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Uma homenagem da Prefeitura de Natal para os Professores

UFRN discute a institucionalização de programa voltado para mulheres em estado de vulnerabilidade

Representantes da Escola Agrícola de Jundiaí (EAJ), Escola de Música da UFRN (EMUFRN) e Escola de Saúde (ESUFRN ) estão discutindo a institucionalização do Programa Mulheres Mil juntamente com representantes do Conselho Nacional das Escolas Técnicas vinculadas as Universidades Federais (CONDETUF) e a equipe técnica da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação (SETEC/MEC), coordenada pela professora Jussara Maysa Silva Campos. A ideia é ampliar o acesso a educação e cidadania para mulheres em estado de vulnerabilidade social.

Participaram do encontro o coordenador-geral do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) na EAJ, Prof. João Inácio da Silva Filho; a coordenadora-geral do Pronatec na EMUFRN, professora Raquel Carmona, a coordenadora Geral do Pronatec da ESUFRN, Cleide Oliveira Gomes, além de representantes das escolas vinculadas às universidades federais do Pará, Paraíba, Pernambuco e Minas Gerais.

Durante o encontro as Escolas Técnicas Vinculadas às Universidades Federais apresentaram a experiência na oferta e discutiram sobre o processo de institucionalização do Programa Mulheres Mil, os desafios, as possibilidades da ampliação do público-alvo e a proposta de oferta institucional.

De acordo com a Coordenadora Geral de Regulação e Supervisão de Educação Profissional e Tecnológica Da SETEC/MEC, Jussara Campos, a institucionalização do Programa tem como objetivo garantir de forma permanente ao atendimento de mulheres em estado de vulnerabilidade social.

A institucionalização do Programa Mulheres Mil está pautada na busca pela oferta permanente de qualificação profissional para mulheres em estado de vulnerabilidade social. Com o cumprimento da meta de 100 mil matrículas em 2016, o Ministério decidiu pela institucionalização do programa por meio de ações e iniciativas que corroborem para o cumprimento das diretrizes do programa”, explica Jussara Campos.

Os desafios da institucionalização do Mulheres Mil perpassam o planejamento institucional já que o exercício envolve não só uma decisão em relação à oferta permanente, mas a criação de uma estrutura que reconhece que o Programa Mulheres Mil contribui para o cumprimento de metas e objetivos institucionais”, completa Jussara Campos.

Para a Assessora da Escola Técnica de Saúde vinculada à Universidade Federal de Uberlândia (UFU), Juliana Faquim, a institucionalização do Programa Mulheres Mil é muito positiva.  “Até então as experiências com a profissionalização das mulheres em estado de vulnerabilidade social dependiam do Pronatec. Com a institucionalização do programa o processo de elevação de escolaridade do público-alvo se dará de forma regular e em consonância com a missão das universidades em promover igualdade de gêneros e difusão do conhecimento”, comenta Juliana Faquim.

Na reunião, a Setec/MEC apresentou os resultados do grupo de trabalho (GT) da institucionalização anteriormente agrupado com representantes dos Institutos Federais. Será lançado o documento das diretrizes da institucionalização nas Escolas Vinculadas, que após aprovação será implantado.

 

Pronatec Mulheres Mil

O Programa Mulheres Mil foi implantado, inicialmente, como Projeto Piloto, por meio de uma parceria com o Canadá, em 2007, com o objetivo de promover a inclusão social e econômica de mulheres em situação de vulnerabilidade. Em 2013 o Programa passou a integrar Pronatec por meio da iniciativa Bolsa Formação. A oferta é resultado da parceira entre o Ministério de Educação e Cultura (MEC) e o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Com o acompanhamento de orientadores, assistentes sociais, pedagogos e psicólogos, as participantes da oferta exclusiva do Pronatec Mulheres Mil, contam com aulas de português, matemática, direito da mulher, inclusão digital, sustentabilidade e empreendedorismo, além da capacitação profissional.

Os cursos são direcionados às beneficiárias titulares e dependentes dos programas federais de transferência de renda, com o objetivo de promover a inclusão educacional, social e produtiva de mulheres em situação de vulnerabilidade.

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