Só no ano passado, o Hapvida investiu cerca R$ 180 milhões na rede própria.

Podiatra português ministra curso inédito em Natal

pedro

Pedro Coutinho

Os dados são alarmantes: a cada 30 segundos, um diabético tem o pé amputado no mundo. As estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam a gravidade das consequências de uma doença silenciosa. O não tratamento da diabetes também pode provocar uma patologia que ataca diretamente o sistema nervoso periférico e leva o paciente à perda parcial ou total da sensibilidade dos membros superiores e inferiores. A neuropatia dos pés, como é chamada a doença, já acomete 60% dos diabéticos.

Especialista nessa área, o reconhecido podiatra português Pedro Coutinho realiza, pela primeira vez em Natal, um curso intensivo e interdisciplinar voltado para especialistas em pés neuropáticos. O evento ocorre dia 14 de janeiro (sábado), a partir das 8h, no Espaço Saúde & Movimento, em Candelária. A vinda de Coutinho a Natal é uma parceria entre a terapeuta ocupacional Thaisa Wancy, a Clínica de Ortopedia e o Espaço Saúde e Movimento. As vagas são limitadas. As reservas podem ser feitas pelo telefone 84. 99922.6569.

Além do podiatra Pedro Coutinho, o curso contará com a participação de Thaisa Wancy (terapeuta ocupacional) e de Jussara Paiva Nunes (enfermeira especializada em feridas), profissionais do Rio Grande do Norte reconhecidas na área.

O curso será dividido em dois momentos. Pela manhã, os participantes vão se aprofundar em temas relacionados ao cuidado da neuropatia nos pés, a exemplo das patologias que podem causar pés neuropáticos, o reconhecimento de um pé neuropático, os tipos de complicações, feridas e deformidades, além de realizar testes, diagnósticos e aplicações nos pés neuropáticos.

A tarde é dedicada à prática. O grupo terá contato com a biomecânica do pé e suas aplicações práticas no pé neuropático, vai discutir casos clínicos e terá a oportunidade de conhecer as tendências do mercado em termos de curativos, palmilhas e adaptações específicas para pés neuropáticos.

 

Perfil

Pedro Coutinho é formado em Podologia pelo Instituto Politécnico de Saúde do Porto, em Portugal, e possui pós-graduação em Higiene e Saúde do Trabalho. Já realizou palestras em várias cidades do Brasil e do mundo sobre a neuropatia dos pés. Atualmente, Coutinho é professor do curso de pós-graduação da UNIPÊ, onde ministra a disciplina de laser terapia em feridas; da ABACO, com a disciplina de Anatomia e Biomecânica, e do SENAC Rio, onde ensina as cadeiras de promoção à Saúde Podal, Podologia para Idosos e Podologia para Desportistas.