Blog editado a partir de Natal/RN - Brasil.

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Posts da ‘SAÚDE’

ARMADILHA – Óleo de coco não é saudável, afirma entidade norte-americana

American Heart Association diz que a gordura é tão maléfica quanto a das carnes e da manteiga

 

Deu em ZERO HORA (ZH Vida)

De aliado da alimentação a vilão da saúde: o óleo de coco viu seu reinado desmoronar nos últimos meses. Depois de ter suas infinitas propriedades terapêuticas questionadas por entidades médicas brasileiras, chegou a vez da American Heart Association se pronunciar sobre a gordura vegetal.

Em um artigo publicado nesta semana, a presidência da associação alerta sobre os riscos que o produto traz à saúde. No texto, há referências a experimentos controlados que mostraram que tanto a manteiga como o óleo de coco aumentaram o colesterol ruim (LDL) na comparação com o óleo de cártamo — a manteiga mais, é preciso esclarecer.

Outro estudo também comparou o óleo de coco com azeite de oliva. Mais uma vez, a gordura da fruta aumentou o mau colesterol. A explicação está no perfil dos ácidos graxos do óleo de coco, composto em 82% de gordura saturada, relacionada diretamente às doenças cardiovasculares. Gordura bovina, por exemplo, tem 50% desse tipo de gordura, enquanto o azeite de oliva tem 14%.

Segundo a publicação, o marketing em torno do produto e até mesmo a imprensa têm uma parcela de culpa na disseminação de sua boa fama. Reflexo disso é uma pesquisa recente que mostrou que 72% dos americanos apontaram o óleo de coco como uma opção saudável.

No Brasil, tanto a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) quanto a Associação Brasileira de Nutrologia (Abran) já se manifestaram sobre o produto. Ambas tratam com ressalvas o uso dessa gordura.

— Não há nenhuma evidência científica que comprove que ele faça bem para a saúde de forma geral — disse a ZH, em abril, a vice-presidente do Departamento de Obesidade da SBEM, Rosana Radominski.

Para substituir o óleo de coco, especialistas indicam o óleo de girassol para frituras e o azeite de oliva para outras preparações.

Diretora médica do Hospital Antônio Prudente integra lista dos 100 CEOs/executivos de saúde

A diretora médica do Hospital Antônio Prudente, Lyz Helena, foi convidada a participar da 15ª edição do Saúde Business Fórum que acontece de 15 a 18 de junho em Foz do Iguaçu. O encontro reúne os 100 CEOs/executivos do setor de saúde. Este ano, o tema a ser discutido é Value-Based Healthcare: Engajamento, Comportamento e Recompensa.

O Fórum, por meio de uma análise categórica, convida 100 líderes do país, incluindo hospitais, operadoras, laboratórios clínicas, medicina diagnóstica e indústria farmacêutica.

Os riscos e benefícios das comidas típicas do São João

Quadrilhas, fogueiras e bandeirinhas. A festa junina, comemorada em todo o Brasil e que ganha grande expressão no Nordeste, tem como uma das principais tradições, as comidas típicas.

Pamonha, milho cozido, canjica, cuscuz, pipoca e bolo de milho são alguns dos alimentos consumidos nesse período. O ingrediente comum de todos eles é o milho. A nutricionista Roseanny Cristina, do Hapvida Saúde, explica que o cereal é um ótimo aliado da saúde por ser rico em vitaminas.

“O milho é uma fonte de fibras para saúde, rico em vitamina A e E, é um alimento que proporciona fonte de energia e melhora no funcionamento do organismo”.

Mas, apesar do milho trazer benefícios à saúde, a preparação dos pratos com outros ingredientes pode não ser tão saudável. “Os ingredientes que levam nas comidas de típicas, como manteiga e açúcar, podem acarretar problemas futuros. Sendo também prejudicial a um paciente diabético ou hipertenso”, ressalta a nutricionista.

Outros alimentos que fazem parte do cardápio da festividade são os doces: vatapá, mugunzá, paçoca, baião de dois e pé de moleque. Com tantas opções dessa culinária típica, a palavra chave é moderação.

Segundo a profissional, é possível fazer a substituição de ingredientes. “Na hora de preparar os alimentos, pode trocar determinados itens por leite desnatado, açúcar demerara ou orgânico e manteiga orgânica”, ressalta.

Saiba quando a dor abdominal pode ser sinal de apendicite

Dor, febre e desconforto gastrointestinal são sintomas comuns de qualquer patologia. Mas, quando associada à dor abdominal na região do estômago, náuseas, vômitos e sensação de estômago cheio, podem ser um alerta para apendicite aguda.

A inflamação no apêndice cecal, órgão que está localizado no início do intestino grosso, no baixo ventre à direita, deve ser diagnosticada o quanto antes segundo o cirurgião do Hapvida Saúde, Leonardo Ferrari: “O diagnóstico deve ser o mais precoce possível, pois quanto mais tempo demora, aumenta a chance de surgir um quadro grave de infecção que pode levar até a morte’’, diz.

Os cuidados devem se estender a todas as idades, apesar da incidência ser maior entre a população de 10 aos 50 anos, sem grande diferença entre os sexos, como destaca o cirurgião.

“O tratamento deve ser de urgência, afinal, quanto mais idoso for o indivíduo, e se for portador de comorbidades como hipertensão e diabetes, há uma probabilidade maior de complicações’’.

 

Tratamento

A cirurgia é sempre o tratamento necessário para a apendicite. Segundo Ferrari, o procedimento é simples: “Atualmente, se faz por laparoscopia, com três pequenas incisões. Se em estágio avançado, ou em situações específicas, pode ser feita na forma convencional, através de um corte maior no abdômen”, explica.

 

Diagnóstico

Os sintomas são típicos, mas para o diagnóstico preciso, devem ser considerados exames como hemograma, que vai apresentar o aumento dos leucócitos, e exames de imagem, como ultrassonografia ou tomografia, que vão mostrar o apêndice inflamado. Nas mulheres, é preciso atenção no diagnóstico para não confundir as doenças ligadas aos ovários ou trompas.

 

Prevenção

Como forma de prevenção, a alimentação saudável é uma das maneiras mais corretas. “Inserir alimentos ricos em fibras na alimentação é uma maneira de reduzir os riscos da doença, por facilitar o trânsito intestinal e diminuir a incidência de obstrução do órgão. Mas não elimina totalmente a chance de ter apendicite. É um problema que pode acontecer com qualquer um’’, enfatiza.

Fisioterapia auxilia saúde da mulher

A Clínica de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra oferece tratamento gratuito para o público feminino que necessita de atendimento

 

O corpo feminino passa por muitas transformações que podem repercutir de forma negativa na saúde, se não tratados. Mulheres grávidas, puérperas, ou no climatério podem recorrer à Fisioterapia para o alívio e, por vezes, à solução total dos inconvenientes da fase por que passam. A Clínica de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra está com vagas abertas para este atendimento especializado na Saúde da Mulher. O tratamento é gratuito e aberto para toda a comunidade.

De acordo com a professora de Fisioterapia Larissa Varela, o foco das sessões são para pessoas com disfunções no assoalho pélvico, com problemas de constipação, incontinência urinária/fecal/gases, prolapsos genitais (“bexiga baixa”) ou até com disfunções sexuais. Em relação a estes casos, a Fisioterapia atua como “uma forma não invasiva de tratamento, e apresenta resultados positivos e de duração prolongada, além de diminuir a necessidade de cirurgias e do uso de medicamentos, sem complicações e efeitos colaterais”, explica.

A Clínica de Fisioterapia da Estácio também tem vagas para atendimentos especializados na promoção à saúde com gestantes e puérperas – prevenindo e tratando de dores nas costas devido à gestação, com a realização de exercícios de relaxamento e exercícios respiratórios para aliviar a dor do parto. Além destas, pacientes mulheres ou homens, com queixas urológicas, ginecológicas e proctológicas também podem recorrer às sessões de Fisioterapia na Clinica Escola.

As pessoas interessadas nos tratamentos podem entrar em contato pelo número 3132-0521, para mais informações e/ou agendamento. Os atendimentos são realizados por estudantes supervisionados por professores na Clínica de Fisioterapia da Estácio, localizada na Rua Professora Dirce Coutinho, 1713, Capim Macio – Natal/RN.

Chega a Natal aparelho de ponta no diagnóstico de doenças na retina

Acaba de chegar a Natal, um novo equipamento para ampliar a qualidade nos exames de oftalmologia, em especial no diagnóstico de doenças da retina: o Wide Field – Retinógrafo de Grande Angular.

O novo aparelho é o primeiro do Estado e um dos pioneiros na região Nordeste. O equipamento se diferencia da concorrência por conseguir alcançar uma altíssima precisão, pois além de mapear uma área maior da retina em relação aos exames realizados nos retinógrafos tradicionais, também disponibiliza para o médico imagens digitais de alta definição, permitindo um melhor acompanhamento das doenças oculares.

“Com o Retinógrafo de Grande Angular, conseguimos ver toda a retina do paciente como uma grande fotografia, com uma amplitude de 100%, em um anglo de 220°. Para se ter uma idéia, nos exames tradicionais, o anglo alcançado fica em torno de 40°. É uma evolução considerável e que facilita bastante o diagnóstico, inclusive de doenças que não teríamos condições de detectar no exame convencional”, afirma o oftalmologista e diretor da Prontoclínica de Olhos, Carlos Alexandre de Amorim Garcia.

Com o Wide-field, o paciente terá mais praticidade, agilidade e comodidade no exame, pois, além de ser realizado em poucos segundos e não utilizar flash, o paciente não necessita mais dilatar a pupila, eliminando todos os desconfortos gerados pelo exame tradicional. O novo aparelho possibilita ainda a realização de exames sequenciais para futuras comparações.

Segundo Carlos Alexandre, o exame de retinografia é indicado para qualquer pessoa, desde que exista alguma suspeita de doença na retina, ou para quem tem risco de desenvolver, como é o caso de diabéticos e portadores de pressão alta.

“O diabetes pode causar lesões precoces na periferia da retina, que, num exame de rotina qualquer, poderia passar despercebido pelo médico. Do mesmo modo, lesões predispostas ao descolamento de retina, podem ser detectadas precocemente”, diz o oftalmologista.

Mulheres engravidam cada vez mais tarde e especialistas alertam para os riscos

Busca por crescimento profissional e estabilidade financeira são principais motivos para adiar gravidez; saiba quais são cuidados necessários e melhor idade indicada pelos médicos

 

Trabalho, jornada doméstica, cursos superiores e de pós-graduação, desejo de viajar pelo mundo. Casada ou solteira, a mulher da atualidade está cada vez mais atribulada com diversas tarefas ao mesmo tempo. Por isso, é comum que planejem muitas outras coisas antes de escolher ter um bebê, adiando a gravidez. O que muitas não sabem é que a gestação tardia pode oferecer alguns riscos e exige uma série de cuidados.

Segundo a pesquisa de Estatísticas do Registro Civil 2015, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres brasileiras estão sendo mães mais tarde. Em 2005, 30,9% dos nascimentos se referiam às mães de 20 a 24 anos. Já em 2015, o percentual nessa faixa etária caiu para 25,1%. Segundo o estudo, os dados evidenciam o aumento da representatividade de mães entre 30 e 39 anos (de 22,5%, em 2005, chegando a 30,8%, em 2015) e a redução dos registros de filhos de mães mais jovens – no grupo de mães de 15 a 19 anos, o percentual de nascimentos caiu de 20,3%, em 2005, para 17%, em 2015.

De acordo com Lícia Kércia, ginecologista do Hapvida Saúde, não há problemas em engravidar mais tarde. Porém, diante desta escolha, a atenção com a saúde deve ser redobrada, alerta ela: “muitas mulheres têm deixado para engravidar quando já estão estabilizadas na carreira, aí passam dos 30, outras até dos 40 quando decidem ter o primeiro filho. Se por um lado profissionalmente isso é bom, por outro é importante ter um acompanhamento médico antes e depois de engravidar”.

De acordo com a especialista, os avanços na medicina ajudam as mulheres que optam para engravidar mais tarde. No entanto, o sistema reprodutor feminino também envelhece com o avançar da idade, o que pode dificultar a concretização de uma gravidez tardia e também aumenta os riscos de o bebê desenvolver alguma síndrome – quanto mais jovem é a mulher, menor é esse risco.

“Entre os 20 e 30 anos de idade é a fase da vida em que a mulher é mais fértil e também está mais propícia para ter uma gravidez tranquila e saudável. Não existe um prazo limite para a mulher ter uma gestação, mas os óvulos envelhecem como qualquer outra célula do corpo. Então, quanto maior a idade, menor a qualidade e quantidade de óvulos”, explica Lícia. Por isso, o ideal é que a mulher com mais de 35 anos tenha um acompanhamento próximo antes mesmo de engravidar, para que essa análise seja feita e qualquer risco seja imediatamente identificado.

O risco de aborto, parto prematuro e desenvolvimento de síndromes, como a de Down, e doenças, como hipertensão e diabete, são algumas das principais complicações que podem acontecer na gravidez tardia, caracterizada após os 35 anos. A obstetra indica que as mulheres que desejam engravidar nessa faixa etária passem por um exame para avaliação da reserva ovariana. “Esses exames nos ajudam avaliar a qualidade da reserva de óvulos da mulher e a prever se tem um risco maior de complicações ou não”, pontua.

Entre os principais exames a serem realizados, estão o hormônio folículo-estimulante (FSH), a ultrassonografia e o hormônio antimulleriano, que mostra ao médico o estoque de células germinativas e a qualidade dos óvulos estocados – a recomendação é que a futura mamãe sempre busque um especialista para melhor acompanhamento durante a gestação.

Período chuvoso aumenta casos de gripes e resfriados em crianças

Com a intensificação do período chuvoso no Rio Grande do Norte, tornam-se mais comuns os casos de crianças com gripes e resfriados. As duas doenças são distintas, causadas por vírus, mas que partilham vários sintomas em comum, por este motivo, muitos acreditam que ambas são sinônimos.

A médica Kallydya Pasqually, pediatra do Hapvida Saúde, explica que a principal diferença entre elas é a intensidade dos sintomas, que são mais severos na gripe. Além disso, o tempo de doença na gripe dura cerca de 7 a 10 dias e no resfriado 2 a 4 dias.

”Apesar dos sintomas serem bem semelhantes, gripe não é a mesma coisa que resfriado. As duas doenças são causadas por vírus, porém a gripe é causada pelo vírus influenza e seus subtipos, enquanto os resfriados são causados por outros tipos de vírus respiratórios”.

Segundo a médica, tanto a gripe como resfriado podem causar febre e tosse, mas na gripe a intensidade desses sintomas é bem maior. “Sendo gripe, os sintomas são mais fortes, como dores de cabeça, nos músculos e articulações”, detalha a médica. A pediatra alerta que quando os sintomas surgirem como uma doença bacteriana mais grave, com febre alta, maior que 39,5ºC, permanente, por mais de três dias, é extremamente importante procurar um pediatra.

“O resfriado costuma não causar tantas dores, provocando muito mais coriza, tosse seca, dor de garganta e espirros. A gripe traz mais fraqueza, cansaço, tosse mais cheia. E ela tende a se complicar mais, principalmente em idosos, bebês e pessoas com baixa imunidade, podendo evoluir para pneumonia quando não cuidada”, finaliza.

 

Campanha

A campanha nacional contra a Influenza, lançada pelo Ministério da Saúde, acontece em todo o Brasil até o dia 26 de maio, tendo o dia 13 de maio como dia “D”. Podem ser imunizados durante a campanha grupos específicos e crianças de seis meses a menores de cinco anos (quatro anos, 11 meses e 29 dias).

 

H1N1

Segundo a pediatra do Hapvida, a gripe A, causada pelo vírus H1N1, causa sintomas mais intensos, sendo mais preocupante em idosos e bebês, por isso é um público ao qual a vacina é direcionada de forma mais insistente e gratuita.

 

Cuidados

Os cuidados que podem ser adotados para reduzir as chances de contaminação pelo vírus, ou mesmo transmissão para outras pessoas, são: lavar as mãos com água e sabão (principalmente depois de usar o banheiro); evitar tocar olhos, nariz ou boca após contato com superfícies onde há aglomeração; usar lenço ao tossir e espirrar.

V Congresso da Liga Contra o Câncer começa quinta-feira (11) em Natal

Em comemoração aos seus 68 anos e seguindo sua filosofia de fomentar o ensino e desenvolvimento de pesquisas em áreas ligadas à atenção oncológica, a Liga Norte-Riograndense Contra o Câncer realizará, no período de 11 a 13 de Maio, na Escola de Governo do RN, no Centro Administrativo, o V Congresso da Liga Contra o Câncer.

Com o objetivo de compartilhar a experiência em tratamento oncológico e os resultados do desenvolvimento da pesquisa clínica da instituição, o evento abordará nesta edição o tema “Imunologia e Câncer: da Prevenção ao Tratamento”.

Mais uma vez o Congresso contará com a presença de renomados profissionais e palestrantes de todo o país, entre eles o oncologista do Hospital Israelita Albert Einstein Antônio Carlos Buzaid, o radio-oncologista titular do Hospital Sírio Libanês, Samir Abdalah Hanna, Anelisa Kruschewsky Coutinho Araújo, da AMO – Assistência Multidisciplinar em Oncologia (BA), Eduardo Costa Soares, da Universidade Federal do Ceará, Leonardo Nogueira de Almeida Vieira, do Real Hospital Português de Beneficência (PE), Marcelo Souza, cirurgião oncológico, entre vários outros.

Destinado a profissionais da saúde e áreas correlacionadas ao tratamento oncológico, o Congresso terá ainda, dentro de sua programação, a IV Jornada de Oncologia Oral, a II Jornada Multidisciplinar, Jornada de Imagem e Mini Cursos de Imunologia, Cuidados Paliativos, Odontologia e Enfermagem, além de abordar outros temas, tais como: Câncer de Pulmão, Trato Urinário, Sarcoma, Câncer de Mama, Tumores Gastro Intestinais, Tumores Ginecológicos, Onco Pediatria, Câncer de Cabeça e Pescoço, Hematologia e Luto e Terminalidade.

O evento conta este ano com uma expectativa de público de cerca de 600 congressistas. Mais informações e inscrições no site: www.congressodaliga.com.br , ou através do tel. – 84-3219.6611.

 

SERVIÇO:

V Congresso da Liga Contra o Câncer – Imunologia e Câncer: da Prevenção ao Tratamento

Local: Escola de Governo – Av. Senador Salgado Filho, S/Nº – Lagoa Nova, Natal – RN, Cep. 59015-350

Data: 11 a 13 de Maio

Mais da metade da população de Natal está cima do peso

Além de preocupante, a realidade da capital potiguar aponta que o número de obesos na população é de 19,6%, número maior do que a média nacional que é de 18,9%, segundo o Ministério da Saúde

 

Difícil associar a imagem do Brasil que passa fome e, ao mesmo tempo, apresenta dados tão alarmantes quando se fala em sobrepeso e obesidade. De acordo com o Ministério da Saúde, com base em dados divulgados esta semana pela VIGITEL – Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico, o brasileiro está mais obeso. Em 10 anos, a prevalência da obesidade no Brasil passou de 11,8% em 2006 para 18,9% em 2016, atingindo quase uma em cada cinco pessoas. Em Natal, 56,6% da população está acima do peso e a obesidade atinge 19,6% dos 877 mil habitantes.

 

Doenças crônicas

Ao contrário do que muitos podem imaginar, o que está em questão não é a aparência física. A cardiologista Sílvia Souza, da rede Hapvida, alerta que o crescimento da obesidade é um dos fatores que podem ter colaborado para o aumento da prevalência de diabetes e hipertensão, doenças crônicas não transmissíveis, que pioram a condição de vida do brasileiro e podem até matar.

Segundo a pesquisa, o diagnóstico médico de diabetes passou de 5,5% em 2006 para 8,9% em 2016. Em Natal, 10,1% da população sofre com a doença. A menor prevalência é na cidade de Boa Vista (RR), com 5,3% da população com diabetes; enquanto o pior cenário é o da cidade do Rio de Janeiro, em que 10,4% é diagnosticada com diabetes.

O levantamento do Ministério da Saúde mostra que o número de casos de hipertensão arterial saiu de 22,5% em 2006 para 25,7% em 2016. A capital do Rio Grande do Norte apresentou alto índice na pesquisa, com 26,9% de prevalência da hipertensão. Os três melhores resultados são os de Palmas-TO (16,9%), Macapá-AP (17,6%) e Boa Vista-RR (17,9%). O pior cenário é, novamente, visto na capital fluminense: o Rio de Janeiro tem 31,7% de hipertensos na população.

A pesquisa nacional identificou algo que já se vê nas ruas também: a obesidade aumenta com o avanço da idade. Mas mesmo entre os mais jovens, de 25 a 44 anos, atinge indicador alto: 17%. Excesso de peso também cresceu entre a população. O percentual de quem possui Índice de Massa Corporal (IMC) entre 25 kg/m² e 30 kg/m², passou de 42,6% em 2006 para 53,8% em 2016. Já é presente em mais da metade dos adultos que residem em capitais do país.

 

Alimentação

As doenças crônicas associadas ao sobrepeso têm relação direta com o tipo de alimento que os habitantes das capitais têm consumido. “Alimentos considerados ultraprocessados, industrializados, têm sido muito mais consumidos do que antes, e isso aumenta a incidência de sobrepeso e hipertensão, uma vez que um dos principais ingredientes nessas composições é o sódio”, lembra a cardiologista do Hapvida.

A pesquisa revela exatamente uma diminuição na ingestão de ingredientes considerados básicos e tradicionais na mesa do brasileiro. O consumo regular de feijão diminuiu 67,5% em 2012 para 61,3% em 2016. E apenas 1 entre 3 adultos consomem frutas e hortaliças em cinco dias da semana. Esse quadro mostra a transição alimentar no Brasil, que antes era a desnutrição e agora está entre os países que apresentam altas prevalências de obesidade.

 

Saúde

Apesar de tantos cenários preocupantes, entre as mudanças positivas nos hábitos identificados na pesquisa, está a redução do consumo regular de refrigerante ou suco artificial. Em 2007, o indicador era de 30,9% e, em 2016 foi 16,5%.

Além disso, a população com mais de 18 anos tem praticado mais atividade física no tempo livre. Em 2009, 30,3% da população fazia exercícios por pelo menos 150 minutos por semana, já em 2016 a prevalência foi de 37,6%. Nas faixas etárias pesquisadas, os jovens de 18 a 24 anos são os que mais praticam atividades físicas no tempo livre. Esse já é um passo importante, defende a cardiologista: “É essencial que se faça atividade física regularmente, pelo menos 30 minutos por dia de caminhada, pois o sedentarismo aumenta as chances de doenças cardiovasculares”, recomenda.

Clínica gratuita de Nutrição será inaugurada em Natal nesta quarta (19)

A faculdade Estácio Ponta Negra inaugura nesta quarta-feira (19) a Clínica Escola de Nutrição. Estudantes, supervisionados por professores, realizarão os atendimentos de forma gratuita e aberta para a comunidade. O consultório fica localizado em Capim Macio e funciona nos turnos da manhã e tarde – com dias e horários estabelecidos de acordo com o agendamento. No local também são realizados atendimentos em Fisioterapia.

De acordo com a coordenadora do curso de Nutrição da Estácio, Sandra Prudente, o espaço é uma oportunidade para os alunos praticarem seus conhecimentos acadêmicos, além de promover a interação da faculdade com a comunidade. “O estágio supervisionado é uma obrigação curricular de nossos alunos de Nutrição. Agora, eles podem dispor desta prática no próprio ambiente da faculdade”, reforça a coordenadora.

A Clínica está localizada na Rua Professora Dirce Coutinho, 1713, Capim Macio – Natal/RN. Os pacientes podem entrar em contato pelo número 3132-0521 para mais informações. Após o contato, os interessados em receber as consultas de Nutrição passam por uma triagem e serão encaminhados para uma lista de agendamento.

 

Serviço

Clínica Escola Estácio Ponta Negra

Atendimentos gratuitos em Nutrição

Contato: (84) 3132-0521

Depressão e ansiedade estão entre as principais causas de adoecimento e afastamento do trabalho

Por esse motivo, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho do Abril Verde deste ano decidiu dar ênfase ao problema, um dos principais motivos de afastamento do emprego

 

Depressão e ansiedade são a segunda maior causa de adoecimento relacionado ao trabalho no Brasil – perdem apenas para os casos de LER/DORT (Lesão por Esforço Repetitivo/Distúrbio Osteo Muscular Relacionado ao Trabalho). Somadas, as duas doenças, representam 49% de todos os casos classificados como transtornos mentais que surgiram ou se agravaram nos ambientes de trabalho. Por esse motivo, a Campanha Nacional de Prevenção de Acidentes de Trabalho do Abril Verde deste ano decidiu dar ênfase ao problema, que é também um dos principais motivos de afastamento do emprego.

Para se ter uma ideia da gravidade do quadro, em um ranking da Secretaria de Previdência do Ministério da Fazenda reunindo todos os motivos que provocam o afastamento do trabalhador da empresa, a depressão aparece na vigésima posição. Ou seja, ela está entre os motivos que mais geram concessão de auxílio-doença acidentário – quando a pessoa é afastada da atividade por mais de 15 dias. Em 2016, 3.393 benefícios foram concedidos por causa de depressão.

O número ainda é menor do que o das fraturas nos punhos, mãos, pernas e tornozelos, que aparecem nas duas primeiras colocações, e também é inferior ao das dores nas costas, a terceira principal causa de afastamento no Brasil. Mas, nem por isso, menos grave, como alerta a diretora do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho do Ministério do Trabalho, Eva Gonçalves Pires. “O tempo de afastamento por depressão e ansiedade costumam ser muito maior do nos casos de acidentes, porque o tratamento é mais prolongado e a recuperação mais demorada”, lembra.

Além disso, o assistente técnico do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, Jeferson Seidler, lembra que ainda existe uma dificuldade em diagnosticar corretamente a depressão e em fazer o nexo da doença com o trabalho, o que faz com que haja uma subnotificação dos casos. “No acidente típico, por exemplo, com máquinas, a lesão é evidente e compatível com o relato da vítima, e dificilmente há dúvida quanto à caracterização da ocorrência como acidente de trabalho. Nos transtornos mentais, inclusive as depressões, não. Primeiro, porque o diagnóstico é mais subjetivo, e, segundo, porque, além de fazer essa análise clínica, é preciso observar se o trabalho teve ou não influência no desencadeamento ou agravamento dos sintomas”, explica.

Somado a isso, existe o fato de que as organizações o Brasil, no geral, não se preocupam em promover ambientes de trabalho que levem em conta a saúde mental dos seus trabalhadores, já que a legislação do país não trata desse aspecto. A auditora fiscal do Trabalho, Luciana Veloso, que tem doutorado em direito com foco na saúde mental do trabalhador, diz que o problema tem se agravado, sobretudo, nos últimos 30 anos.

“As empresas, preocupadas em lucrar cada vez mais, foram adotando modelos de gestão que colocam metas muitas vezes abusivas aos trabalhadores, utilizam sistemas de avaliações individuais que estimulam a competitividade entre eles e cobram resultados o tempo todo. As pessoas trabalham muito, sob pressão e na cultura do “cada um por si”. Isso acabou com a solidariedade entre os colegas nas empresas, e o trabalhador foi ficando fragilizado e mais vulnerável a abusos psicológicos, como assédio moral, por exemplo”, explica.

Luciana lembra que, ao contrário dos acidentes de trabalho, que dependem apenas do conteúdo das tarefas do trabalhador, no adoecimento mental o contexto do trabalho também conta. É mais comum ocorrerem problemas em empresas onde a comunicação é ineficaz ou inexistente; a remuneração é baixa; as tarefas são incompatíveis com a qualificação do trabalhador (normalmente trabalhadores qualificados executando tarefas menos importantes); as ameaças de demissão são constantes; e os casos de discriminação e assédio moral e sexual são mais comuns.

Em países mais desenvolvidos, já existe uma preocupação com a saúde mental dos trabalhadores. No Brasil, infelizmente, o que vemos é um atraso. E as pessoas estão ficando doentes e indo trabalhar doentes, a base de remédios. Enquanto não nos preocuparmos como o problema, ele continuará ocorrendo”, constata.

Gustavo Fernandes solicita construção de circuito de calistenia no Parque das Dunas

O deputado estadual Gustavo Fernandes protocolou um requerimento nesta semana solicitando do Governo do Estado a instalação do primeiro circuito de calistenia do Parque das Dunas.

A calistenia tem sido uma atividade física bastante procurada pelos potiguares na busca por uma vida mais saudável. Ela consiste no conjunto de atividades físicas sem uso de aparelhos de academia que utiliza o próprio corpo resistência.

“Natal carece de opções para a prática de atividades físicas e a calistenia permite levar a todas as pessoas a opção de praticar exercícios diariamente. Vale destacar também que a calistenia vem tendo cada vez mais adeptos em Natal, que não possuem muitos espaços para praticar. Essa instalação representará um espaço importante para a população“, justificou.

O requerimento será encaminhado para a Governadoria e para a Secretaria de Estado do Esporte e do Lazer (Seel) para que o Governo do Estado adote as medidas necessárias a aquisição dos materiais e instalação do circuito.

Tênis de rodinhas: é preciso ter cuidado

Especialista orienta pais sobre tempo de uso do calçado que está na moda entre a garotada

 

DivulgaçãoNão é de hoje que a indústria têxtil e de calçados investem em tecnologia e inovação para atrair a atenção das crianças. Se antes a moda era usar sapatinhos com luzes ou querer aqueles que vinham com bonecos de brindes, agora o que quase toda criança e adolescente quer são os populares tênis com rodinhas.

Isso mesmo, nem patins nem somente calçados, esse verdadeiro objeto de desejo está na cabeça, ou melhor, nos pés da meninada. Mas é preciso ter alguns cuidados com o uso do tênis.

 

Riscos

Como essas rodinhas ficam na parte de trás dos tênis, se as crianças usarem o calçado e forem a um lugar de superfície inapropriada, onde não seja possível deslizar, logo, ela vai ser obrigada a andar na ponta dos pés. O ortopedista Danilo Pinheiro, do Hapvida Saúde, alerta para o risco de problemas posturais decorrentes dessa pisada que força os ossos dos pés.

Outro risco apontado pelo especialista é o de quedas. “Como o calçado é pra ser usado no lazer e até incentiva a prática esportiva, quando usar o tênis com rodinhas, o ideal é que a criança também utilize equipamentos de proteção, como capacetes e cotoveleiras”, recomenda o médico.

 

Tempo de uso

Como toda prática esportiva, deslizar por aí pode ser muito legal e fazer a turminha gastar muita energia, mas não se deve passar mais do que duas horas por dia com o tênis. “Abusar no tempo de uso pode comprometer tanto o organismo da criança, com o esforço físico em exagero, quanto desgastar mais rapidamente o tênis, o que pode causar quedas mais facilmente”, explica.

O ortopedista orienta, ainda, que os pais sempre vistoriem as condições do calçado antes das crianças começarem a deslizar por todo lado. “É preciso saber se as rodinhas estão bem presas ao tênis pra evitar qualquer transtorno”, conclui.

NEGOCIAÇÃO E PARCERIA – Saúde de Natal garante atendimento e consegue economia de R$ 7,8 milhões em contrato com Coopmed

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS) firmou acordo com a Cooperativa Médica do Rio Grande do Norte (Coopmed-RN) e garantiu a continuidade dos serviços de urgência e emergência na rede municipal de saúde. Além disso, a SMS conseguiu a redução de 10% de forma linear no valor pago pelos plantões médicos, o que gerará uma economia, ao longo do ano, de aproximadamente R$ 7,8 milhões. Os detalhes do acordo foram apresentados na tarde desta quarta-feira (1º), durante uma coletiva de imprensa realizada no Auditório da SMS Natal.

Foto SMSO secretário Municipal de Saúde, Luiz Roberto Fonseca, explica que apresentou uma proposta à Cooperativa, que foi célere em recebê-la, para que não houvesse uma descontinuidade do serviço e agradeceu a sensibilidade dos médicos em entenderem a situação financeira que o município passa. Natal tinha um passivo financeiro na ordem de R$ 9 milhões e a SMS garantiu que será feito o repasse no próximo dia 15 de fevereiro de aproximadamente R$ 5 milhões, o que significa cerca de 60% do valor, e o montante restante será pago em oito parcelas, ao longo do ano, a partir do mês de março.

“O final desse processo foi extremamente positivo, pois não teremos paralisação e demos uma garantia de pagamento regular da prestação dos serviços. Tudo isso foi possível porque o prefeito Carlos Eduardo deu a garantia do repasse dos recursos. Os serviços continuam sendo prestados sem nenhum grau de interrupção à população”.

Luiz Roberto explica que foi apresentado também a proposta de redução de 15% no valor pago à Cooperativa pelos plantões médicos e pelos serviços de média e alta complexidade, e hoje, a plenária da Cooperativa aprovou a redução de 10% no valor pago pelo plantão médico, de forma linear. “Isso foi uma demonstração inequívoca de extrema boa vontade e de sensibilidade por parte dos profissionais”. Em relação aos serviços de média e alta complexidade também será feito o decréscimo de 10% no valor pago.

O presidente da Coopmed-RN, Marcelo Cascudo, explica que a Cooperativa decidiu, em assembleia, suspender a paralisação, após a Secretaria Municipal de Saúde ter apresentado uma contraproposta que atendeu o pleito dos cooperados. “Tivemos uma reunião muito proveitosa na Secretaria Municipal de Saúde e houve um entendimento de ambas as partes e a garantia da discussão de um novo contrato mais amplo, para os próximos cinco anos. Os médicos tomaram essa atitude por entender a situação financeira do nosso município e do Brasil. É o exemplo de uma classe que trabalha pelo povo e que está trabalhando, agora, financeiramente para ajudar nosso município”.

Luiz Roberto Fonseca explicou ainda que nos próximos meses deverá ser feito uma nova licitação para prestação dos serviços médicos, nos moldes do contrato atual, mas já com a redução de 10% nos valores pagos. A vigência do atual contrato acaba este ano. “Iremos fazer um contrato com mais clareza e que dará mais segurança para ambas as partes”.

Atualmente, a Cooperativa Médica atua nas modalidades de clínicas médicas, cirúrgicas e intervencionistas, bem como prestações de assistência em regime de plantões e cirurgias de Alta/Média complexidade nas diversas especialidades médicas: Cardiologia, Hemodinâmica e Arritmia Cardíaca; Cirurgia Cardiovascular; Cirurgia de Cabeça de Pescoço; Cirurgia Oncológica; Cirurgia Pediátrica; Cirurgia Plástica Reparadora; Cirurgia Torácica; Cirurgia Vascular; Cirurgia Geral; Neurocirurgia e Ortopedia.

Em Natal, os médicos cooperados atuam no Hospital Municipal de Natal Dr. Newton Azevedo, nas UPAs Esperança, Pajuçara e Potengi, nas Maternidades Leide Morais e Araken Pinto, nas Unidades Mistas de Mãe Luiza, Cidade Satélite e Felipe Camarão, além do Samu Natal.

Ortorexia Nervosa: quando a obsessão por comida saudável pode prejudicar a saúde

Você sabe o que é ortorexia nervosa? A dieta exagerada sem acompanhamento profissional tem levado cada vez mais pessoas à obsessão por comida saudável. Para especialistas, este problema tem ganhado cada vez mais visibilidade devido a influência constante da mídia sobre o culto ao corpo. Natasha Vilanova, nutróloga do Hapvida Saúde, chama atenção para os riscos no consumo de dietas restritivas.

Ortorexia NervosaOrtorexia nervosa é um quadro caracterizado por uma obsessão por comer de forma saudável (ortho: correto; orexis: apetite). Cada vez mais encontramos pessoas que seguem dietas sem a orientação de um profissional da área, tendo como consequência, a restrição de grupos alimentares importantes para o equilíbrio do nosso organismo, levando a deficiências nutricionais”, alerta a nutróloga.

Natasha Vilanova lembra que os indivíduos que sofrem desse transtorno alimentar não percebem o quão estão prejudicando sua saúde. O transtorno é muitas vezes identificado por familiares ou amigos próximos. Porém, mesmo com o alerta sobre esta obsessão, eles acabam restringindo ainda mais os alimentos. “Inicialmente, evitam produtos que contenham corantes, conservantes, gordura trans, açúcares e, ao longo do prazo a preocupação abrange até a forma de preparo e até os utensílios utilizados”, afirma.

Entre os problemas ocasionados pela restrição nutricional da ortorexia nervosa estão anemia, desnutrição, déficit de vitaminas e minerais, entre outras. Sem o acompanhamento adequado, tais condutas podem levar a alterações mais graves, sendo indicada internação para reajuste nutricional.

Quando o quadro evolui para um distúrbio, Natasha Vilanova destaca que o tratamento ideal para a ortorexia é o acompanhamento com uma equipe multiprofissional, incluindo nutrólogo, psiquiatra, nutricionista e psicólogo. Abrangendo tanto a correção das deficiências nutricionais como a terapia comportamental.

Especialista dá dicas de como evitar problemas com o uso inadequado da mochila

A partir de 01 de fevereiro começam as aulas na maioria das escolas. São muitos livros e cadernos, entre outros materiais, que crianças e adolescentes precisam transportar todos os dias até o final do ano. Por isso, que pais e responsáveis devem ficar atentos ao peso que será colocado nas mochilas dos filhos. A professora do curso de Fisioterapia da Estácio Ponta Negra, Kalyne Cavalcanti dá algumas dicas para evitar os problemas provocados pelo leva e traz da mochila de casa para a escola.

26.Estácio_Letra ADe acordo com a fisioterapeuta, o peso, o tipo e o tempo que crianças e adolescentes ficam com a mochila nas costas podem provocar sérios problemas de postura, por atingir diretamente a coluna vertebral. Nestes casos, podem ocorrer dores, cansaço, câimbra, ou até mesmo uma lesão por sobrecarga devido ao uso contínuo da bolsa. “Um dos acometimentos mais comuns é a hipercifose, conhecido popularmente como corcunda. A criança tende a curvar os ombros para frente para equilibrar o peso da mochila e o seu peso corpóreo, acentuando a hipercifose”, destaca Kalyne.

Para evitar o problema, a professora alerta que na mochila não deve ser carregado mais do que 10% do peso corporal. Então, por exemplo, uma criança que possui 40 quilos não deve carregar mais que 4 kg nas costas.

Além do peso, Kalyne Cavalcanti ressalta que os pais devem ser cuidadosos na escolha da mochila e na forma de uso. “Quando escolher as mochilas, observe se possuem alças largas e se são acolchoadas nas alças e nas costas, pois estas distribuem melhor o peso por atenderem uma área maior dos ombros e minimizam a sobrecarga”, explica.

Sobre o posicionamento da mochila, a professora explica que ela deve ficar centralizada na coluna vertebral com as alças ajustadas simetricamente nos ombros. Desta forma, há uma distribuição adequada do peso, minimizando a necessidade de inclinações para compensações, pois estas geram sobrecarga nos músculos, ossos e articulações, o que potencializa o desenvolvimento de dores e lesões. “O ajuste das alças deve feito de acordo com o tamanho da criança, reguladas de forma que a parte inferior da mochila fique na linha da cintura ou um pouco abaixo, mas nunca abaixo da altura dos glúteos”, afirma.

Kalyne diz ainda que as mochilas com rodinhas também são aceitáveis, desde que respeitem a carga de no máximo 10% do peso corporal, “com atenção para frequentemente mudar o lado do corpo que puxa a mochila”, explica. A fisioterapeuta também recomenda alguns cuidados ao puxá-las para que não gere lesões. “As crianças não devem estar inclinadas para trás, nem devem ter que girar o tronco em grande amplitude para carregar a mochila, que deve ficar próxima ao corpo, quase ao lado e na altura da cintura para que a criança ande ereta e não posicione a mão muito para trás”, explica a professora.

Todas essas dicas são fundamentais para a saúde corporal das crianças, alerta a fisioterapeuta. “Também podemos destacar que o excesso de peso corporal, a ausência de atividade física, o mobiliário inadequado às atividades escolares, são fatores que também podem levar a desvios posturais”, pontua. Para uma melhor avaliação e orientação o indicado é procurar um fisioterapeuta.

Hapvida comemora 38 anos do Hospital Antonio Prudente

O Hapvida comemora, neste mês de janeiro, 38 anos de atividades do Hospital Antonio Prudente, marco inicial para criação do Sistema, que teve início no Ceará, e hoje atua com rede própria em 11 Estados.

De lá para cá, os números apresentam crescimento: são 3,3 milhões de beneficiários no Norte/Nordeste; mais de 15 mil colaboradores diretos envolvidos na operação de 21 hospitais; 69 clínicas médicas; 18 unidades de pronto atendimento; 66 unidades de diagnóstico por imagem e 58 postos de coleta laboratorial.

Só no ano passado, o Hapvida investiu cerca R$ 180 milhões na rede própria.

Podiatra português ministra curso inédito em Natal

pedro

Pedro Coutinho

Os dados são alarmantes: a cada 30 segundos, um diabético tem o pé amputado no mundo. As estatísticas da Organização Mundial de Saúde (OMS) revelam a gravidade das consequências de uma doença silenciosa. O não tratamento da diabetes também pode provocar uma patologia que ataca diretamente o sistema nervoso periférico e leva o paciente à perda parcial ou total da sensibilidade dos membros superiores e inferiores. A neuropatia dos pés, como é chamada a doença, já acomete 60% dos diabéticos.

Especialista nessa área, o reconhecido podiatra português Pedro Coutinho realiza, pela primeira vez em Natal, um curso intensivo e interdisciplinar voltado para especialistas em pés neuropáticos. O evento ocorre dia 14 de janeiro (sábado), a partir das 8h, no Espaço Saúde & Movimento, em Candelária. A vinda de Coutinho a Natal é uma parceria entre a terapeuta ocupacional Thaisa Wancy, a Clínica de Ortopedia e o Espaço Saúde e Movimento. As vagas são limitadas. As reservas podem ser feitas pelo telefone 84. 99922.6569.

Além do podiatra Pedro Coutinho, o curso contará com a participação de Thaisa Wancy (terapeuta ocupacional) e de Jussara Paiva Nunes (enfermeira especializada em feridas), profissionais do Rio Grande do Norte reconhecidas na área.

O curso será dividido em dois momentos. Pela manhã, os participantes vão se aprofundar em temas relacionados ao cuidado da neuropatia nos pés, a exemplo das patologias que podem causar pés neuropáticos, o reconhecimento de um pé neuropático, os tipos de complicações, feridas e deformidades, além de realizar testes, diagnósticos e aplicações nos pés neuropáticos.

A tarde é dedicada à prática. O grupo terá contato com a biomecânica do pé e suas aplicações práticas no pé neuropático, vai discutir casos clínicos e terá a oportunidade de conhecer as tendências do mercado em termos de curativos, palmilhas e adaptações específicas para pés neuropáticos.

 

Perfil

Pedro Coutinho é formado em Podologia pelo Instituto Politécnico de Saúde do Porto, em Portugal, e possui pós-graduação em Higiene e Saúde do Trabalho. Já realizou palestras em várias cidades do Brasil e do mundo sobre a neuropatia dos pés. Atualmente, Coutinho é professor do curso de pós-graduação da UNIPÊ, onde ministra a disciplina de laser terapia em feridas; da ABACO, com a disciplina de Anatomia e Biomecânica, e do SENAC Rio, onde ensina as cadeiras de promoção à Saúde Podal, Podologia para Idosos e Podologia para Desportistas.

Nutricionista dá dicas para aproveitar o verão readequando a dieta

alimentacao-saudavelSe em 2017 o objetivo for melhorar a qualidade de vida dando atenção especial à alimentação, o verão pode ser a época ideal para iniciar este novo ciclo. E se o sentimento de culpa pelos excessos consumidos nas festas de fim ano ainda estiver presente é possível usá-lo como aliado. Afinal todas as metas são colocadas no papel no início do ano e se o planejamento alimentar mais saudável também fizer parte das metas para 2017 essa é a hora ideal de colocar em prática.

A nutricionista do Hapvida Saúde, Roseanny Cristina, ensina algumas dicas para dar o pontapé inicial na inclusão de alimentos mais saudáveis na dieta do dia-a-dia. “É importante definir metas, porém, mais importante ainda é a modificação dos hábitos alimentares de forma sustentável, gradual”, aconselha. Abaixo Roseanny Cristina dá algumas dicas – nada radicais – para iniciar uma nova rotina alimentar sem correr o risco de abandonar o planejamento no meio do caminho.

 

1- Estabelecer metas para esse novo planejamento alimentar mais saudável;

2- Ter horários estabelecidos para as refeições;

3– Consumir adequadamente frutas e verduras. Esses alimentos são importantes na alimentação;

4- Fazer acompanhamento nutricional;

5- Ter cuidado com alimentação sempre. Traduzindo: em período de veraneio não exagerar.

6- Reduza o tamanho das porções das refeições;

7– Reduzir a adição de açúcar às bebidas;

8- Substituir o pão branco por pão de cereais e evitar o sal de mesa nos alimentos;

9- Fazer uma caminhada na praia. Afinal, esta também é uma atividade física que contribui para a qualidade de vida;

10- Ingerir muito líquido. É indispensável a ingestão de líquido, desde sucos de frutas , água de coco e água mineral. Esse consumo constante é fundamental para evitar a desidratação.

Hapvida recebe prêmio Top of Mind

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Jorge Pinheiro – Presidente do Hapvida Saúde

O prêmio ‘Top of Mind – As Marcas Mais Lembradas’ elegeu o Hapvida como o plano de saúde mais reconhecido pela população de São Luís (MA). A pesquisa foi realizada em outubro de 2016 como forma de avaliar as empresas que vêm à cabeça das pessoas em diversos serviços ofertados e o Hapvida foi lembrado por 29,9% dos entrevistados no quesito plano de saúde.

Em 2016, o trabalho desenvolvido pela operadora foi reconhecido por outras premiações, como o Prêmio Líderes da Saúde, Prêmio O Equilibrista e Prêmio Delmiro Gouveia. Além dessas, o Hapvida também foi agraciado com o Prêmio Marcas que eu Gosto, Latin American Sales Personality Awards (Laspa) e JC Recall de Marcas.

Hapvida Saúde realiza hoje (21) uma ação de Natal

Nesta quarta-feira (21), o Hapvida Saúde realizará uma ação de Natal, das 8h às 12h, na Praça Gentil Ferreira, no bairro Alecrim.

A ação contará com a presença de uma equipe da medicina preventiva para verificação de pressão arterial. Além disso, terão mascotes do Hapvida e serão distribuídas águas, pipocas e algodão doce.

Calendário Nacional de Vacinação sofrerá mudança para 2017

O Departamento de Vigilância em Saúde da Secretaria Municipal de Saúde de Natal (SMS-DVS), por meio do Setor de Vigilância Epidemiológica e o Núcleo de Agravos Imunopreviníveis (SVE-NAI), esclarece as mudanças no Calendário Básico de Vacinação (CBV). A partir do próximo ano, a vacina de HPV Quadrivalente será ampliada para o sexo masculino e a vacina Meningocócica C para adolescentes do sexo feminino e masculino de 12 a 13 anos.

vacinacaoDesta forma, busca-se, no caso da vacina de HPV Quadrivalente, prevenir os cânceres de pênis e verrugas genitais no sexo masculino, como também, reduzir a incidência do câncer de colo do útero e vulva nas mulheres, vez que os homens são um dos responsáveis pela transmissão do vírus para suas parceiras. A vacina também trabalhará na prevenção do câncer de boca, orofaringe, além de verrugas genitais em ambos os sexos.

Durante o primeiro ano, a vacina de HPV será disponibilizada para a faixa etária de 12 a 13 anos de idade (sendo ampliada gradativamente para meninos até nove anos), considerando o intervalo de zero a seis meses. Contudo, para as pessoas do sexo masculino vivendo com HIV/Aids, entre nove e vinte e seis anos, deverão receber a vacina, dentro do esquema das três doses (0, 2 e 6 meses).

Se tratando da vacina meningocócica C, as recentes constatações da ausência de títulos de anticorpos protetores poucos anos após a vacinação de lactantes e crianças mais novas, onde não é esperado a ocorrência imediata do importante efeito da proteção de rebanho, enfatizaram a necessidade de realizar uma revisão das atuais políticas de saúde pública.

Assim, foram desenvolvidas novas estratégias de imunização, onde foram incorporados os adolescentes no programa de vacinação para a meningite C, com o intuito de reduzir o número de portadores da bactéria em nasofaringe. A vacina será disponibilizada para ambos os sexos, entre a faixa etária de 12 a 13 anos de idade, considerando um reforço ou dose única de acordo com a situação vacinal.

Descaso do Governo do Estado com a saúde leva o caos ao Hospital Deoclécio Marques e ausência de repasse de contrapartida para a UPA Nova Esperança

foto-asscomO programa Profissão Repórter exibiu na noite da última quarta-feira, dia 23, reportagem sobre a grave situação em que se encontra o Hospital Regional Deoclécio Marques, localizado no bairro de Santos Reis e administrado pelo Governo do Estado. Uma unidade que enfrenta problemas de abastecimento de material, salários de servidores atrasados e superlotação.

Apesar de o Hospital Regional não ser de responsabilidade da Prefeitura de Parnamirim, o prefeito Maurício Marques disse “é lamentável, mas essa é a realidade enfrentada não só pelo Rio Grande do Norte, como também por todos os Estados brasileiros“. Em relação à Prefeitura de Parnamirim, Maurício Marques declarou “temos feito de tudo para não chegar a esse ponto, mas está cada vez mais difícil. É complicado ser um bom gestor competente sem dinheiro”, justificou.

Para garantir a merenda escolar, por exemplo, a administração municipal necessita de R$ 600 mil por mês, mas o Governo Federal só encaminha R$ 260 mil. Na área da saúde, para manter a farmácia básica, o repasse federal é de R$ 88 mil, enquanto a Prefeitura precisa assumir R$ 900 mil na compra de medicamentos.

Desde a inauguração em dezembro de 2015, a administração municipal já investiu R$ 15 milhões de recursos próprios para o funcionamento da Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Maria Nazaré Silva dos Santos, localizada em Nova Esperança. Apesar de ser tripartite, o município vem custeando 100% a unidade nos últimos 12 meses, sem a contrapartida do Governo do Estado. “Sabemos da importância de uma unidade como essa para atender aos parnamirinenses e por isso nos esforçamos ao máximo para garantir o serviço, apesar do alto custo de manutenção“, concluiu o gestor.

Hoje uma das maiores preocupações da UPA tem sido em relação à falta de segurança e por esta razão, Maurício Marques autorizou a contratação de profissionais da área da segurança.

Dia de Combate ao Câncer Infantojuvenil terá Fórum em Natal

O dia 23 de novembro é marcado oficialmente nos calendários nacional, estadual e municipal como sendo o dia de combate ao câncer infantojuvenil. Visando formar uma cultura de conscientização quanto ao diagnóstico precoce, como principal arma na busca da cura do câncer em crianças e adolescentes, a Casa Durval Paiva promove na data a XI edição do Fórum do Diagnóstico Precoce, no IFRN Central, das 8 às 17h. Na ocasião também haverá o lançamento oficial da parceria entre a Secretaria de Estado da Saúde Pública – SESAP e a Durval Paiva para a Campanha do Diagnóstico Precoce.

O evento é direcionado aos profissionais de saúde, estudantes e demais interessados na temática, que este ano irá abordar sobre os cuidados voltados ao paciente e seus familiares, dentro da perspectiva de cura e cuidados paliativos no contexto do atendimento multiprofissional. As inscrições podem ser feitas pela internet, no endereço www.diagnosticoprecoce.vai.la, mediante doação de uma lata de leite em pó – que poderá ser entregue no dia do evento.

A data será lembrada em todo o Brasil, através de várias ações que serão realizadas pelas 49 instituições que fazem parte da Confederação Nacional das Instituições de Apoio e Assistência à Criança e ao Adolescente com Câncer – CONIACC. Rilder Campos, presidente da Confederação e da Casa Durval Paiva ressalta a importância da inciativa “Temos nos empenhado em divulgar para um maior número de pessoas, informações extremamente importantes para a definição do diagnóstico e que podem fazer a diferença na vida da criança e do adolescente com câncer, a fim de que eles se tornem adultos curados e sem sequelas. Precisamos mudar a realidade do câncer infantojuvenil, virar multiplicadores, fazer com que a sociedade se mobilize em torno do diagnóstico precoce”, ressalta.

 

23 de Novembro

O Dia Nacional de Combate ao Câncer Infanto Juvenil, foi instituído pela Lei Nº 11.650, de 4 abril de 2008, e visa estimular ações educativas e preventivas relacionadas ao câncer infanto juvenil; promover debates e outros eventos sobre as políticas públicas de atenção integral às crianças e adolescentes com câncer; apoiar as atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol dos pacientes; difundir os avanços técnico-científicos relacionados ao câncer e apoiar as crianças, adolescentes e seus familiares. Na mesma data também é referendado o Dia Estadual e Municipal de Combate ao Câncer Infanto Juvenil. No RN, a Lei foi promulgada em março de 2008, através do Projeto do Deputado José Dias e no Município de Natal, foi instituída em 2009, por meio da Lei de autoria do vereador Hermano Morais. Ambas atenderam uma demanda social pleiteada pela Durval Paiva, quanto ao estímulo de atividades educativas preventivas, a promoção de debates e outros eventos sobre políticas públicas, bem como, ao apoio às atividades organizadas e desenvolvidas pela sociedade civil em prol das crianças e adolescentes com câncer.

 

Estimativa de casos

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer – INCA, no Brasil, o câncer representa a primeira causa de morte (7% do total) por doença entre crianças e adolescentes de 1 a 19 anos, para todas as regiões.  Estima-se que ocorrerão cerca de 12.600 casos novos de câncer em crianças e adolescentes no país por ano, em 2016 e em 2017. As regiões Sudeste e Nordeste apresentarão os maiores números de casos novos, 6.050 e 2.750, respectivamente, seguidas pelas regiões Sul (1.320), Centro-Oeste (1.270) e Norte (1.210).

Ainda de acordo com o INCA, nas últimas décadas, o progresso no tratamento do câncer na infância e na adolescência foi extremamente significativo. Hoje, em torno de 70% das crianças e adolescentes acometidos de câncer podem ser curados, se diagnosticados precocemente e tratados em centros especializados. A maioria deles terá boa qualidade de vida após o tratamento adequado.

 

Principais sinais e sintomas

Os principais sinais e sintomas do câncer infantojuvenil são: dores ou aumento da barriga; pressão alta; palidez repentina; manchas roxas pelo corpo; dores nos ossos; ínguas ou nódulos, principalmente nas axilas, pescoço e virilha; perda de peso; mancha branca na pupila (reflexo de olho de gato); dores de cabeça; náuseas e vômitos (acompanhadas de dores de cabeça); convulsões; alteração na fala e no andar; dores nos ossos não relacionadas a fraturas, quedas e traumas; nódulos na cabeça, pescoço, braços e pernas; sangramentos em geral, fraqueza e febre prolongada. Esses sinais e sintomas não significam que a criança ou o adolescente tem câncer. Mas, se apresentar algum desses sintomas, o aconselhável é levá-lo ao pediatra para esclarecer e tirar dúvidas.

SMS Natal participa de encontro nacional de saúde em Porto Alegre

foto-divulgacaoA Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Natal participa, esta semana, de mais um encontro do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (CONASEMS), que está sendo realizado na cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. As secretárias adjuntas Saudade Azevedo e Terezinha Rêgo estão representando a SMS.

Na ocasião estão sendo discutidos assuntos que têm relação com a administração pública, principalmente no quis diz respeito aos repasses que ainda serão realizados pelo Ministério da Saúde para os municípios até o final do ano.

Outro ponto levantado foi sobre o cuidado com a saúde dos apenados que – apesar de responsabilidade da União e dos Estados – recebe atenção de alguns municípios, como é o caso de Natal. “Vamos discutir como vai ficar essa situação em Natal. Fazemos alguns trabalhos, principalmente na intenção de prevenir algumas doenças, como o caso da tuberculose, mas sabemos que não é de nossa responsabilidade”, afirmou Terezinha.

As representantes do Rio Grande do Norte no evento ainda irão conhecer o Sistema de Regulação que é utilizado em Porto Alegre com o objetivo de trazer experiências exitosas para Natal. “O evento está sendo muito proveitoso. Estamos discutindo os problemas, soluções e trocando experiências com os outros municípios, além de mostrar o que é feito em Natal”, concluiu.

PARCERIA – Mutirões de mamografia do Grupo Reviver e Secretaria de Saúde de Natal seguem no mês de novembro

divulgacao-smsMesmo com o fim de mais uma edição do “Outubro Rosa”, campanha voltada para a prevenção do câncer de mama, a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), em parceria com o Grupo Reviver, realizará durante o mês de novembro mutirões de mamografias, por meio de uma unidade móvel.

Entre os dias 11 a 17, a unidade estará na Policlínica Norte; de 14 a 18 na Policlínica Zeca Passos, no bairro da Ribeira; de 21 a 25 na Policlínica Oeste; e 28 a 30 na Policlínica Sul. Para serem atendidas, as mulheres de 40 a 49 anos devem apresentar documento de identificação, cartão SUS e encaminhamento médico. Já, a partir dos 50 anos, elas poderão ser consultadas mediante apresentação do cartão SUS e identificação, apenas.

Por se tratar de uma doença silenciosa, podendo ser indolor em alguns casos, o câncer de mama passa facilmente desapercebido dando espaço para que as células da mama se desenvolvam de forma anormal e se multipliquem rapidamente. Desta forma, é necessário que todas as mulheres, em especial aquelas com mais de 50 anos, procurem as unidades não só durante os mutirões e campanhas, mas anualmente ou segundo a recomendação do médico.

Secretário de saúde de Parnamirim garante renovação de contratos com médicos

A garantia da assinatura de renovação dos contratos na próxima sexta-feira, 4, dada pelo secretário de Saúde, Henrique Eduardo Costa, pode colocar um fim na paralisação dos 38 médicos da Unidade de Pronto Atendimento (UPA), de Nova Esperança.

“Entregamos a documentação ao presidente do Sindicato, Geraldo Ferreira e a informação que tivemos é de que eles se reuniram em assembleia e declararam se a assinatura dos contratos ocorrer na sexta, eles voltam ao trabalho”, explicou Henrique Eduardo Costa, que relembrou o fato de a UPA estar sendo mantida única e exclusivamente pelo município, apesar de ser um sistema tripartite.

 

Prefeito Carlos Eduardo entrega Unidade de Saúde de Brasília Teimosa nesta terça-feira (1º)

foto-divulgacao-smsDando continuidade à proposta de melhorias dos serviços de saúde, a Prefeitura Municipal do Natal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde entrega nesta terça-feira (1º), às 16h, a Unidade de Saúde da Família de Brasília Teimosa, a 32ª unidade a ser entregue completamente reestruturada. A reforma foi orçada no valor de R$ 149 mil reais, oriundo de recurso da Prefeitura e o Programa Requalifica da Atenção Básica do Ministério da Saúde.

A Unidade de Saúde da Família de Brasília Teimosa passou por restauração de toda a estrutura física, com serviço de pintura interna e externa, de salas, consultórios e banheiros; recuperação de fachada, paredes, calçamento; troca de piso e de luminárias; troca de portas, janelas; revisão elétrica e hidrossanitária; recuperação de equipamentos, móveis e utensílios. O ambiente está climatizado, com acessibilidade dentro dos padrões da NBR/9050, e as normas da Vigilância Sanitária.

Contando com duas equipes da Estratégias da Saúde da Família, a unidade disponibiliza em cada equipe, um médico, um enfermeiro, dois técnicos de enfermagem e cinco agentes comunitário de saúde. A estrutura da unidade é composta por dois consultórios odontológicos; cinco consultórios; uma sala para arquivo; uma farmácia; uma sala de preparo; uma para curativo; uma sala de vacinas; salas de administração, direção, regulação, expurgo; duas salas de Depósito de material de Limpeza (DML) e uma copa.

A unidade oferta serviços de enfermagem; clínica médica; dentista; pré-natal; planejamento familiar; preventivo; teste do pezinho e do olhinho; atendimento de Crescimento e Desenvolvimento (CD); acompanhamento obrigatório do Bolsa Família; confecção do Cartão SUS; teste rápido do Sífilis/HIV; teste de glicemia; Programa de Saúde na Escola (PSE); grupos de gestantes, diabéticos e hipertensos (Hiperdia), antitabagismo, Tenda do Conto e Terapia Comunitária; vacinas; curativos; aplicação de medicamentos.

OUTUBRO ROSA – A importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

A estimativa do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de que 57.960 novos casos de câncer de mama sejam diagnosticados este ano no Brasil. O tumor, que atinge principalmente mulheres acima dos 40 anos, caracteriza a doença na região mamária atingindo principalmente os ductos lactíferos e os lobos (pequenos lóbulos que formam uma rede de glândulas produtoras de leite), esses tumores são denominados “carcinoma ductal ou lobular”. Cada tumor tem um tempo de desenvolvimento e intensidade diferente. Muitas vezes, a doença é descoberta em estágio avançado, o que pode dificultar a cura. A Campanha Outubro Rosa vem destacar a importância da detecção precoce do câncer de mama. Em Natal, a mobilização começou em 2009, trazida pela Liga Contra o Câncer.

foto-divulgacaoDurante todo o mês de outubro a campanha é intensificada e destaca a importância da prevenção, assim como faz um alerta para a realização anual de mamografias por mulheres acima de 40 anos visto que desta forma o diagnóstico é preciso. É o que explica Sabrina Alapenha, enfermeira do Hapvida Saúde. “É recomendável que este grupo de mulheres realizem a mamografia anualmente, pois o exame radiológico dos tecidos moles das mamas permite detectar o câncer precocemente, antes que ele seja palpável ou se manifeste através de outros sinais clínicos. A detecção precoce permite que o câncer de mama seja curável em cerca de 90% dos casos”.

Sabrina afirma ainda que a desinformação e o medo de realizar o exame ainda impede o diagnóstico precoce da doença, por isso entidades filantrópicas, hospitais e mídia em geral, têm realizado constantemente campanhas de conscientização e estímulo à realização do autoexame, onde a mulher pode apalpar a mama com o braço estendido acima da cabeça procurando algum tipo de nódulo ou alteração. Além do autoexame, a realização da mamografia não deve ser ignorada, uma vez que, é a forma mais eficaz de detectar a doença. O exame pode ser solicitado durante as consultas ao ginecologista e feito em clínicas que disponham de mamógrafos de qualidade.

Alguns nódulos demoram anos para se tornarem palpáveis, por isso, é importante estar atenta a qualquer alteração na mama, seja cor, textura da pele ou mamilo, irritação, secreção ou dor. Ao perceber algum sinal de anormalidade, deve-se imediatamente procurar um médico, ele solicitará a mamografia e exames complementares que apresentem um diagnóstico exato do problema, quanto antes a doença for detectada, mais rápido inicia-se o tratamento, como afirma a enfermeira do Hapvida: “O câncer de mama identificado em estágios iniciais, quando as lesões são menores de dois centímetros de diâmetro, apresenta prognóstico mais favorável e elevado percentual de cura. As estratégias para a detecção precoce são o diagnóstico precoce (abordagem de pessoas com sinais e/ou sintomas da doença) e o rastreamento (aplicação de teste ou exame) em mulheres assintomáticas, aparentemente saudáveis, com o objetivo de identificar lesões sugestivas de câncer e encaminhar as mulheres com resultados alterados para investigação e tratamento”.

Uma vez detectado o câncer de mama, o médico solicitará uma biópsia que identificará o estágio da doença e a melhor forma de combatê-la. Os tratamentos podem ser feitos a partir de quimioterapia, radioterapia ou ainda de cirurgia, onde o especialista avalia a necessidade de retirar ou não toda a mama, processo conhecido como mastectomia. A mulher deve estar atenta a qualquer sinal de mudança na mama e procurar um médico assim que perceber algo fora do comum.