Professores de Ipanguaçu participam de ateliê pedagógico com neurocientista

Educadores da educação básica municipal de Ipanguaçu e das cidades do Vale do Açu participaram da última semana do ateliê pedagógico que trouxe como tema: “Gargalos fisiológicos no aprendizado escolar”, com o neurocientista Dr. Sidarta Ribeiro, que também é professor titular da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) e diretor do Instituto do Cérebro da mesma instituição.

Foto AssessoriaA atividade integra as matrizes curriculares do curso de pós-graduação lato sensu em “Alfabetização e Neurociências: interfaces na Educação Integral”, parte integrante do Projeto Leitura + Neurociências, coordenado pela professora doutora Angela Chuvas Naschold (CERES/UFRN) e pelo professor doutor Antonio Pereira (Instituto do Cérebro/UFRN), e que atende prioritariamente docentes e alunos (as) ipanguaçuenses da educação infantil e dos anos iniciais do ensino fundamental.

De acordo com a coordenação do curso, o projeto Leitura + Neurociências objetiva a capacitação e a formação de professores e profissionais da educação básica do sistema de educação pública em uma nova metodologia para ampliar a competência leitora dos alunos da educação infantil e do ensino fundamental. Essa ação acontece através de convênio estabelecido entre a UFRN, o Programa Mais Educação da Secretaria de Educação Básica do MEC com base nos resultados de pesquisa experimental na interface entre Neurociências, Psicolinguística, Ciência da Computação e Educação, e da Secretaria Municipal de Educação de Ipanguaçu.

Para a professora Aridenis Henrique, especialista em Psicopedagogia e Mestranda em Ciências da Educação, “as contribuições do professor Sidarta foram essenciais à nossa formação docente e humana. As relações entre os aspectos fisiológicos e pedagógicos é muito forte e interdependente, e temos aprendido a reconhecer isto e incorporar tais conhecimentos no fazer da escola. A experiência de integrar o projeto Leitura + Neurociências é, sem dúvidas, um avanço na educação ipanguaçuense e nos garante não apenas profissionalização, mas a imersão na pesquisa em educação e neurociências com vistas a ampliar a formação de leitores na cidade”.

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