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Uma homenagem da Prefeitura de Natal para os Professores

Em dia mundial, ONU pede solidariedade a mulheres sobreviventes de violência

Em mensagem para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, agências da ONU pediram solidariedade a mulheres sobreviventes de agressões e violações de direitos.

Organismos celebraram a força de movimentos sociais, como o #MeToo (#EuTambém), que expuseram a dimensão dos abusos baseados em gênero — quando a mulher é atacada ou intimidada apenas por ser mulher.

 

Em mensagem para o Dia Internacional para a Eliminação da Violência contra a Mulher, lembrado em 25 de novembro, agências da ONU pediram solidariedade a mulheres sobreviventes de agressões e violações de direitos. Organismos celebraram a força de movimentos sociais, como o #MeToo (#EuTambém), que expuseram a dimensão dos abusos baseados em gênero — quando a mulher é atacada ou intimidada apenas por ser mulher.

Foto: Flickr (CC)/Alec Perkins

“Mais de um terço das mulheres no mundo todo (já) sofreram ou violência sexual ou violência física em algum momento de suas vidas. Além disso, pesquisas indicam que o custo da violência contra as mulheres pode chegar anualmente a em torno de 2% do Produto Interno Bruto (PIB) global. Isso equivale a 1,5 trilhão de dólares”, afirmou o comunicado.

“O último ano foi extraordinário em termos da conscientização que foi suscitada a respeito da extensão e da magnitude das diferentes formas de violência infligidas às mulheres e meninas. A campanha #MeToo, um dos movimentos sociais mais virais e poderosos dos anos recentes, trouxe a questão para os holofotes”, acrescentou o pronunciamento.

A mensagem foi assinada pela diretora-executiva da ONU Mulheres, Phumzile Mlambo-Ngcuka, pela chefe do Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA), Natalia Kanem, pelo administrador do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Achim Steiner, e pela diretora-executiva do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), Henrietta Fore.

Os chefes dos organismos ressaltaram que o dia internacional é uma ocasião para “manifestar solidariedde com os sobreviventes e com ativistas dos direitos humanos das mulheres”. A data também reitera a necessidade de intensificar esforços pelo fim da violência de gênero, descrita como “um flagelo global”.

Na avaliação dos dirigentes, a conscientização sobre a violência contra as mulheres foi ampliada ainda pela premiação do Nobel da Paz de 2018, que reconheceu a ativista da minoria yazidi e sobrevivente de perseguição pelo Estado Islâmico, Nadia Murad, e o médico Denis Mukwege. O clínico é especialista em cirurgias de reconstrução do órgão genital feminino para mulheres e meninas vítimas de mutilação.

“A família da ONU está trabalhando incansavelmente com nossos parceiros para fortalecer os enquadramentos legais e as instituições, para melhorar os serviços para sobreviventes e para enfrentar as raízes da violência, desafiando as normas e comportamentos sociais e combatendo as desigualdades de gênero mais amplas”, disseram as agências.

Há mais de 20 anos, Fundo Fiduciário da ONU pelo Fim da Violência contra as Mulheres investe em iniciativas locais e nacionais para traduzir promessas de políticas em conquistas concretas para mulheres e meninas. Estima-se que projetos financiados com esses recursos levaram assistência a mais de 6 milhões de pessoas no ano passado. O fundo é gerenciado pela ONU Mulheres. A agência também implementa o projeto Spotlight, um programa em parceria com a União Europeia que já angariou 500 milhões de euros para erradicar a violência contra as mulheres.

“Entendemos que reduzir e prevenir a violência contra as mulheres é transformador: melhora a saúde das mulheres e crianças, reduz os riscos de adquirir o HIV e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs), melhora a produtividade econômica e o desempenho educacional e reduz os riscos de doenças mentais e do uso abusivo de substâncias, entre outros benefícios”, concluiu a mensagem.

(Fonte: ONU BR)

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